domingo, 22 de abril de 2012

O perfil humano das novas lideranças

As empresas estão certas de que no âmbito da Gestão de Pessoas tornou-se crucial a adoção de um novo perfil que sugira, também, um novo modo de pensar e agir quanto ao incentivo das práticas da nova liderança. Mas, a despeito da maioria dos líderes considerarem o trabalho em equipe importante e investir na formação de um time de alto desempenho, ainda é notória a dificuldade quanto à adoção dos conceitos da nova liderança nas células de trabalho.

É fundamental que o novo líder seja flexível e consiga inteirar-se das necessidades e expectativas do grupo, despertando em todas as pessoas o desejo de cooperar por disposição própria e não por imposição. "Pessoas precisam ser tratadas cada vez mais como parceiras e não mais como empregadas", Peter Drucker. Esse é o estímulo e o caminho para a configuração da liderança essencial.

Entende-se que o próprio ritmo imposto pelas demandas inerentes à função do líder, somado ao compromisso com a entrega dos resultados, traz dificuldades à proposição do trabalho colaborativo. Afinal, muitas vezes é mais rápido fazer por si mesmo do que dispor de tempo para formar pessoas até que tenham condição de contribuir de forma autônoma. Mas, esse é o principal papel do líder: desenvolver aqueles que estão sob a sua responsabilidade.

O perfil das novas lideranças é permeado por conceitos, tais como: aprendizado em grupo, relações interativas, ações colaborativas, criação de alianças e melhoria do ambiente de trabalho, mas todos ficam sujeitos à percepção particular de cada indivíduo. Cabe ao gestor interpretar e criar um sentido comum quanto ao trabalho em equipe, através de um esforço conjunto que contemple o bem-estar da empresa e de seu contingente humano.

Um líder que não conheça a si mesmo, não conseguirá conhecer sua equipe. O autoconhecimento tem papel de destaque dentre as habilidades do novo líder, que deve estar sempre atento às expectativas e às necessidade dos seus colaboradores. Para isso é essencial que, antes de tudo, tenha conhecimento de seus talentos e suas limitações, através de uma autoavaliação justa que o permita, a partir de si próprio, entender e considerar o perfil de seus colaboradores.

"É imperativo ter consciência de que as pessoas são feitas de corpo, mente, emoções e espírito" - Stephen Covey. Equipes não devem ser gerenciadas, mas, sim lideradas. Desse modo, enxergar as pessoas na sua complexidade e estimular o potencial de realização de cada uma delas, oferecendo-lhes um modelo de conduta pautado na consideração e respeito mútuo, é o único modo de garantir a conquista dos resultados e a manutenção dos talentos de uma empresa.

No cenário atual não há mais espaço para que os gestores reproduzam o modelo onde o colaborador é um ativo da empresa, devendo assim ser controlado e não orientado. Na esfera das novas lideranças considera-se, enquanto premissa básica, a eficácia dos modelos de Gestão de Pessoas em linha com as necessidades e as expectativas do grupo.

O líder, através das suas atitudes e iniciativas, deve ilustrar a mudança que deseja provocar na sua equipe. Deve, pelo exemplo, suscitar nos seus liderados o desejo de segui-lo, pois "se a palavra ilustra, o exemplo arrasta", a referência é fundamental. No sentido das novas lideranças, se um gestor consegue inspirar seus colaboradores a sonhar mais, aprender mais e se tornar mais, certamente estará cumprindo com maestria a missão do líder.

Palavras-chave: | estilo de liderança | equipe | produtividade |

Coaching, apoio eficaz na melhoria da gestão de pessoas


José Roberto Marques
É um dos pioneiros em Coaching no Brasil, com experiência de mais de 26 anos no Desenvolvimento de Pessoas. Fundador e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) é o único treinador, no Brasil, autorizado pelo Behavioral Coaching Institute (BCI) a ministrar o treinamento - Advanced Coach Senior (Pós Master Coach). Site IBC: http://www.ibccoaching.com.br/ - Facebook: http://www.facebook.com.br - /INSTITUTOBRASILEIRODECOACHING - TWIITER: http://www.twitter.com/ibccoaching
Desenvolver pessoas e equipes - Este é um dos maiores desafios dos gestores atuais. E não é para menos, fatores como a forte concorrência de mercado, a alta competitividade e a necessidade de reter os talentos exigem que os profissionais, principalmente os em postos de liderança, desenvolvam novas competências para, dessa forma, potencializar os recursos e as habilidades dos profissionais que compõem a empresa.

Estar preparado para desenvolver, conduzir e motivar pessoas exige que as próprias lideranças evoluam suas habilidades e aprendam a lidar com as necessidades, objeções, insatisfações, expectativas de futuro e projeções de carreira dos colaboradores, de forma madura e efetiva. Neste sentido  cursos de gestão de pessoas que utilizam o Coaching como metodologia tem sido cada vez mais procurados por gestores e empresas, que têm como meta não apenas gerar resultados com suas equipes, mas também desenvolver colaboradores de forma sistêmica.
Uma prova da importância de investir no capital humano é a pesquisa realizada pela Universidade de Harvard sobre as principais "Ameaças às Vantagens Competitivas", que aponta que, para superar empresas que ocupam o primeiro lugar em seu segmento, e tem como base o desenvolvimento de pessoas, é necessário pelo menos sete anos de tentativas, por parte das concorrentes, ao contrário das organizações que elegem como elementos de competição - preço, produto ou propaganda e publicidade, que segundo a pesquisa, levam menos de um ano para serem superadas.

Coaching na Gestão de Pessoas
Através de suas técnicas e metodologias, advindas de diversas ciências que estudam o comportamento humano, o Coaching é muito utilizado por empresas e lideranças para gerir pessoas e equipes, pois apóia no autoconhecimento, no alinhamento da cultura organizacional, na criação de um ambiente favorável, na melhora do desempenho, no aumento da motivação dos liderados, por exemplo.

Os profissionais que fazem cursos de gestão de pessoas, com Coaching, alcançam melhores resultados em seu trabalho por encontrar nesse processo não apenas ferramentas para desenvolver seus liderados, mas também: autodesenvolvimento, autoconhecimento e a potencialização de suas habilidades de liderança.
Assim preparam-se para ser grandes líderes, uma vez que, neste treinamento de liderança, com o suporte do Coaching, conseguem ser mais assertivos e efetivos em suas ações, aprendem a identificar focos de crises, alinhar de forma eficaz os colaboradores a cultura da empresa, resolver conflitos entre colaboradores, nas relações interpessoais e a motivá-los para que desenvolvam todo seu potencial, e dessa forma, cumpram as metas que a empresa projetou.
Se você é gestor de pessoas e quer potencializar sua atuação, fica a dica: Coaching é o mais eficaz processo de desenvolvimento de pessoas existente na atualidade, e com ele, sua empresa só tem a ganhar.
Palavras-chave: | coaching | estilo de liderança |

Coaching e Mentoring - Entenda as diferenças





Existem diversos tipos de abordagens comportamentais que auxiliam os indivíduos a evoluírem de uma condição limitante para uma melhor e mais favorável ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, e duas dessas abordagens são:  Coaching e Mentoring.





Coaching é um processo de aceleração de resultados, que visa o desenvolvimento de habilidades e competências emocionais, psicológicas e comportamentais, com foco no alcance de realizações no presente e futuro, e é conduzido em sessões por um profissional denominado - Coach.
Um Coach ao contrário de um mentor, não diz ao seu cliente o que fazer, e não precisa ser necessariamente mais velho ou ter mais experiências que o cliente. Seu objetivo é apoiá-lo a fazer reflexões, ter novos insights sobre sua vida e carreira, através de metodologias, técnicas e ferramentas do Coaching que primam pelo autoconhecimento e evolução contínua, ou seja, a ter uma maior compreensão de quem ele é; daquilo que gosta, de seus desejos, limitações, pontos de melhoria, pontos fortes, para que assim o cliente possa traçar um plano de ações consistente, maduro e dentro de suas necessidades e possibilidades de realização.

No Mentoring, um profissional mais velho e mais experiente oferece seu know-how a um jovem talento, e como um mentor, o ajuda em questões ligadas a sua carreira, e comumente até em questões de cunho pessoal. O Mentoring, diferente do Coaching, não tem necessariamente um tempo determinado para acabar, e segue até o mentorado sentir-se preparado o suficiente para seguir sozinho, e pode ser realizado na empresa ou mesmo na casa do cliente.

No Brasil recente pesquisa apontou que apenas 10,9% das empresas utilizam mentores, enquanto que a busca por Coaching Executivo, voltado para o desenvolvimento de competências de liderança de colaboradores de alto escalão, cresce nas organizações brasileiras, e isso se dá por ser mais rápido, possibilitar desenvolvimento de forma mais acelerada e com isso resultados efetivos, num espaço de tempo bem menor que o mentoring.

Palavras-chave: | coaching | mentoring | aprendizagem |

Consequência do confronto pessoal

Meu maior confronto é sempre comigo. A minha mente é capaz de travar longos diálogos internos, deixando-me completamente conturbada. Considero estes pensamentos como rivais do meu sucesso. Impedem-me frequentemente de alçar novos voos. Injustificável, afinal em inúmeras escolhas já feitas por mim obtive êxito e projeção indiscutíveis. Porém, isto não garante novos sucessos.

Alguns inimigos como nervosismo, falta de confiança e medo do fracasso são extremamente poderosos e confrontam com muitos dos meus sonhos e objetivos de vida. A luta interna é minha, meu maior inimigo passa a ser eu mesmo. Muitas pessoas ao sentirem a pressão de um limite interno, disfarçam acusando outros e até responsabilizando pais, colegas de trabalho, chefias, governo, infância pobre etc.

Eu sei disso, porque assim também o fazia. Ninguém na escola havia me ensinado o quanto nossos inimigos são responsáveis pelo que construímos e também pelo nem começamos. Acreditava que o resultado que obtinha era porque alguém teria o poder sobre mim e que, portanto, deveria conformar-me com a posição até ali alcançada.
Assim como eu, muitos moram, dormem, jantam, trabalham, estudam acompanhados de um inimigo gigante. E por total desinformação estranhas formas de defesa são criadas para evitar a presença pesada da sombra do inimigo. Por exemplo, muitas compras, muitas festas, muitas horas num quarto escuro, muitos quilos a mais, gritos, brigas, batalhas com direito a acusações, instalação de um ambiente de terror onde todos são responsáveis pela calamidade instaurada, menos a própria pessoa.

Sendo assim, tenhamos coragem para ter coragem.
Tenhamos teimosia para acabar com um ciclo vicioso.
Tenhamos orgulho ferido e levantemos contra nossos pensamentos.
Tenhamos falta de bom senso para dizer chega a nós mesmos.
Tenhamos humildade para admitir que eu alimento o meu maior inimigo e não os outros.
Tenhamos um segundo de total descontrole para impedir que o controle até então exercido, perca a força.
Tenhamos uma incrível vontade de desconstruir crenças e construir crenças elevadas capazes de nos levar até onde nossa essência sempre sonhou.
Afinal, no fundo sabemos o que queremos da vida apesar das nossas crenças nos amarrarem em nossa descrença sobre nosso potencial.
Abramos as comportas e azar.
Abramos os braços e deixe chegar.
Abramos nossos olhos para ver o que não víamos.
Abramos os pulmões e respiremos o oxigênio do merecimento.
Abramos os nossos filtros para captarmos somente aquilo que nos fará crescer.
Abramos o coração para que ele nos conduza.
Abramos nossa mente para que dela caiam todos os pensamentos recorrentes de incapacidade, de culpa etc.

Enfim, abram as comportas, abram alas, abram novas portas, abram janelas para o horizonte, abram tudo para que a vida sem julgamentos possa entrar e fazer morada.

Lembrem-se sempre:

"Se alguém lhe fechar a porta, é você que a está fechando, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. Aprenda com a sabedoria da água: ela nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna".

Palavras-chave: | meta | paradigma |

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Aprenda a controlar a raiva

Conte até dez e respire fundo. O conselho é antigo mas muito eficiente para a hora de tensão. O departamento de psicologia da Universidade Federal de São Paulo desenvolveu os exercícios abaixo que ajudam quando é preciso recuperar a calma. E o melhor é que as atividades podem ser feitas discretamente na sua mesa do escritório.



1. Sente confortavelmente. Afaste ligeiramente as coxas. Voltadas para baixo, apóie as mãos nas pernas. Relaxe os ombros. Feche os olhos e respire fundo por quatro segundos e encha a barriga de ar. Retenha o ar por dois segundos. Solte o ar por cinco segundos e sinta a barriga se esvaziando. Mantenha toda a atenção voltada aos movimentos respiratórios. Faça o exercício durante cinco minutos.

2. Mantendo o corpo relaxado, focalize a atenção no braço direito. Dobre o pulso e force ligeiramente a mão direita para trás. Mantenha a posição por dez segundos e sinta a tensão. Relaxe o pulso. Respire profundamente. Repita o exercício com a mão esquerda.

3. Focalize a atenção na perna direita. Mantenha o corpo relaxado. Force as pontas dos dedos do pé direito no chão. Levante o calcanhar e faça um pouco de força com os pés. Perceba a tensão. Relaxe o pé. Respire por três segundos. Repita com a outra perna.

4. Mantenha o corpo relaxado. Force os ombros em direção às orelhas. Respire. Perceba a tensão. Relaxe os ombros. Faça movimentos rotatórios com os ombros. Relaxe.

5. Focalize sua atenção no rosto. Franza a testa como se estivesse preocupado. Mantenha a posição por dez segundos. Perceba a tensão que se forma na testa. Relaxe. Respire fundo.

Desvendando o Código da Liderança o Código da Liderança

As fórmulas para se tornar um bom líder funcionam? O que dizem os psicólogos e sociólogos? Quais as principais teorias e pesquisas já realizadas?
Por Michelle Veronese
Em novembro, Sir John Robert Madejski trocou o terno e a gravata por uma bata de hospital e encarou uma longa sessão de ressonância magnética na Universidade de Reading, na Inglaterra. Os médicos fizeram uma varredura de seu cérebro. Cada detalhe da massa cinzenta do empresário foi escaneado enquanto ele era convidado a responder perguntas que simulavam decisões de negócios. Em tempo: Madejski é um dos homens mais ricos do mundo e dono de redes de hotéis, restaurantes, revistas e ainda empresta seu nome a um estádio de futebol. E não, ele não está doente. Ele se submeteu aos exames por outra razão: ajudar uma equipe de psicólogos, neurologistas e especialistas em liderança a descobrir quais mecanismos cerebrais diferenciam as pessoas comuns dos grandes líderes.
Não é primeira vez que a ciência tenta desvendar os mistérios da liderança. Desde que a palavra líder (do inglês to lead, que significa guiar, conduzir) entrou para o nosso vocabulário, na segunda metade do século XIX, neurologistas, psicólogos e sociólogos tentam entender a tal capacidade que algumas pessoas têm de guiar outras, influenciando-as com suas ideias. A liderança seria um talento natural ou resultado de um árduo aprendizado? Como devem agir os líderes? Como as mudanças da sociedade influenciam quem está no comando? Essas são algumas questões que, há tempos, intrigam os pesquisadores...

Da teoria à prática
As opiniões sobre liderança nunca foram unânimes. Por exemplo, o sociólogo alemão Max Weber afirmava que alguns indivíduos eram dotados de uma personalidade extraordinária, com qualidades incomuns, que os diferenciava dos demais. Eram os chamados líderes carismáticos, donos de uma espécie de conhecimento mágico. Entre eles, Weber destacava os heróis de guerra, profetas e feiticeiros. Já Sigmund Freud avaliou o papel do líder nas relações humanas. Para o austríaco, esse ocupa o papel do pai, enquanto os liderados são os filhos. Sua grande missão é organizar as vidas em busca de sentido.
No século 19, os estudos sobre liderança defendiam que essa era uma qualidade natural e que jamais poderia ser aprendida. Tal linha de pensamento ficou conhecida como a Teoria do Grande Homem e citava os reis e príncipes como exemplos de líderes natos. O dom da liderança, segundo essa visão, era transmitido de geração a geração, por laços de sangue, sendo comum em famílias de aristocratas. Assim, indivíduos com talento para liderar raramente seriam encontrados nas camadas baixas da sociedade.
Mais tarde, psicólogos partiram para outra abordagem da liderança. Dedicaram-se a analisar o perfil dos grandes líderes a fim de encontrar características comuns entre eles. Essas pesquisas deram origem às teorias dos Traços de Personalidade, que se empenhavam em listar as características que podem levar alguém a ocupar um posto de comando. Entre as principais, estão tolerância ao estresse, autoconfiança, bom relacionamento interpessoal e capacidade de aprendizado.
Com o tempo, a crença de que só existem líderes natos ficou para trás. Ganhou, então, espaço a ideia de que é possível, sim, forjar um líder. Para isso, bastaria observar as atitudes de quem sabe liderar e aprender com elas. Hoje, não faltam livros, manuais, cursos e treinamentos que tentam ensinar aos candidatos a líder o passo a passo para comandar com sucesso. E cada autor tem uma fórmula. Peter Northouse, em seu livro Leadership: Theory and Practice, explica que, para ter sucesso nesse papel, é preciso aprimorar as capacidades de resolver problemas, de julgamento social e o conhecimento. "Juntas, essas habilidades formam o coração da liderança efetiva", diz o autor.
 

Já David Ulrich, professor de Management na Ross School of Business da Universidade de Michigan e autor de o Código da Liderança (título designado para essa reportagem), enumera quatro atitudes que considera fundamentais para os líderes de sucesso: proficiência pessoal (ser capaz de controlar o próprio estresse e de conhecer-se), estratégia (planejar o futuro e compartilhar sua visão com os demais), execução (fazer as mudanças acontecerem), gerenciar talentos (cuidar dos empregados, comunicar-se com eles e orientá-los), desenvolver o capital humano (construir talentos que, no futuro, beneficiem a organização). "Entre 60 a 70 por cento das características que fazem de alguém um líder de sucesso podem ser agrupadas nessas cinco áreas", diz ele, em entrevista à revista Administradores.

O poder das circunstâncias
George Kohlrieser, diretor do Programa de Liderança e Comportamento Organizacional no prestigiado IMD (International Institute for Management Development), defende que liderança não é um talento nato e, sim, uma capacidade que pode ser desenvolvida. "Ela costuma ser melhor aprendida durante infância, a partir de modelos positivos, ou quando o indivíduo tem uma história de vida que incentiva a boa liderança", afirma o especialista. "Além disso, a necessidade e as circunstâncias também podem contribuir para formar bons líderes", diz ele.
Exemplos de líderes forjados pelo contexto não faltam na literatura e no cinema. Do Rei Arthur a Spartacus, de Robin Hood a Joana D'Arc, as histórias se repetem: o herói que desconhece seu poder é chamado à luta e acaba por liderar multidões. Na vida real, um exemplo clássico é o de Franklin Delano Roosevelt, presidente dos Estados Unidos de 1933 a 1945. À frente da Casa Branca, ele encarou nada menos do que a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. Seus biógrafos e admiradores não cansam de exaltar seu talento para liderança e sua personalidade marcada pela autoconfiança, equilíbrio e companheirismo. Para muitos, as características que fizeram dele um grande líder teriam sido aprimoradas em sua luta contra a poliomielite, doença que contraiu aos 39 anos e que comprometeu sua capacidade de movimento.
As circunstâncias adversas, por sinal, são essenciais na hora de avaliar a capacidade de liderança. Quando o imprevisível dá as caras e todos os fatores estão contra o grupo, muita gente se pergunta: como comandar com sabedoria? "Nessas horas, o mais importante é manter uma atitude positiva, procurando por oportunidades à sua volta. Os grandes líderes fazem isso: eles estão incansavelmente buscando meios de aprender com as crises", explica George Kohlrieser. Segundo ele, nesses momentos, é preciso também inspirar confiança, envolver todos na solução do problema e não abrir brecha para o desespero. "A pior atitude é se deixar controlar pelo medo e se tornar negativo. Isso impede o aprendizado e pode levar a mal entendidos e à perda de confiança", afirma.
Nas crises ou fora delas, a qualquer tomada de decisão, os líderes correm um risco constante: errar. Mas, calma lá!, não estamos dizendo que não se pode errar. Todos têm o direito de cometer erros. Mas quem está no comando só pode se enganar até certo ponto. "Os grandes erros estão ligados ao descontrole emocional e a atitudes muito radicais. São comuns quando a pessoa observa apenas a crise e o momento, deixando de ter uma visão sistêmica. Por isso, no caso de uma crise, é importante analisar a decisão, onde ela irá impactar e quais oportunidades ela poderá trazer", explica Artur Diniz, fundador e CEO da Crescimentum e autor do livro Líder do Futuro - a transformação em líder coach. E, se mesmo assim um erro for cometido, vale colocar em prática o que diz George Kohlrieser: "Os melhores líderes aprendem muito mais com seus erros do que com seus acertos, desde, é claro, que os erros não se repitam e que a pessoa realmente aprenda a lição."

O fator humano
Educação, personalidade, circunstâncias, crises, erros e acertos. Tudo isso conta na formação de um líder. Mas, talvez, nenhum fator seja tão importante quanto as relações humanas. Afinal, o modo de se relacionar com os liderados pode ser determinante para o sucesso ou não de uma liderança. Nesse quesito, o primeiro alerta dos especialistas é ficar atento às mudanças que marcaram a sociedade e, assim, evitar seguir modelos de liderança que estão ultrapassados. "Há mais de 30 anos, quando meu pai liderava a empresa, ele vivia numa sociedade em que o homem mandava e a mulher e os filhos obedeciam. As pessoas eram, por isso, treinadas para obedecer. O líder de sucesso era aquele autoritário, que sabia mandar e nunca era questionado", conta Artur Diniz.
As relações familiares mudaram – mulheres passaram a trabalhar, o homem deixou de ser o chefe da casa e o diálogo começou a ser visto como o melhor caminho para a tomada de decisões. Segundo Artur Diniz, essa transformação da sociedade se refletiu nas organizações, influenciando diretamente a relação entre chefes e subalternos. "Em casa, as crianças são treinadas a questionar, a argumentar e a não aceitar ordens sem uma razão clara. Isso se refletiu nas relações de trabalho, onde as pessoas já não aceitam mais o líder que manda, grita e exige que todos obedeçam sem abrir espaço para o diálogo", explica o especialista.
Líderes déspotas e autoritários ficaram para trás. Distribuir ordens aos gritos, impor decisões, esconder informações também são atitudes do passado. E não adianta ir contra a maré. Quem sabe, no futuro, os dados coletados pelos pesquisadores da Universidade de Reading confirmem isso e apontem o novo caminho: visão e inspiração diferenciam um grande líder dos demais. "Os grandes líderes têm visão. E ter visão é se preocupar em transformar os indivíduos, o time, a organização e o mundo num lugar melhor. Dessa maneira, eles inspiram os outros a enfrentar o que for necessário para alcançar os objetivos", afirma George Kohlrieser.

Você, líder
Faça uma autoavaliação
No time de futebol, no grupo de amigos, na família, no lazer... Em qualquer grupo há espaço para líderes. Segundo David Urlrich, quem está no comando deveria fazer um simples exercício diário para avaliar como tem se saído. "Separe dez minutos do seu dia e pergunte a si mesmo: você tem consciência de quem está liderando e de como suas ações afetam essas pessoas? Você está se tornando um líder melhor com o tempo? Está cumprindo os planos que traçou?", aconselha o especialista.
Aprenda a reconhecer um ditador
Cada líder tem um estilo próprio, mas, dependendo da maneira como age no dia a dia, pode ser classificado como democrata, burocrata ou ditador. Chefes abertos ao diálogo e que costumam ouvir o que os funcionários têm a dizer fazem parte do primeiro grupo. Já aqueles que seguem ao pé da letra uma metodologia estão mais próximos dos burocratas. Os ditadores, por sua vez, são inconfundíveis. Eles se recusam a ouvir os demais, não aceitam erros e não admitem que suas decisões sejam questionadas.
Os reis da escola
Em 1998, uma pesquisa americana com 160 estudantes identificou alguns traços comuns na personalidade daqueles que se tornavam líderes. Os jovens mais dominantes, confiantes na própria capacidade e inteligentes eram frequentemente identificados como líderes por seus colegas. Esses traços, segundo os pesquisadores, não garantem que um jovem irá se tornar um líder, mas indicam uma forte possibilidade de isso ocorrer.

Dois passos para ser um líder melhor
David Ulrich, autor do Código da Liderança e considerado uma das maiores autoridades mundiais em gestão de recursos humanos, dá mais dois conselhos para quem está na invejada e desafiadora posição de comando.
Pense...
"Os líderes raramente pensam sobre liderança e não desenvolvem seu próprio ponto de vista sobre o assunto. É preciso se perguntar: que valores você quer enfatizar, que potenciais você tem a oferecer, que experiências o levaram a esta posição e, o mais importante, como você está criando valor para outras pessoas. Sem esse último item, não se pode ser um líder de sucesso."
... e se comunique
"Para uma mudança dar certo, o segredo está na comunicação. Um líder não pode esperar ser seguido sem comunicar às pessoas os seus planos e qual papel delas nas mudanças que estão a caminho. E um detalhe: a mensagem deve ser repetida de cinco a seis vezes, pelo menos, para que seja realmente absorvida."

Esta reportagem foi publicada originalmente na revista Administradores.

Brasileiro está entre os menos estressados

O país aparece na 30ª posição do ranking de estresse elaborado pela Grant Thornton


 - Crédito: ThinkstockO nível de estresse do empresário brasileiro cresceu, mas mesmo assim ele figura entre os menos estressados do mundo. Um estudo da consultoria Grant Thornton aponta que 19% dos empresários locais disseram que o estresse aumentou nos últimos 12 meses, 10 pontos percentuais a mais que o registrado em 2010, porém abaixo da média global de 28%.

O Brasil aparece na 30º posição do ranking de estresse elaborado pela Grant Thornton. Entre as principais causas de estresse entre os brasileiros, segundo a pesquisa, estão os conflitos internos e políticos na companhia (26%), a pressão para alcançar metas de desempenho (25%) e o volume de informação no trabalho (22%).

Panorama mundial

Globalmente, o nível de estresse dos executivos teve o menor aumento anual desde 2005. Em 2010, 45% dos empresários revelaram elevação do nível de estresse, mas esse índice caiu em 2011 para 28%.

O topo da lista dos mais estressados é ocupado pela Grécia, onde 67% dos empresários sofrem com o problema. Na sequência aparecem China (60%), Taiwan (57%) e Vietnã (56%). Os países com empresários menos estressados são Dinamarca (6%), Austrália (9%), Holanda (13%) e Rússia (13%).

Regionalmente, a Ásia é a região com mais empresários estressados (44%), porém menos do que em 2010 (58%). Mesmo na Europa, foco de turbulências econômicas, o estresse entre os executivos caiu de 40% em 2010 para 22% em 2011.

A Grant Thornton revelou também que, globalmente, apenas 42% dos executivos consultados tiram férias para reduzir o estresse. Países onde os empresários tiveram menos feriados, como Japão (5 dias), China (7 dias) e Tailândia (8 dias), apresentaram o maior aumento de empresários estressados. Por outro lado, empresários russos (36 dias), dinamarqueses (25 dias) e holandeses (22 dias), que tiraram mais dias de férias em 2011, sem contar os feriados públicos, tiveram as menores elevações no nível de estresse.

Na América Latina, os empresários do Brasil (15 dias) tiraram menos dias de férias do que os argentinos (17 dias) e mais do que os peruanos e os chilenos (ambos12 dias) e os mexicanos (9 dias).

Para Javier Martinez, responsável pelo estudo na América Latina, o resultado mostra que os empresários estão ajustando seus objetivos de negócios de forma a controlar o estresse, por exemplo, sendo mais conservadores. "Além disso, os empresários certamente aprenderam a administrar melhor os desafios que enfrentam em meio à volatilidade global e a gerenciar melhor seu tempo", comenta o executivo.

O estudo foi feito com 6 000 empresas em 40 economias.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A vida é movimento...

Livro traz uma receita de café da manhã divertido para cada dia do ano

Obra tem como objetivo ensinar de crianças a comer melhor e de forma lúdica
          
   Divulgação
O livro Funny Food: 365 Healthy, Silly, Creative Breakfast foi lançado neste ano e traz uma receita de café da manhã para cada dia do ano. Mas não qualquer café da manhã, e sim refeições mais divertidas, em que a comida vira uma obra de arte.



   Reprodução


O casal de autores, Bill e Claire Wurtzel, escreveu o livro para que as pessoas pudessem brincar com os ingredientes enquanto preparam o prato e se divertir durante o processo. “Seu café da manhã não precisa parecer que vai ser exposto no Louvre”, afirma Bill. “É o gesto que conta.”


   Divulgação


Cada receita vem com fotos do passo a passo para completar seu prato. Além do livro, o casal vem fazendo workshops na Escola Pública 188, no Lower East Side de Nova York, ensinando crianças a comer de forma divertida – e saudável. Na Amazon o livro é vendido por US$ 13,57 (aproximadamente R$ 25).

sábado, 14 de abril de 2012

Espiritualmente Genial







                                             Senhor , está muito pesada, vou cortar um pedaço...


                                                  Senhor, cortarei um pedacinho mais...
                                                    Eu assim poderei carregá-la melhor...



                                                            Senhor , muito obrigado


                                         Use sua cruz como ponte , atravesse e siga em frente



Nada nesta vida é por acaso!
Muitas vezes, queremos nos livrar da "cruz" que nos é dada, mas para tudo tem um "para que"...
Deus nunca nos manda algo que não possamos suportar...
E se formos abreviar estes caminhos, certamente teremos problemas!





Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus ... AMÉM

10 países com as maiores coberturas Wi-Fi

 


A consultoria de marketing Strategy Analytics divulgou no começo desse mês uma pesquisa que aponta que o mercado de conexões Wi-Fi não para de crescer: em 2011, já existiam 439 milhões de casas no mundo com redes sem fio. Isso significa que 25% de todos os domicílios conectados à Internet têm conexões wireless. E esse número está aumentando rapidamente. A expectativa da consultoria é que até o fim de 2012 esse número suba para 492 milhões e, até 2016, as casas com Wi-Fi devem somar 800 milhões.
O ponto mais importante da pesquisa é que ela consegue mostrar algumas diferenças na distribuição das redes sem fio pelo mundo. Enquanto 80% das casas sul-coreanas tem rede wireless, na Índia o número cai para 2,5%. O Brasil aparece em penúltimo lugar entre os 17 países avaliados em 2011, com 20,4% das casas com conexão sem fio.
A China tem ‘apenas’ 21,8% das famílias conectadas por Wi-Fi, mas deve ter o maior crescimento no mercado nos próximos anos, com um acréscimo de 110 mihões de domicílios até 2016. “Porém, por causa do tamanho da sua população, a China já tem o maior número de casas com Wi-Fi no mundo, seguida por Estados Unidos e Japão”, afirma Jia Wu, analista sênior da Strategy Analytics.
Confira a lista dos dez países com maior cobertura Wi-Fi:
1. Coréia do Sul – 80,3%
2. Reino Unido – 73,3%
3. Alemanha – 71,7%
4. França – 71,6%
5. Japão – 68,4%
6. Canadá – 67,8%
7. Itália – 61,8%
8. Estados Unidos – 61%
9. Espanha – 57,1%
10. Austrália – 53,8%

E você, faz parte dos 20,4% que têm acesso à Internet sem fio no Brasil?

CEMAR 17a no ranking GPTW LATAM 2015

O instituto internacional Great Place to Work® (GPTW) lançou a sua 12ª lista anual das Melhores Empresas para Trabalhar da América Latina...