domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Lençóis Maranhenses - Êta Maranhão......
O Parque Nacional brasileiro - Lençóis Maranhenses foi criado em 2 de junho de 1981 numa área de 155 mil hectares nas margens do Rio Preguiças, no nordeste do estado do Maranhão e distante cerca de 260 km de São Luís, ocupando uma área total de 270 quilômetros quadrados, com dunas de até 40 metros e lagoas de água doce. Trata-se de um ecossistema costeiro único dentro do bioma caatinga, que associa ventos fortes e chuvas regulares. Consiste em uma faixa de dunas que avança entre 5 e 25 quilômetros em direção ao interior. As dunas formam pequenas lagoas de água doce.
Mas isso todo mundo pode ficar por dentro, basta pesquisar na internet. Na realidade o que eu gostaria de destacar aqui foi a experiência rica, motivadora e única que pude vivenciar conhecendo este lugar.
Fizemos o acesso por via terrestre, saindo de São Luís, a capital do estado, percorremos 58 km até Rosário, e a partir daí mais 22 km até Morros e 162 km até Barreirinhas.
Visitamos a praia de Vassouras onde conhecemos os macacos-prego que soltos interagiram com a gente. Trata-se de uma praia banhada pelo Rio Preguiças e do outro lado bancos de areias (enormes) e lagos naturais. É necessário preparo físco para se aventurar pelas dunas. Visão maravilhosa e como prêmio o mergulho nos lagos transparentes e de água muito gelada.
Mandacuru Vila de pescadores onde a maior atração é um farol de 54 metros de altura, de onde se tem um belo visual do parque.
Quando chegamos um grupo de crianças "guias", desputaram no par ou ímpar quem ficaria como nosso guia. São meninos entre 6 e 10 anos, todos estudantes do ensino fundamental e com o texto muito bem decorado. Citam até poesia de Gonçalves Dias.![]()
Quando chegamos um grupo de crianças "guias", desputaram no par ou ímpar quem ficaria como nosso guia. São meninos entre 6 e 10 anos, todos estudantes do ensino fundamental e com o texto muito bem decorado. Citam até poesia de Gonçalves Dias.
Caburé - - Um delicioso refúgio onde tomamos banho de mar e tiramos o sal do corpo em água doce. Muito interessante, de um lado o Rio Preguiças e de outro o oceano. Existem chalés e boa comida.
meio de transporte de todo o percurso do passeio
É isso aí... o Maranhão é assim terra forte e rica de belezas naturais e de um povo que luta mas acima de tudo se orgulha de suas raízes e de seu patrimônio. Senti muita emoção em conhecer este lugar. Muito e principalmente pela grandeza da criação divina. Estar aqui e não pensar em Deus é impossível. E o outro motivo foi pela simplicidade do povo. Extraem da terra todo o seu sustento, peixes, juçara, buriti etc., uma convivência harmônica e muito respeitosa, o que não se vê em todos os lugares. Por isso tudo senti a força e energia deste lugar. Recomendo fortemente a experiência. Êta Maranhão!.....
By Carla Medrado
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Vida longa com felicidade! Não abra mão disso...
Na maior parte do mundo a expectativa de vida está aumentando, no Brasil isso não é diferente, subiu de 70 para 73 anos na última década.
Fonte: IBGE 01/12/2010
Essa mudança é uma nova revolução, pois impõe em nós um outro olhar com relação às nossas expectativas, necessidades e principalmente ao planejamento de nossas carreiras. O que já era difícil agora é super desafiador.
Hoje já vivemos uma introdução dessa mudança relacionada ao mercado de trabalho, me refiro ao cenário econômico e o apagão da mão de obra, fazendo com que muitos profissionais experientes e já em fase, talvez, de pensar em encaixotar a experiência e todas as competências desenvolvidas, sendo convidados pelas empresas a liderar equipes juniores com foco não só no desenvolvimento de projeto, mas também nas competências técnicas e comportamentais.
Isso é muito positivo, pois com o aumento da expectativa de vida, as pessoas vão precisar se encaixar no mercado de trabalho e aí está a grande diferença, pois eles terão que se adaptar ao novo modelo.
Abertura mental é a competência que destaco para ser trabalhada e desenvolvida neste século. Estar disposto a experimentar novos modelos de relação de trabalho como o virtual, desenvolver um hobby, fazer conexões sobre alguma área especifica, dar palestras ou até mesmo dar aulas. É necessário encontrar e buscar novos espaços.
Por isso, fique ligado nas mudanças, abra a sua mente, saia da caixa, faça novas conexões, arrisque-se, mas, acima de tudo, não abra mão de ser feliz!
by Carla Medrado
6o Forum Nacional Competências e Gestão para Resultados - Caso prático CEMAR - 16 e 17 Junho - Brasília
O conceito de competências se consolida como componente essencial para a Gestão de Pessoas nas Organizações. Esta consolidação é fruto dos resultados obtidos.
As dificuldades que se apresentam levam à necessidade de refletir sobre as oportunidades de melhoria nos modelos de Gestão por Competências, bem como de identificar os fatores que influenciam de forma determinante seu sucesso e aceitação. Não há dúvidas que o processo de elaboração dos critérios de Gestão por Competência seja um dos fatores. Daí o 6º Fórum teve como objetivos:
- Demonstrar a importância de se investir em modelos de Gestão por Competências como parâmetro estruturador e organizado de Gestão de Pessoas
- Apresentar conceitos centrais que dão sustentação (robustez e consistência) ao modelo de Gestão por Competência e como estes conceitos podem ser aplicados na prática
- Vivenciar e comparar 08 casos práticos – experiências que são destaques no aperfeiçoamento da Gestão de Pessoas.
Recebi convite para participar do Fórum e falar sobre o caso prático da Cemar. Tive muito orgulho em apresentar e demonstrar como a Companhia Energética do Maranhão está consolidando a sua gestão de Clima em busca de melhores resultados.
Na ocasião demonstrei o método do Diagnóstico de Clima - de forma simples e prática - onde qualquer organização pode aplicar. Também abordei os efeitos do diagnóstico na trajetoria da companhia e na consolidação dos nossos resultados. Particularmente acredito muito nesta ferramenta como apoiadora no processo de gestão.
Pude perceber o interesse das pessoas no assunto e a disposição para experimentatar o método em suas organizações. Foi um grande prazer compartilhar a nossa experiência com os participantes do Fórum.
Pude perceber o interesse das pessoas no assunto e a disposição para experimentatar o método em suas organizações. Foi um grande prazer compartilhar a nossa experiência com os participantes do Fórum.
by Carla Medrado
29 de Junho - Dia da Telefonista - Parabéns!!
29 de Junho
O Telefonista está presente em órgãos públicos e privados, empresas, escolas, hospitais, universidades e outros.
Receber e transferir ligações, localizar pessoas, transmitir mensagens e registrar solicitações são algumas das funções desempenhadas por este profissional.
O serviço do telefonista, indispensável no atendimento ao público, funciona como um cartão de visitas da empresa, instituição ou organização.
Logo, é preciso que o profissional esteja devidamente preparado para fornecer informações e responder às dúvidas de quem o procura.
Neste sentido, o Telefonista deve conhecer o ambiente de trabalho, saber quem é quem e onde encontrar as pessoas, bem como ser educado e paciente.
Além disso, quando não souber ou não puder dar uma informação, o profissional deve saber comunicar isso de forma educada.
Parabéns a tosdos esses profissionais que colaboram com o desenvolvimento deste país!!
Parabéns a tosdos esses profissionais que colaboram com o desenvolvimento deste país!!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Você tem adaptabilidade?
Adaptabilidade: "aptidão, inerente a numerosas espécies, de viver em condições de ambiente diferentes daquelas de sua ocorrência natural" (Souza, 1973).
As duas únicas coisas certas na vida são as mudanças e a morte. Frente às mudanças, podemos tolerá-las, negá-las, fugir ou nos adaptarmos da melhor maneira a elas.
A pessoa que tem a capacidade de adaptar-se às novas situações, buscando interagir de forma adequada às diferentes exigências das mudanças em curso, dizemos que tem adaptabilidade a seu ambiente.
É desolador quando vemos pessoas com alto nível intelectual, treinadas pelas melhores faculdades e sendo experientes profissionais, negarem-se a utilizar estes recursos para adaptarem-se a novos tempos.
É o caso do médico, que utiliza métodos arcaicos no trato a seus pacientes, do contabilista que deixa de atualizar-se, do advogado que teima em seguir teses obsoletas e já derrubadas pela jurisprudência, do professor que maltrata seus alunos com uma didática ultrapassada, etc.
Observo que adaptabilidade não significa deixar valores ou princípios. Como exemplo, a imensa corrupção pública no Brasil – adaptar-se a ela seria declinar de valores morais, éticos e imprescindíveis. Quando escrevo sobre adaptabilidade, refiro-me a nossa resposta positiva ao dinamismo das mudanças tecnológicas e do conhecimento humano, do progresso inerente às relações sociais e econômicas.
Você tem adaptabilidade quando:
- É capaz de compreender que o mundo está em transformação contínua, e busca preparar-se ininterruptamente para as transformações que ocorrem nos métodos de trabalho, exigências profissionais e de conhecimentos, etc.
- Ao invés de criticar as mudanças, procura entendê-las, e adaptar-se de melhor forma possível ao novo ambiente.
- Busca novos conhecimentos de maneira contínua, que possam ser proveitosos num ambiente seguidamente mais competitivo.
- Aprende a inovar, trazendo soluções para o ambiente de trabalho, família ou atividades coletivas.
- Admite que precisa de novas capacidades, e procura desenvolvê-las.
- Faz o que é diferente, saindo da rotina, visando explorar novas maneiras de aprender na prática o que novas situações exigirão.
- Procura inspirar-se em pessoas que têm excelência profissional e pessoal, sem deixar de valorizar e aprimorar suas próprias capacidades e individualidade.
- Valoriza o trabalho em equipe, buscando participar significativamente do resultado exigido do grupo frente às novas situações.
Não são as pessoas inteligentes as mais procuradas pelas empresas – são as mais adaptáveis e capazes de gerar soluções para os desafios dos empreendimentos.
Você tem adaptabilidade?
Se não tem, sua sobrevivência profissional está em perigo! Mude e se adapte!
terça-feira, 21 de junho de 2011
A fofoca só traz prejuízo para quem conta, para quem ouve e para a empresa.
Quando ela se espalha e é tida como verdadeira, gera conflitos entre as pessoas, cria expectativas infundadas, desmotivação, tensão entre colaboradores e gestores e acaba tirando o foco das pessoas do trabalho para o objeto da fofoca, causando enormes prejuízos para a empresa. Mas a fofoca para prosperar precisa de solo fértil e a sua empresa pode dificultar bastante as condições tornando o terreno bem árido para a sua sobrevivência.
No ambiente de trabalho, nas conversinhas de corredor é possível perceber em pouco tempo aquelas pessoas que gostam de falar pelos cotovelos, que curtem uma especulação da vida dos outros. Tudo ele acha, deduz e já sai espalhando para quem queira ouvir. Preste atenção para não ser seduzido por sua fácil conversa.
4 – E se tudo isso não funcionar?
Aqui vão 4 regras básicas de como lidar um esse tipo de situação, tão comum em qualquer ambiente social:
1 – Identifique o fofoqueiro
2 – Evite fazer parte de seu grupo
Identificado o “elemento”, seja o mais profissional possivel com ele. Se você percebeu que ele é um fofoqueiro, possivelmente outros também o reconheceram assim. Daí a importância de não andar com pessoas desse tipo, pois mesmo que não compartilhe de suas fococas, será tachado igualmente como ele. É a velha máxima “diga-me com quem andas e lhe direi quem és”.
3 – Fofoca sobre você? confronte o fofoqueiro
Mesmo que você siga as regras básicas acima, ainda assim pode ser alvo do veneno do fofoqueiro. Aí não tem jeito, a saída é confrontá-lo de forma madura e adulta, envolver as pessoas que tiveram conhecimento das invenções do fofoqueiro e que podem estar sendo influenciadas por essas mentiras e assim tirar tudo a limpo.
Calma, “pegar o cara na saída” não vai ajudar…Se não der certo não exite em levar o assunto aos superiores para que tomem as devidas providências. E não espere muito para isso, porque fococa espalha mais rápido que a gripe suína. Não deixe que informações distorcidas ou completamente irreais sobre você cheguem aos ouvidos superiores e seja “queimado” por algo que não fez ou não tenha relação com seu trabalho.
by Carla Medrado
domingo, 19 de junho de 2011
Pesquisa aponta que 76% dos jovens acreditam que o Brasil está mudando para melhor
Qual é o grande sonho dos jovens de hoje? O que eles querem da vida? O que esperam do futuro do país? Uma grande pesquisa trouxe as respostas.
Qual é o seu sonho? 2,9 mil jovens, entre 18 e 24 anos, responderam essa pergunta nos últimos meses. Eles participaram de uma pesquisa feita em 173 cidades de 23 estados do Brasil. A pesquisa se chama "Sonho Brasileiro".
“Estudar a juventude é conhecer a sociedade e poder pensar na sociedade e de pensar, inclusive, nos seus rumos”, afirma a antropóloga Regina Novaes.
Nos anos 50 e 60, o objetivo dos jovens era acabar com a caretice do mundo. Eles queriam mais liberdade. Nos anos 70, o inimigo era a ditadura. A meta: fazer a revolução. Nos anos 80 e 90, o sonho ficou mais individualista: carreira, dinheiro, sucesso. E o que quer para o futuro o jovem de hoje?
Segundo a pesquisa, o jovem de hoje não é individualista. Ele quer sim melhorar e transformar o mundo em que vivemos. Acontece que ele quer fazer isso sem deixar de ganhar o seu próprio dinheiro, sem abrir mão de ter sua independência financeira. Então, o ideal para o jovem de hoje é conciliar trabalho e transformação social.
Alguns já fazem isso. Segundo a pesquisa 8% dos jovens são transformadores. Gente que ganha o sustento transformando o mundo para melhor. Como você imaginaria o fundador de um banco? “É o nosso banco. Pode ver que não tem, graças a deus, nenhuma porta giratória”, conta Thiago Vinicius, de 22 anos.
O banco trabalha com um dinheiro que parece de mentira: o Sampaio, uma moeda paralela que circula na comunidade do bairro de Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo. “Para pessoa física, para população, eles emprestam sem juros para consumo de mercadorias.
A dona de uma barraca de madeira pegou um empréstimo e fez uma reforma. Hoje, ela vende os temperos na barraca reformada e aceita o Sampaio como moeda de troca, normalmente. “É como dinheiro. E depois que a barraca foi reformada vem muito mais gente. Eles falam: ‘como mudou’”, conta a dona da barraca.
“Aos 40 anos de idade eu vou estar na comunidade vivendo com prazer e qualidade de vida, isso que a gente vem buscando”, diz Thiago.
A pesquisa aponta que 77% dos jovens acreditam que seu bem-estar depende do bem-estar da sociedade onde vivem. Aos treze anos, João Felipe disparou e-mails para organizações de todo o planeta falando: “‘meu nome é João, tenho 13 anos e eu quero mudar o mundo, me ajuda’. Só cinco pessoas responderam. E dessas cinco, quase todas falavam mais ou menos a mesma coisa: ‘você é muito novo pra fazer a diferença’”.
João começou a conectar jovens com ideias boas e jovens com boas intenções. “Quando eu percebi, eu já tava vivendo 100% do tempo fazendo isso e era isso que me fazia feliz e acabou virando minha profissão”, conta.
Hoje, aos 25, ele trabalha na ONU e já ajudou a mudar o mundo em 41 países. Usa e ensina um método que ele próprio inventou. Uma espécie de jogo para estimular mudanças. “A gente tem sete dias pra mobilizar essa comunidade e pra tentar descobrir qual é o sonho da comunidade e construir esse sonho”, explica João.
Recentemente, colocou o plano em ação em sua cidade natal, Santos, no litoral paulista. “Esse espaço era um lixão, era um matagal e a gente fez um trabalho pra comunidade receber um centro comunitário”, conta.
A pesquisa mostra também que 74% dos jovens disseram estar preocupados em fazer algo pelo coletivo no dia a dia. Um belo dia, Bruna mudou de emprego. “Eu fazia um trabalho legal, eu cresci bastante, aprendi um monte de coisa, mas ali era muito focado na indústria, no que eles faziam, no consumo”, diz Bruna.
Saiu da multinacional e ajudou a criar um site de consumo colaborativo, onde se cadastram coisas que podem ser recicladas, trocadas ou alugadas. “As pessoas podem utilizar o mesmo produto várias vezes, um mesmo produto por várias pessoas, evitando um consumo exagerado de uma coisa que vai ficar parada na sua casa”, afirma.
“Nós nunca tivemos tantos jovens que tenham disposição de olhar mais em torno de si do que no momento atual. Os pessimistas não vão acreditar nisso nunca, mas é isso que as pesquisas têm mostrado”, completa a antropóloga.
Segundo a pesquisa, 76% acreditam que o Brasil está mudando para melhor.
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1665253-15605,00-PESQUISA+APONTA+QUE+DOS+JOVENS+ACREDITAM+QUE+O+BRASIL+ESTA+MUDANDO+PARA+MEL.html
“Estudar a juventude é conhecer a sociedade e poder pensar na sociedade e de pensar, inclusive, nos seus rumos”, afirma a antropóloga Regina Novaes.
Nos anos 50 e 60, o objetivo dos jovens era acabar com a caretice do mundo. Eles queriam mais liberdade. Nos anos 70, o inimigo era a ditadura. A meta: fazer a revolução. Nos anos 80 e 90, o sonho ficou mais individualista: carreira, dinheiro, sucesso. E o que quer para o futuro o jovem de hoje?
Segundo a pesquisa, o jovem de hoje não é individualista. Ele quer sim melhorar e transformar o mundo em que vivemos. Acontece que ele quer fazer isso sem deixar de ganhar o seu próprio dinheiro, sem abrir mão de ter sua independência financeira. Então, o ideal para o jovem de hoje é conciliar trabalho e transformação social.
Alguns já fazem isso. Segundo a pesquisa 8% dos jovens são transformadores. Gente que ganha o sustento transformando o mundo para melhor. Como você imaginaria o fundador de um banco? “É o nosso banco. Pode ver que não tem, graças a deus, nenhuma porta giratória”, conta Thiago Vinicius, de 22 anos.
O banco trabalha com um dinheiro que parece de mentira: o Sampaio, uma moeda paralela que circula na comunidade do bairro de Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo. “Para pessoa física, para população, eles emprestam sem juros para consumo de mercadorias.
A dona de uma barraca de madeira pegou um empréstimo e fez uma reforma. Hoje, ela vende os temperos na barraca reformada e aceita o Sampaio como moeda de troca, normalmente. “É como dinheiro. E depois que a barraca foi reformada vem muito mais gente. Eles falam: ‘como mudou’”, conta a dona da barraca.
“Aos 40 anos de idade eu vou estar na comunidade vivendo com prazer e qualidade de vida, isso que a gente vem buscando”, diz Thiago.
A pesquisa aponta que 77% dos jovens acreditam que seu bem-estar depende do bem-estar da sociedade onde vivem. Aos treze anos, João Felipe disparou e-mails para organizações de todo o planeta falando: “‘meu nome é João, tenho 13 anos e eu quero mudar o mundo, me ajuda’. Só cinco pessoas responderam. E dessas cinco, quase todas falavam mais ou menos a mesma coisa: ‘você é muito novo pra fazer a diferença’”.
João começou a conectar jovens com ideias boas e jovens com boas intenções. “Quando eu percebi, eu já tava vivendo 100% do tempo fazendo isso e era isso que me fazia feliz e acabou virando minha profissão”, conta.
Hoje, aos 25, ele trabalha na ONU e já ajudou a mudar o mundo em 41 países. Usa e ensina um método que ele próprio inventou. Uma espécie de jogo para estimular mudanças. “A gente tem sete dias pra mobilizar essa comunidade e pra tentar descobrir qual é o sonho da comunidade e construir esse sonho”, explica João.
Recentemente, colocou o plano em ação em sua cidade natal, Santos, no litoral paulista. “Esse espaço era um lixão, era um matagal e a gente fez um trabalho pra comunidade receber um centro comunitário”, conta.
A pesquisa mostra também que 74% dos jovens disseram estar preocupados em fazer algo pelo coletivo no dia a dia. Um belo dia, Bruna mudou de emprego. “Eu fazia um trabalho legal, eu cresci bastante, aprendi um monte de coisa, mas ali era muito focado na indústria, no que eles faziam, no consumo”, diz Bruna.
Saiu da multinacional e ajudou a criar um site de consumo colaborativo, onde se cadastram coisas que podem ser recicladas, trocadas ou alugadas. “As pessoas podem utilizar o mesmo produto várias vezes, um mesmo produto por várias pessoas, evitando um consumo exagerado de uma coisa que vai ficar parada na sua casa”, afirma.
“Nós nunca tivemos tantos jovens que tenham disposição de olhar mais em torno de si do que no momento atual. Os pessimistas não vão acreditar nisso nunca, mas é isso que as pesquisas têm mostrado”, completa a antropóloga.
Segundo a pesquisa, 76% acreditam que o Brasil está mudando para melhor.
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1665253-15605,00-PESQUISA+APONTA+QUE+DOS+JOVENS+ACREDITAM+QUE+O+BRASIL+ESTA+MUDANDO+PARA+MEL.html
Você tem medo de dizer eu te amo?
Recebi hoje este vídeo por email de minha irmã Mônica, e não poderia deixar de compartilhar com vocês! Nada que eu diga, vai valorizar essa doçura que vão ver...
Quantas pessoas não vivem isso?!
Desde pequenos aprendemos que é feio dizer essas “três palavrinhas milagrosas” e isso é rídiculo!
Aprendemos que é feio demonstrar o que sentimos pois vamos ser ridicularizados, vão rir da gente, achamos que vamos nos expor demais, que estamos sendo bobos e então tratamos de “enterrar” nossas emoções.
Desde pequenos aprendemos que é feio dizer essas “três palavrinhas milagrosas” e isso é rídiculo!
Aprendemos que é feio demonstrar o que sentimos pois vamos ser ridicularizados, vão rir da gente, achamos que vamos nos expor demais, que estamos sendo bobos e então tratamos de “enterrar” nossas emoções.
O importante é você se sentir bem, não importando o que os outros vão dizer ou não.
Não há nada de errado em dizer que você gosta de alguém! Errado é não dizer!
Não importa se é namorada, namorado, amiga, amigo, pai, mãe, irmã, irmão… enfim, qualquer pessoa!
É muito bom gostar das pessoas, e melhor ainda é dizer isso para elas!
Não há nada de errado em dizer que você gosta de alguém! Errado é não dizer!
Não importa se é namorada, namorado, amiga, amigo, pai, mãe, irmã, irmão… enfim, qualquer pessoa!
É muito bom gostar das pessoas, e melhor ainda é dizer isso para elas!
Você tem medo de dizer eu te amo para alguém?
A simplicidade e a espontaneidade das crianças tem muito a nos ensinar.
Ame sem medo!
A simplicidade e a espontaneidade das crianças tem muito a nos ensinar.
Ame sem medo!
Mario Sérgio Cortella - Sabe com quem você esta falando?
Trecho do video que traz a seguinte questão: Você sabe com quem está falando? Isto nos instiga a pensar sobre o que responderíamos se fossemos indagados. Afinal, todo mundo conhece bem esta expressão e sabe exatamente o que a pessoa que a pronuncia quer dizer ou aonde quer chegar. Pois bem, Cortella vai muito mais longe, mais do que responder a questão você sabe com quem está falando?, ele nos induz a refletir sobre o que é o ser humano, quem somos nós dentre tantas outras espécies, de [...]
Cuidado com a forma de falar a verdade
Um rei sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um advinho para interpretar o sonho.
- Que desgraça, senhor! - exclamou o advinho. - cada dente caído representa a perda de um parente de Vossa Magestade.
Enfurecido, o rei chamou os guardas e ordenou que aplicassem cem chicotadas no homem. Mandou depois que trouxessem outro advinho à sua presença e contou-lhe o sonho. O novo advinho disse ao rei:
- Grande felicidade vos está reservada, Alteza. O sonho significa que havereis de sobreviver a todos os vossos parentes.
Imediatamente, a fisionomia do rei se iluminou num sorisso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao advinho. Quando o homem saiu do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma feita pelo seu colega. Não entendo por que ao primeiro ele pagou com chicotadas e a você com cem moedas de ouro.
- Lembre-se, meu amigo - disse o advinho - , tudo depende da maneira de dizer....
Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida, mas a forma como ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas, seja na empresa, seja na vida particular.
Ou seja , a forma faz toda a diferença! pense nisso sempre.
by Carla Medrado
domingo, 12 de junho de 2011
Nova versão do simulador de aposentadoria está disponível na internet
Fonte: MPS - 07/06/2011
O Simulador de Tempo de Contribuição é uma ferramenta que permite ao trabalhador calcular o tempo de contribuição dos segurados do Regime Geral de Previdência Social.
A nova versão deste aplicativo substitui a anterior, trazendo uma interface mais didática, com mais facilidade e clareza para o usuário executar o cálculo do seu tempo de contribuição.
Ao acessar o serviço na página da Previdência Social:
Ao acessar o serviço na página da Previdência Social:
(Lista completa de serviços ao segurado)
> Calcule sua Aposentadoria
> Simulação da Contagem do Tempo de Contribuição).
O usuário deve informar as datas de admissão e demissão de cada um dos contratos de trabalho.
Ao final da simulação é possível saber se o usuário tem as condições para a aposentadoria, assim como o tempo que falta para ter direito à aposentadoria integral. No caso de aposentadoria proporcional, além do tempo de contribuição o aplicativo verifica se o usuário possui a idade mínima, requisito obrigatório para o reconhecimento do direito ao benefício.
Esta versão do aplicativo inova na medida em que realiza a validação dos dados cadastrais inseridos pelo cidadão, verificando os dados já existentes no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).
Ao final da simulação é possível saber se o usuário tem as condições para a aposentadoria, assim como o tempo que falta para ter direito à aposentadoria integral. No caso de aposentadoria proporcional, além do tempo de contribuição o aplicativo verifica se o usuário possui a idade mínima, requisito obrigatório para o reconhecimento do direito ao benefício.
Esta versão do aplicativo inova na medida em que realiza a validação dos dados cadastrais inseridos pelo cidadão, verificando os dados já existentes no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).
Ao identificar divergência entre os dados inseridos e os do CNIS, o usuário é informado que deve agendar um atendimento em uma Agência da Previdência Social para a regularização do cadastro.
Soneca energizante
Pois saiba que este “soninho” após o almoço não é nada de anormal. A ciência já consegue explicar que o Ser Humano apresenta dois ciclos de sono: o primeiro, de maior duração, vai das 23 às 7 horas da manhã seguinte, e o segundo, de menor duração, vai das 13 às 16 horas..
Por isso, não se preocupe. Sentir uma sonolência entre o início e o meio da tarde é normal, do ponto de vista biológico. O que entristece é que isto não é visto como algo que pode funcionar a nosso favor visto que não é considerado normal na nossa cultura.
Pesquise um pouco em países como Espanha, México, Itália ou Grécia, e você vai verificar que a famosa siesta está perfeitamente incorporada à cultura daqueles povos. Inclusive, muitas lojas comerciais chegam a fechar suas portas neste período.
Entretanto, entre nós, a imagem daqueles que tiram um cochilo ou uma soneca no início da tarde, após o almoço, é a de preguiça, indolência e fuga de suas atividades e do seu trabalho.
Infelizmente, a grande maioria das empresas ainda não descobriu o que a ciência já confirmou, ou seja, os benefícios que uma soneca energizante pode fazer pelos seus colaboradores.
Uso o termo soneca energizante como tradução do termo inglês power nap. Esta expressão foi criada por James Maas e se caracteriza por ser um sono de curta duração que termina antes da fase de sono profundo e que proporciona à pessoas uma revitalização, isto é, faz com que a pessoa atinja o mesmo nível de energia daquele existente no período da manhã.
Para mais, esta soneca energizante maximiza os benefícios do sono, suplementando o sono convencional noturno, principalmente quando a pessoa tem um déficit de sono, isto é, não dormiu o número de horas ideal na noite anterior.
O que é importante salientar é que muitas empresas já estão incentivando e incorporando à sua cultura organizacional a prática da power nap. Basta dizer que nos Estados Unidos, um terço da população já cochila duas vezes por semana. E, mais ainda, uma empresa norte americana viu nisto um filão para seu negócio: oferece espaços silenciosos, calmos e adequados para as pessoas cochilarem ou dormirem no horário comercial. Outras, grandes companhias, como Nike e Pizza Hut, já oferecem salas de descanso com cadeiras especiais para que seus colaboradores tirem uma soneca energizante.
Este assunto vem se tornando tão importante que já resultou no livro Take a nap. Change your life, escrito pela psicóloga Sara Mednick, do Salk Institute for Biological Studies, na Califórnia.
Caso você queira incorporar o hábito de tirar um cochilo antes das suas atividades da tarde, atente para os seguintes detalhes:
- encontre um local onde você não será perturbado por outras pessoas e por telefones; você deve ficar confortável e relaxado;
- escureça este local ou, na impossibilidade, use uma venda para os olhos, como as que são oferecidas em vôos de longa duração. A escuridão estimula a produção de melatonina, o hormônio do sono;
- lembre que a temperatura corporal diminui quando você adormece. Para mantê-la em um nível ideal, use uma manta ou cobertor ou aumente a temperatura do ambiente com o aparelho de ar condicionado;
- o tempo desta soneca energizante deve ser de 20 a 30 minutos, no máximo. Após este tempo, o sono começa a se transformar em sono profundo, o que não deve acontecer. Se você acha que vai ultrapassar este período, use um despertador;
- este cochilo não vai interferir em nada no seu sono noturno;
- caso você não consiga tirar esta soneca, substitua-a por alguma técnica de meditação, visto que ela descansa o corpo e produz ondas cerebrais mais lentas, similares às do sono.
Meu conselho é: faça da soneca energizante um hábito. Quando ela fizer parte da sua rotina diária de trabalho, ela vai permitir que seu corpo espere por ela após o almoço, como se fosse algo extremamente necessário. Ao se tornar regular, você terá muita facilidade para cochilar rapidamente e acordar facilmente depois de 20 ou 30 minutos.
Mas, acima de tudo, nunca se sinta culpado. Lembre-se que a soneca energizante não é para pessoas preguiçosas ou que sofrem de depressão. A História tem exemplos de pessoas famosas que incorporaram este hábito ao seu dia-a-dia, como Bill Clinton, Lance Armstrong, Leonardo da Vinci e Thomas Edson.
A soneca energizante é um caminho para lhe dar energia física e mental no meio do dia. Mesmo tendo uma boa noite de sono, seu corpo e sua mente necessitam de uma “parada técnica” por 20 minutos, Estudos mostram que estes 20 minutos após o almoço ou no início da tarde proporcionam mais descanso do que 20 minutos a mais no sono da manhã.
Esta re-energização física e mental traz uma série de benefícios para você enfrentar o segundo turno do seu trabalho:
- redução do estresse
- menor risco de problemas cardíacos
- melhor saúde
- melhora nossos reflexos
Ela foi tirada em uma rodovia australiana perto de Melbourne. Isto traduz, de forma inconteste, a preocupação das autoridades com este tipo de problema.
- a atividade cerebral é mantida em alta durante todo o dia de trabalho
- aumento da produtividade
- aumento da criatividade
- aumento da função cognitiva
- agente motivador para a atividade física
- agente protetor contra a sonolência
Cientistas também relataram os benefícios “profiláticos” da power nap em pessoas que necessitam ficar acordadas durante a noite, como trabalhadores de turnos alternados, estudantes e aqueles que trabalham com transporte, como caminhoneiros e pilotos de avião de vôos transcontinentais.
Outros benefícios incluem: diminuição da agressividade, aumento da paciência, aumento da concentração, além de ser uma escolha muito melhor do que ficar tomando café para seguir com seu trabalho e ter forças para o segundo tempo da sua atividade. Tudo isso tem impacto direto na sua eficiência.
Tente incorporar a soneca energizante ao seu cotidiano. Certamente você vai ficar impressionado (a) com os resultados e vai se sentir muito mais animado (a) e renovado (a).
Você está feliz no trabalho? Saiba quanto o clima organizacional influencia na sua produtividade
Trabalhar ao lado de pessoas positivas e animadas em um clima amistoso e tranquilo é o desejo de boa parte dos profissionais. Mais que bons salários e benefícios, o bom clima organizacional é um dos fatores que mais elevam a motivação e, por consequência, a produtividade.
Uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com mostra que o bom ambiente de trabalho é mais importante para 52% dos entrevistados, ficando à frente de oportunidades de promoção (22%) e salário (14%). Apesar disso, dependendo do perfil do profissional, não é fácil cultivar um bom clima no trabalho. Mas, com práticas simples e persistência, é possível.
O ambiente organizacional influencia o comportamento dos profissionais, mas eles também são responsáveis pelo ritmo desse ambiente. “Os dois fatores são verdadeiros. Toda empresa tem um ambiente estabelecido, que pode gerar insatisfação se ele não se encaixar ao perfil do profissional, mas também é de responsabilidade do colaborador mudar isso”, afirma a gerente de Marketing do Monster Brasil, empresa de recrutamento on-line, Andreza Santana.
Para a consultora em etiqueta corporativa, marketing pessoal e comportamento em mídias sociais, Ligia Marques, em um bom ambiente de trabalho os profissionais têm a capacidade de lidar com os contratempos de forma a não sobrecarregar o clima. Esse é o primeiro passo para cultivar um bom ambiente de trabalho.
Ambiente favorável
Ter a percepção de que também se é responsável pelo clima da área na qual atua pode ajudar a melhorar o ambiente organizacional. Adotando comportamentos positivos (e realistas) e reduzindo aqueles que minam o bom clima, os profissionais conseguem tapar alguns pontos escuros e opressores no trabalho. “Sempre tem aquele profissional que parece que gosta de cultivar um clima negativo”, alerta Andreza. Afastar-se desse ponto pode ser a medida imediata a ser adotada. Por isso, evite entrar em fofocas e em movimentos de boicote seja ao líder seja a algum colega.
Outros comportamentos que ajudam a manter um clima pesado advêm da insatisfação. “O funcionário que não está satisfeito tende a ter um rendimento ruim no trabalho e isso impacta no ambiente organizacional”, considera Andreza. Dessa forma, tente equilibrar o seu perfil com o da empresa, para que não haja problemas depois. Se essa identificação não for possível antes de iniciar o trabalho, preste atenção em você.
As especialistas ressaltam que os profissionais tendem a culpar a empresa, o chefe e os colegas pelo clima pesado e estressante. Mas não é bem assim. A mudança deve partir de cada um. E a partir daí, tudo em volta tende a mudar. “O problema muitas vezes está no próprio funcionário. Nessa hora, é preciso parar e pensar qual é o problema”, afirma Andreza.
“Lembrando que suas atitudes formam a sua boa imagem profissional e que hoje 85% das suas chances são pautadas nessa boa qualidade de relacionamento com colegas, colocar-se no lugar dos outros e não exagerar nas atitudes são dicas gerais que funcionam sempre”, afirma Ligia. Ela explica que o bom humor, a honestidade, o respeito à hierarquia, a educação e a ética são as bases para um bom clima.
O líder como semeador
Quem conduz a equipe não pode ficar alheio a essas questões. As especialistas afirmam que embora não seja o único fator que favorece ou desfavorece um clima agradável, é o comportamento do líder que muitas vezes condiciona o clima organizacional. “A primeira pessoa que dita o comportamento da equipe é o líder. Ele tem essa responsabilidade”, ressalta Andreza, da Monster.
Por isso, um gestor que cultiva comportamentos negativos só piora o ambiente. E ainda que ele cultive atitudes positivas, alguns pontos específicos ajudam a minar o bom clima. “O gestor tem de ter o bom senso de entender o que é prioridade e qual é o talento de cada um. Se um profissional é subaproveitado, ele tende a ter atitudes negativas, que podem se espalhar para os demais colegas”, afirma a especialista.
Claro que, como em qualquer empresa, momentos ruins aparecerão, seja pelos resultados baixos, seja pelo fim de algum contrato importante, seja pela meta não cumprida. Cultivar atitudes positivas não é tentar criar um “mar de rosas” no mundo corporativo. É entender que problemas existem e vão existir sempre, mas é possível não ser engolido por eles. E ainda que no fim os projetos não saiam do jeito que se planejava, aprender com os erros e dar um passo mais eficiente é a melhor maneira de manter um clima agradável e sustentar uma carreira crescente, segundo Ligia. “Aqueles que conseguem enxergar alguma deficiência em termos comportamentais e buscam ajuda e se aperfeiçoam estão investindo na carreira de uma maneira eficiente”.
“Tinha que ser estagiário!”
Aposto que você nunca escutou tal frase atribuída a alguma boa ideia apresentada por um estagiário. Figura profissional encontrada nas empresas, podem ser sim muito criativos e ousados. São simples, diretos em suas colacações e com facilidade quebram paradigmas nas organizações.
Eles geralmente não são muito respeitados quando tentam propor um ideía. Talvez pela juventude ou pela ingenuidade ou até pela ignorância (juntando esses três elementos é possível se tornar a pessoa mais corajosa do mundo corporativo), eles conseguem ser, ao mesmo tempo, divertidos, críticos e leves.
Muitos não tem espaço para propor suas ideas e são como mão de obra barata, sem nenhuma perspectiva de aproveitamento na empresa, apenas como tarefeiros com tempo de validade determinado.
Agora, é claro que essa figurinha pode também ser extremamente irritante. Principalmente quando acha (por pura ignorância, é claro) que já sabe tudo. Que está ali só para cumprir as horas de estágio e que não tem o que aprender. A sua autoconfiança é algo invejável, e a certeza de que aos 18 anos já conhece tudo da vida. Impossível não lembrar de quando tínhamos essa idade e também achávamos que já conhecíamos tudo.
Talvez aqui valha a frase do poeta Jean Cocteau: “não sabendo que era impossível, foi lá e fez”. Essa é a frase que melhor define um estagiário. Ele pode não ter total conhecimento técnico da função nem o poder para transformar as coisas naquele momento, mas a falta de “amarras” e vícios permite que encontrem solução para tudo. Basta que tenham espaço para expor a criatividade.
Bom, se você ainda não conseguiu se convencer da importância do estagiário, tenho um motivo menos nobre. Na velocidade em que o mercado de trabalho corre hoje, não me admira que, de uma hora para outra, o estagiário vire seu chefe.
Feliz dia dos Namorados
Dia dos Namo
rados
O importante da data é comemorar com muito romantismo 
O dia dos namorados é uma data especial.
Seu surgimento foi em homenagem aos deuses Juno e Lupercus, conhecidos como os protetores dos casais. No dia 15 de fevereiro, faziam uma festa a estes, agradecendo a fertilidade da terra, os rapazes colocavam nomes de moças em papeizinhos para serem sorteados. O papel retirado seria o nome de sua esposa.
Como muitos casais apaixonados eram impedidos por suas famílias de casarem-se, um padre de nome Valentino passou a realizar matrimônios às escondidas, quando os casais fugiam, para que não ficassem sem receber as bênçãos de Deus.
Com isso, o dia 14 de fevereiro passou a ser considerado o dia de São Valentin (Valentine’s Day), em homenagem ao padre, sendo comemorado nos Estados Unidos e na Europa como o dia dos namorados.
A divulgação da data no Brasil foi feita pelo empresário João Dória, que havia chegado do exterior. Representantes do comércio acharam uma ótima ideia para aquecer as vendas e escolheram o dia 12 de junho para ser o dia dos namorados em nosso país. A data foi escolhida às vésperas do dia de santo Antônio, o santo casamenteiro.
As pessoas apaixonadas costumam presentear seus namorados ou cônjuges, a fim de mostrar todo o amor que sentem.
Nessa data, os casais saem para trocar presentes e comemorar, com um jantar romântico, a paixão que sentem um pelo outro, a afetividade e o amor, como forma de agradecer o companheirismo e a dedicação entre ambos.
Mas existem várias formas de comemorar o dia dos namorados. Mandar flores, cestas de café da manhã, uma cesta de happy hour para degustarem juntos, mensagens por telefone, serenatas, fazer uma pequena viagem, passar um dia em uma casa de relaxamento (SPA), dentre outras.
O importante é usar a criatividade e o romantismo!
terça-feira, 7 de junho de 2011
Cenário econômico pode explicar a multiplicação de greves pelo país
Greves se multiplicam por todo o país. Funcionários públicos, da iniciativa privada e até bombeiros fizeram uma paralisação. O que está acontecendo? Qual é a explicação?
Os especialistas explicam que há uma perigosa mistura entre inflação, economia aquecida e falta de mão de obra. Em alguns casos, a reivindicação por melhores salários resultou em protesto e tumulto como:
A greve dos bombeiros do Rio de Janeiro. A invasão do quartel e o confronto com a polícia foi o extremo de uma negociação de meses com o estado que nunca caminhou para o acordo. Salário é a reivindicação, a mesma de todas as outras categorias em greve.
Em Curitiba, os funcionários da fábrica da Volks não trabalham há 33 dias. Mais de 19 mil veículos deixaram de ser produzidos: um prejuízo de R$ 800 milhões, na maior paralisação da história da montadora.
Na Bahia, são cinco mil professores parados nas quatro universidades estaduais. Os estudantes estão sem aula há mais de dois meses.
Em Minas Gerais, é a Polícia Civil que protesta. Investigadores, escrivães, detetives e delegados não trabalham em 80% das delegacias desde o dia 10 de maio.
Em São Paulo, os sindicatos pararam algumas linhas de trens da CPTM e os ônibus da região do ABC, o que gerou um caos para quem dependia de transporte público.
O cenário econômico pode explicar todas essas greves - mercado de trabalho aquecido com falta de profissionais qualificados, crescimento menor e inflação que pesa dos dois lados corrói o salário dos trabalhadores e a lucratividade das empresas.
Toda vez que temos a economia crescendo e o mercado de trabalho aquecido, significa uma segurança maior para o trabalhador, porque essa economia crescendo gera maiores oportunidades e gera também uma disputa e uma competitividade entre as empresas para segurar os seus profissionais mais qualificados.
Do outro lado da mesa, os empresários pesam os reajustes salariais de anos anteriores, os impostos e o aumento no preço das matérias-primas e energia elétrica.
As pesquisas estão indicando que tanto a produtividade quanto a rentabilidade das empresas estão caindo. Ou seja, há uma certa ilusão de que o mercado de trabalho pode ser favorecido porque o consumo é alto.
A situação pode se complicar ainda mais no segundo semestre. Temos categorias muito grandes e muito bem organizadas que entram em negociação, como é o caso dos bancários, dos petroleiros, dos metalúrgicos. Esperemos que a inflação recue e que o bom senso volte do lado dos dois parceiros para poder manter uma negociação que seja mais racional e mais civilizada.
Analistas de mercado apontam expectativas de inflação em 2011 de 6,22%, índice que está bem acima da meta do governo, que é de 4,5%.
Você não é a cadeira
O título do post pode até parecer meio óbvio na primeira leitura. Mas, meus caros amigos, garanto que não é tão óbvio assim. Vocês não imaginam a quantidade de pessoas que conheço no mundo corporativo que não fazem ideia de onde acabam seus traseiros e começam as benditas cadeiras nas quais sentam. São pessoas que confundem o que fazem com o que são. Suas identidades estão totalmente atreladas às suas funções e, sem elas, não sabem como lidar com o dia a dia. Confundem facilmente o “poder” que têm naquele momento (em função do cargo que exercem) com a sua importância como ser humano. Pense rápido: quantas pessoas você conhece que se encaixam nesse perfil? Profissionais que, quando confrontados com a pergunta “quem você é?”, respondem prontamente com seus cargos e patentes: “sou diretor xpto”, “sou gerente de departamento da empresa xxxxx”, “sou presidente da yyyyyy”.
O que eles ignoram é que “estão” e não “são”. Lembro-me da cara de assustado de um profissional do alto escalão de uma empresa quando ele me fez essa mesma pergunta em um jantar, eu respondi: “sou André Moragas, flamenguista, pai e de bem com a vida”. É claro que fiz para provocar e ver a sua reação, pois essa questão já me incomodava há algum tempo. Me senti como um E.T.. O sujeito me observou durante alguns segundos, tentando entender a minha resposta. Acabei ficando com pena do cidadão e disse meu cargo e empresa. O suspiro de alívio do moço parecia dizer: “graças a Deus, ele fala a minha língua”.
Mas quem dera se o problema estivesse só nessa confusão de apresentações. O que acontece na maioria das vezes é que essa síndrome aguda de personalidade (ou a falta dela) faz com que os profissionais (geralmente dos níveis mais altos da organização) comecem a, de fato, se comportar como se fossem a cadeira em que sentam. Acham que têm poderes ilimitados e que o cargo (seja ele qual for, gerente, diretor, vice-presidente) reflete a sua verdadeira identidade. Os extremos dessa situação são as conhecidas “carteiradas” que vêm precedidas da famosa pergunta “você sabe com quem está falando?”.
Ao longo da carreira, sempre me dei conta do “poder” que tinha a cadeira na qual estava sentando e mantinha a preocupação constante de não deixar que ela me contagiasse. Quando era repórter do Globo, sabia que as autoridades e os presidentes de empresas me atendiam não pelos meus belos olhos castanhos, mas pela bagagem que levava: algumas mil centenas de leitores. Ficava imaginando como seria se eu ligasse para as mesmas pessoas me identificando como repórter do “Diário do Amanhã” (o nome é fictício, é claro).
O mesmo continua valendo para hoje. Mesmo depois de 20 anos de mercado, e de ter um certo reconhecimento em alguns setores, tenho certeza de que não é apenas pelo meu nome que sou recebido ou convidado para fóruns diversos. É claro que a bagagem e conhecimento acumulados ao longo desses anos contam, mas o que acaba fazendo a diferença entre sentar na primeira fila (na turma do gargarejo) ou estar do lado dos que só enxergam o show com binóculos é o “poder” da cadeira na qual estou sentado.
O mais engraçado ainda é perceber a reação de pessoas próximas quando essa cadeira “diminui”. Tem gente que não consegue disfarçar e, de uma hora para outra, parece que nunca ouviu seu nome na vida. Já passei por muitos altos e baixos na carreira e a grande vantagem é que, depois desses períodos, consegui distinguir quem olha para você e quem olha para a cadeira na qual está sentado.
O mais engraçado ainda é perceber a reação de pessoas próximas quando essa cadeira “diminui”. Tem gente que não consegue disfarçar e, de uma hora para outra, parece que nunca ouviu seu nome na vida. Já passei por muitos altos e baixos na carreira e a grande vantagem é que, depois desses períodos, consegui distinguir quem olha para você e quem olha para a cadeira na qual está sentado.
Bom, fica a dica: se sentar numa “cadeira poderosa”, tente não se contaminar. Continue sendo você mesmo e não deixe o sucesso subir à cabeça, ele pode ser momentâneo. E, como me disse uma vez um bom amigo, trate bem as pessoas quando estiver subindo, pois você vai encontrar as mesmas quando estiver descendo.
Enviado por André Moragas
Há esperança para os imperfeitos
Há muito tempo ando achando o mundo totalmente esquizofrênico. Volta e meia me pego observando o comportamento das pessoas e constatando que nada tem sentido algum. Olho para a televisão e vejo a apresentadora dando uma notícia que já foi anunciada mil vezes com uma expressão beirando a perplexidade. Nas relações afetivas, os casais acenam com relacionamentos perfeitos, tentando esconder a todo custo um universo de decepções. Nas parcerias de trabalho então, nem se fala. Uma amiga afirma, com propriedade, que todo mundo parece estar fingindo o tempo inteiro. Fingem que dominam as técnicas mais complicadas, que são ótimos no quesito relacionamento humano, usam calças compridas mas juram que não têm estrias nem celulites, enfim, fingem que podem tudo desconhecendo a grande liberdade do ser humano, que é a consciência constante de que não sabemos nada, não dominamos nada, apenas tentamos... e tentamos...
Por causa disso desenvolvi uma técnica imbatível para me sentir cada vez melhor: rir de tudo, rir de todos e, principalmente, rir de mim mesma. Outro dia mesmo cometi um erro crasso e, a certa altura, recebi a ligação da pessoa para a qual eu tinha feito o trabalho. Cheia de dedos, a pessoa disse que não tinha entendido direito o que eu queria dizer, mas fui direta: "Eu não quis dizer nada não, eu errei mesmo". Só que, ironicamente, é essa liberdade de errar, de eventualmente fracassar, que vai nos tornando mais resistentes as nossas próprias falhas. Que são tantas e tão recorrentes...
Que me desculpem os perfeitos, os que sabem tudo, os que não falham nunca. Para esses, não custa lembrar a frase do russo Tchekhov: "Errar é humano: mais humano ainda é atribuir o erro aos outros", artimanha usada com maestria por muita gente. Enfim, ando pensando que a vida não tem solução como a idealizamos. Talvez a culpa seja dessa sensação ilusória de imortalidade que toma conta daqueles que têm o nariz em pé. Aqueles que sabem que vão morrer mas que, volta e meia, esquecem desse detalhe insignificante.
por Bety Orsini
Saiba o que é mito e o que é verdade na busca por um emprego
Idade atrapalha? Ter filhos é um problema? E as redes sociais? Especialista responde dúvidas e dá dicas que podem ajudar bastante na busca por um empregoQuando o assunto é a busca por um novo emprego, muitas dúvidas surgem na cabeça dos candidatos. Aqueles que acabaram de ter filhos sofrem com a possibilidade de o empregador não querer pessoas com crianças pequenas. Outros, mais velhos, temem ser preteridos por conta da idade. Mas será que esses fatores realmente contam? Para esclarecer estas e outras dúvidas, o InfoMoney consultou a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Juliana Gomes. Veja, abaixo, as respostas.
Idade atrapalha?Segundo Juliana, quando o assunto é idade, as pessoas temem ser preteridas por serem mais velhas ou serem novas demais. Neste último caso, sobretudo, se estiverem pleiteando um cargo de liderança.Entretanto, de acordo com a headhunter, tudo depende da posição e do perfil da empresa. “Não adianta querer colocar um profissional mais jovem para liderar pessoas com perfil sênior, por exemplo, e vice-versa”.
Ter filhos é um problema?A questão de que as empresas não querem contratar pessoas com filhos, sobretudo pequenos, é um mito, afirma a especialista. De acordo com ela, cada vez mais, as empresas estimulam a qualidade de vida do profissional e esperam que ele saiba administrar o tempo. “A questão é de maturidade de administração”.
Morar longe pode?A distância e especialmente o tempo de deslocamento entre casa e trabalho são fatores nos quais as empresas prestam atenção, ganhando ainda mais importância nas grandes cidades, como São Paulo.Por outro lado, Juliana explica que o tempo de deslocamento não é um fator de eliminação, mas pode ser “um voto de minerva” em alguns casos.
Não ter perfil em redes sociais é um crime?As redes sociais entraram definitivamente na vida das pessoas e isso inclui o mercado de trabalho. Atualmente, diz a especialista, os recrutadores investigam como as pessoas se relacionam na rede, observando tanto o relacionamento com amigos como com o networking. “As pessoas tem que estar na rede, ligadas no que está acontecendo”.
Ser mandado embora é sinal vermelho?Ter sido mandado embora do trabalho não é motivo para preocupação. O problema, diz Juliana, é quando a dispensa se torna recorrente. “É perfeitamente natural sair quando os valores da empresa não combinam mais com os da pessoa. O problema é quando isso acontece repetidas vezes”.
Muitos empregos em pouco tempo é ruim?Neste caso, explica a especialista, a imagem do candidato pode ser prejudicada. O ideal é que a pessoa termine os projetos começados e fique ao menos de um a dois anos em cada companhia. O contrário, acrescenta, ficar muito tempo em uma empresa também é ruim, especialmente se a pessoa não obteve qualquer evolução no período.
Processo de trabalho e licença saúde impedem novo emprego?Ter no “currículo” um processo de trabalho ou uma licença saúde não impactam na busca por um novo emprego, esclarece Juliana. Contudo, no primeiro caso, diz, muitos processos podem chamar a atenção. Já no segundo, independentemente do que tenha acontecido, explica, o que importa é postura do profissional, o comprometimento com o trabalho e os resultados obtidos.
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