domingo, 25 de março de 2012

O Que é Resiliência?

Nas duas últimas décadas, a Psicologia Positiva, um ramo da ciência psicológica, vem enfatizando o estudo das virtudes humanas. As investigações realizadas pela Psicologia Positiva têm demonstrado que uma vida mais saudável e feliz depende de sistemas de adaptação que nos permitam vivenciar plenamente as experiências. Tais sistemas se processam ao longo do desenvolvimento humano e, dentre eles, um é essencial, a Resiliência.
Resiliência significa a habilidade de persistir nos momentos difíceis mantendo a esperança e a saúde mental. Pessoas altamente resilientes, tornam-se mais fortes após situações difíceis. Porquê isso acontece? Porque elas desenvolvem confiança em si mesmas aprendendo novas formas de lidar com os eventos.
Em geral, a resiliência depende de algumas condições psicológicas internas e externas. No nível interno, são favorecidas as pessoas otimistas, que assumem a responsabilidade pelas próprias escolhas, que prezam a autonomia, que estabelecem vínculos sociais e familiares positivos e que são flexíveis no que diz respeito à mudança de posicionamentos, sentimentos e pensamentos. Ao nível das condições externas estão as relações positivas, àquelas que promovem suporte afetivo/material, acolhimento e cumplicidade.
Um outro aspecto externo fundamental para o desenvolvimento da resiliência é a existência de pessoas que acreditem na nossa capacidade de superação das adversidades e, por isso mesmo, nos incentivem. Da mesma forma, oportunidades para nos envolvermos em atividades significativas – que nos permitam desenvolver a auto-estima e nos sentirmos produtivos e relevantes – contribuem para a resiliência, ou seja, para a superação das adversidades.
Aprender, adaptar-se…isso é ser resiliente. Em última instância, é dispor-se para a mudança.

Meritocracia, plano de sucessão, remuneração estratégica e retenção de talentos

 

Carla Medrado - Diretora de Gente da empresa CEMAR concedeu esta entrevista onde fala de meritocracia, plano de remuneração e retenção de talentos através de uma remuneração estratégica.

Como é trabalhar por meritocracia?
Carla Medrado -Um dos valores da nossa empresa é a meritocracia, acreditamos que os colaboradores devem ser recompensados pelos resultados que entregam. Entendemos que devemos diferenciar a remuneração pelo resultado que cada um obteve. Assim, orientamos nossa força de trabalho para alcançar um resultado maior. Toda nossa liderança é alinhada em relação a esta cultura e deve trabalhar este valor nos ciclos de gestão de desempenho com as equipes.

Isso causa discussões e dúvidas entre os colaboradores?
Carla Medrado -Para um processo de meritocracia consistente é importante que a definição e desdobramento de metas seja bem clara e transparente para todos. Com os objetivos alinhados e combinados com todos minimizamos os ruídos. Todas as dúvidas e discussões devem ser sanadas através de nossa sistemática de Reuniões de Resultados Mensais e/ou Reuniões de Gestão Participativa com toda a base.

Um plano de remuneração estratégica agressiva pode atrair e reter talentos, mesmo com o mercado aquecido, além da “guerra” na busca por eles?
Carla Medrado -Um plano de remuneração estratégica agressiva pode atrair e reter talentos, mas não pode ser a única estratégia. Alinhado a isso devemos ter todo um Sistema de Gestão de Gente que proporcione, dentre outras coisas, um bom clima de trabalho, possibilidade de carreira, desafios constantes, treinamento e desenvolvimento...

Quais as perspectivas para a área de remuneração para o próximo ano?
Carla Medrado -Nosso sistema de remuneração incorpora a nossa perspectiva estratégica, integradora e estrutural, além de ser um elemento fundamental que influencia a motivação e o comprometimento de nossos colaboradores, por isso precisamos continuadamente assegurar que o sistema de Remuneração seja um aliado dos nossos objetivos, precisamos estar atentos e reforçar o monitoramento interno e de mercado.


Tags: Meritocracia, plano de sucessão, remuneração estratégica e retenção de talentos

http://www.recursoshumanosiq.com.br/gest-o-de-talentos/articles/meritocracia-plano-de-sucess-o-remunera-o-estrat/

Atitude

Valor da “atitude” e  do pensamento positivo seguido pela ação.


Quanto mais eu vivo, mais percebo que a atitude tem impacto sobre a vida.



Atitude para mim é mais importante do que fatos.
É mais importante que o passado, mais do que a educação, mais que o dinheiro, que circunstâncias, que os fracassos, mas do que os sucessos, do que as outras pessoas pensam ou dizem ou fazem.
É mais importante do que aparência, dons ou habilidades.

Ele faz nascer ou quebrar uma empresa… Uma igreja… Um lar.

A coisa notável é que temos uma escolha diária sobre a atitude que adotaremos para o dia.
Nós não podemos mudar nosso passado. Nós não podemos mudar o fato de que as pessoas irão agir de determinada maneira.



Nós não podemos mudar o inevitável.

A única coisa que podemos fazer é tocar na corda que temos, e essa é a nossa atitude.
Estou convencido de que a vida é de 10% o que acontece comigo e 90% como eu reajo a isso.E assim é com você.
Nós somos responsáveis por nossas atitudes.

~ Charles Swindoll
Fundador da Missão Insight for Living

Harvard e Stanford

História que ensina o valor de julgamentos; da sabedoria de não julgar pelas aparências ou pela primeira impressão; o valor da generosidade.


Malcolm Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido, trajando um velho terno feito à mão, desceram do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade Harvard.
Eles vinham de Palo Alto, Califórnia e não haviam marcado entrevista.
A secretária, num relance, achou que aqueles dois com aparência de caipiras do interior, nada tinham a fazer em Harvard.

– Queremos falar com o presidente, disse o homem em voz baixa.
– Ele vai estar ocupado o dia todo, respondeu rispidamente a secretária.
– Nós vamos esperar.

A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.

– Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora, disse ela.

O presidente suspirou com irritação, mas concordou.
Alguém da sua importância não tinha tempo para atender gente desse tipo, mas ele detestava vestidos desbotados e ternos puídos em seu escritório. Com o rosto fechado, ele foi até o casal.

– Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano, disse a mulher. Ele amava Harvard e foi muito feliz aqui, mas, um ano atrás ele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar do campus.
– Minha senhora, disse rudemente o presidente, não podemos erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu, se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.
– Oh, não, respondeu rapidamente a senhora. Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard.

O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno do marido, e exclamou:

– Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida idéia de quanto custa um edifício? Temos mais de sete milhões e meio de dólares em prédios aqui em Harvard.

A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:

– Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a nossa própria?

O marido concordou.

O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso.
Viajando de volta para Palo Alto, na Califórnia, eles estabeleceram ali a Universidade Stanford, em homenagem a seu filho, ex-aluno da Harvard.


sábado, 24 de março de 2012

Nomes que fizeram história - São Luis MA



Seja em uma pequena rua no Centro da Cidade ou mesmo em uma grande avenida, personagens importantes da nossa história permanecem presentes no dia-a-dia







Os ilustres personagens históricos que fazem parte do nosso cotidiano emprestando seus nomes às ruas, praças e pontes da Ilha nem sempre são lembrados como deveriam.





Fonte do Ribeirão - Assim como as demais fontes da cidade, a Fonte do Ribeirão foi construída com a finalidade de abastecer água para a população de São Luís. Sua construção data de 1796 e seu nome faz referência ao local onde estava situada: a área da fonte correspondia ao antigo Sítio do Ribeirão, considerado o bairro das famosas vendedoras de peixe frito. A Fonte do Ribeirão foi edificada por iniciativa do governador e Tenente-coronel D. Fernando Antônio de Noronha e hoje está inserida num vasto pátio revestido por pedras de cantaria e protegida por paredes de alvenaria. Ao longo do tempo, a Fonte perdeu sua primeira utilização e atualmente é referência histórica e urbanística da capital maranhense.

Praça Benedito Leite - Nos primeiros anos do século XX, Benedito Leite foi governador do Estado do Maranhão e, na época, responsável pelo cenário que a atual Praça Benedito Leite possui. Em 1906, ele incumbiu o engenheiro Anísio Palhano de Jesus de elaborar um projeto paisagístico para o jardim, que já havia sido um largo ocupado por casebres. O projeto contemplava a plantação de figueiras, compondo um jardim com doze espaços, destinados ao Panteon Maranhense. Hoje, a praça recebe o nome do ilustre Benedito Leite, assim como a Biblioteca Pública do Estado, recebendo uma estátua confeccionada em bronze, esculpida na França por Émille Decorchement.

Praça João Lisboa - João Francisco Lisboa é maranhense, nascido em Pirapemas no ano de 1822. É considerado o maior jornalista do Estado, tendo se destacado na arte da escrita e no campo político, já que trabalhou em alguns jornais e escreveu obras literárias relevantes à história do Maranhão. Na Academia Brasileira de Letras, foi patrono da cadeira nº 18, e na Academia Maranhense de Letras da cadeira nº 11. Em sua homenagem, no ano de 1918 foi erguido um monumento em bronze, com pedestal em mármore, sob autoria do escultor francês Jean Magrou. O monumento foi fixado primeiro no Largo do Carmo, e deslocado para a Praça João Lisboa no governo de Paulo Ramos (1937 – 1945). A praça recebeu o nome do jornalista em 28 de julho de 1901, por decreto municipal.

Ponte Bandeira Tribuzzi - José Tribuzzi Pinheiro Gomes nasceu em São Luís, no dia 2 de fevereiro de 1927. Mudou-se muito cedo para Portugal com a família, onde concluiu seus estudos primários e o ensino superior. Formou-se em Filosofia e Ciências Econômicas e Sociais, e concluiu o seminário superior maior, a pedido do pai, mas não deu continuidade à vida religiosa. Em 1946, Bandeira Tribuzzi retornou a São Luís, dedicando-se intensamente à literatura e ao jornalismo. Além disso, destacou-se como poeta, músico, economista, professor, compositor e ensaísta, trabalhando como funcionário do Governo do Estado e escrevendo em jornais locais. São de sua autoria os versos que compõem o Hino de São Luís. Em sua homenagem, o Governo do Estado construiu na década de 80 um memorial que leva o seu nome, assim como a ponte que liga o bairro da Camboa ao Jaracati, no final dos anos 70 e início dos 80.

Avenida Daniel da La Touche - Daniel de La Touche, Senhor de La Ravardiére, era tenente-general de Luís XIII da França. Ele comandava a esquadra, a serviço de Maria de Médicis, que desembarcou na ilha, com o propósito de implantar a França Equinocial. Em 8 de setembro de 1612, participou da fundação do Forte e da Vila de São Luís, que recebeu esse nome em homenagem ao Rei Santo, Luís IX.

Avenida Jerônimo de Albuquerque - Comandante da expedição militar portuguesa que expulsou os franceses do Forte São Luís em 1615, Jerônimo de Albuquerque foi o primeiro governador do Maranhão. Foi ele quem determinou a organização administrativa da futura cidade, quando, entre outras medidas, foi elaborado um plano de arruamento que deveria orientar o seu crescimento.

Rua Afonso Pena - Afonso Augusto Moreira Pena nasceu na cidade de Santa Bárbara, em Minas Gerais, no dia 30 de novembro de 1847. Começou sua carreira política como deputado pelo Estado de Minas Gerais, em 1874. Posteriormente, foi deputado federal, ministro, governador de Minas Gerais, vice-presidente de Rodrigues Alves, até que em 15 de novembro de 1906 tornou-se presidente do Brasil. Antes da carreira política, foi advogado e jurista. Em São Luís, assim como em muitas cidades brasileiras, uma das ruas do Centro Histórico recebe o seu nome.

Avenida Carlos Cunha - Luis Carlos Cunha nasceu em São Luís, no dia 18 de maio de 1933. Filho do casal Carlos José da Cunha e Edith Campos Cunha, Carlos Cunha ingressou na Academia do Comércio, na qual se dedicou ao curso de Técnico em Contabilidade. Chegou a ser ajudante de pedreiro, vendedor de café, vendedor de perfume, lavador de carro e servente de loja. Aos dezessete anos, passou a atuar como repórter no Jornal Pequeno. Depois seguiu para o Jornal do Dia, dando continuidade à sua trajetória. Carlos Cunha também foi professor e chegou a fundar o Instituto Lourenço Moraes, entidade mantenedora do Colégio Nina Rodrigues, de cunho eminentemente social. Pertenceu à Academia Maranhense de Letras e ao Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão. Publicou livros, como Poesia de Ontem (1967), Dois Discursos (1968), Eu e a Academia Maranhense de Trovas (1970), Vultos Históricos à luz da Crítica Moderna (1970), entre outros.

Beco da Bosta
É um beco estreito por onde transitavam os escravos carregando os tonéis de excremento das famílias nobres para jogá-los nas marés, os conhecidos tigres ou cabungos, único meio de despejo até então. Chamou-se ainda Beco Zé do Coxo e Beco da Baronesa, por ficar na esquina do sobrado da baronesa de São Bento.

Beco do Quebra-bunda
Também conhecida como Rua João Vital, o beco era um despenhadeiro que o engenheiro Pereira do Lago procurou melhorar, dando-lhe uns cortes. Ainda assim, seu tráfego era perigoso e ganhou o apelido de Beco do Quebra-bunda. Este trecho vai do Largo do Carmo até a Rua da Estrela. Também foi conhecido como Beco da Pacotilha, porque o prédio de azulejos verdes da esquina foi sede do famoso jornal durante o século XIX.

Rua do Veado
Este trecho vai da Rua da Imprensa (Barão de Itapary) à Avenida Silva Maia. O nome esquisito servia de galhofa na Cidade, por isso um prefeito tentou fazer com que retornasse o nome antigo e popular, Rua do Veado, mas, como represália, os moradores colocaram uma placa na esquina da rua, em substituição à sugestão de nome dada pelo gestor: Rua do Prefeito.

Rua do Giz
O nome da rua deve-se, provavelmente, pela íngreme e escorregadia ladeira de argila que dificultava o trânsito. Começava no Largo do Palácio (Pedro II), continuava em declive acentuado até a ladeira Vira-Mundo (Rua Humberto de Campos) até subir à rua nova da Cascata (Rua Jacinto Maia).


IGUALDADE PROFISSIONAL Mulheres ocupam cada vez mais posições de lideranças no mercado

Ribamar Júnior - O Imparcial
Publicação: 08/03/2012 10:32

Durante muitos anos, as mulheres estiveram sob o julgo do preconceito em todas as esferas sociais. No mercado de trabalho, nem se fala. Mas, desde as últimas décadas do século XX, é notória a inserção, cada vez maior, da mulher no campo do trabalho, fato este explicado pela combinação de fatores econômicos, culturais e sociais.
Segundo Pesquisa Mensal de Empregos divulgada pelo IBGE, de janeiro deste ano, as mulheres representam 53,6% da população em idade ativa nas regiões metropolitanas do Brasil.
Já da parcela economicamente ativa, elas chegam ao patamar de 45,9%. No que se refere à população empregada, as mulheres representam 45,2% do universo pesquisado.

Os dados são um reflexo da luta por igualdade profissional, que já vem de longas datas. Melhores salários, oportunidades iguais às dos homens, mas, acima de tudo, respeito no ambiente profissional.
Carla Medrado, Diretora de Gente e Gestão da Cemar, atua no mercado de trabalho há 26 anos. Nesse tempo, além de construir uma carreira profissional bem sucedida, cuidou da família e criou dois filhos. Ela, que começou a trabalhar logo aos 18 anos, acredita que a figura da mulher como aquela que apenas responsável pelo lar, ficou para trás.

"Já é uma realidade ver as mulheres ocupando o mercado profissional e, o que é melhor, muitas vezes liderando equipes, assumindo funções de confiança e coordenando. Elas têm se destacado nas corporações devido a sua capacidade de multigerenciamento, uma vez que, por uma habilidade natural, elas conseguem devolver atividades simultâneas.
As mulheres também querem isso, porque a cada dia, elas estão procurando se especializar, a fim de alcançar cargos mais elevados", destaca a diretora.

Ela trabalha em uma empresa cujo corpo profissional é majoritariamente formado por homens (71%), isso porque os profissionais do ramo elétrico ainda são em sua maioria do sexo masculino. Entretanto, ela afirma não haver qualquer tipo de desigualdade de gênero na corporação, porque as oportunidades são iguais para qualquer pessoa.

"Temos um código de ética e conduta que preza pela igualdade entre as pessoas independente de gênero, raça ou orientação sexual. Se houver uma mulher que se destaque dentro do perfil que traçamos, sem sombra de dúvidas, a contratamos”, pontua Medrado.

A diretora conta que, apesar de a Cemar ser uma empresa que trabalha com um setor de mercado povoado pelo sexo masculino, as mulheres tem se destacado e ocupado, inclusive, cargos de gestão. Cerca de 20% das funções gerenciais são ocupadas por elas. Também as mulheres têm se qualificado mais: 43% dos colaboradores que possuem nível superior completo são do sexo feminino; e 33% dos que possuem mestrado, também.

"No dia-a-dia é comum termos mulheres líderes. Aqui na Cemar, 87% da liderança é formada por profissionais da casa. E lógico, que se houver, mulheres da casa, que se destaquem, estas serão promovidas, sem problema algum. Só para exemplificar, temos uma colaboradora que é engenheira eletricista, profissão ‘comum’ para homens, e coordena uma equipe", diz ela.


              Marise Franco  -  Executiva de Planejamento e Investimento da CEMAR 


Carla Medrado ressalta ainda que o fato de a mulher ter saído de casa e procurado o mercado de trabalho não retira a sua função de provedora do lar."Basta apenas um equilíbrio. Eu crio dois filhos e cuido do meu casamento sem problema nenhum. Lógico que não é fácil. É necessário organização".


Empreendedorismo feminino


As mulheres têm avançado no quesito empreendedorismo. De acordo com o estudo do Sebrae, realizado pela Global Enterprenurship Monitor (GEM), 49,3% dos empreendedores brasileiros são do sexo feminino.

Soraia Fialho, proprietária de loja especializada em vinhos Caves du Vin, é um exemplo deste universo. Porém, mais ousada, além de empreender, ela buscou um mercado bem seletivo do ponto de vista de qualificação, uma vez que, o empresário que apostar no ramo deve ser entendido do assunto e normalmente, quando se fala em bebidas, lembra-se do sexo masculino.

"O mercado de vinhos não é exclusivo dos homens, mas sim daqueles que estão abertos e sensíveis para experiências e descobertas. Seja como apreciadoras e consumidoras, seja como revendedoras, cada vez mais mulheres estão descobrindo as maravilhas dos vinhos" acredita.

A mãe do pequeno Renan de 10 anos, desde jovem trabalhava com os pais enquanto, paralelamente fazia faculdade. Depois iniciou a venda de bebidas até chegar à concepção da Caves du Vin, loja que está há 13 anos no mercado.

Ela vê que essa mudança de postura da mulher na sociedade atual, principalmente, no mercado de trabalho é fruto de lutas e empoderamento que a mulher vem conquistando ao logo do tempo.
"A mulher brasileira, graças a Deus, já é bastante respeitada e prova disso é que temos atualmente uma presidente no cargo máximo da política brasileira. Torço para esse respeito e valorização da mulher sejam gerais no mercado de trabalho também e que mais e mais mulheres ocupem cargos de chefias em grandes empresas, a exemplo da atual Presidente da Petrobras Graça Foster, recém-empossada. E rezo para esta liberdade feminina também chegue a países nos quais a mulher ainda é menosprezada, por motivos políticos e religiosos", opina Soraia.

Mercado atual exige aperfeiçoamento profissional constante


Manter-se atualizado na profissão e na vida pessoal se tornou uma exigência do mercado de trabalho brasileiro para executivos que queiram se destacar.

No Brasil, uma pesquisa da Keseberg&Pertners envolvendo 6 mil executivos apontou como as três maiores preocupações desse setor a visão estratégica, o foco em resultados e a gestão de pessoas. Buscar novas alternativas de aprimoramento profissional e pessoal se tornou uma exigência no mercado de trabalho brasileiro. O grande número de profissionais faz com que esses diferenciais ganhem relevância.

Para se obter vantagens na disputa da colocação profissional, é necessário dar continuidade ao processo de aprendizado e estar em constante atualização sobre as tendências do setor de atuação. É nesse cenário que nota-se a necessidade do desenvolvimento do profissional em diversas dimensões, não somente a capacidade técnica. Nesse sentido a dimensão humana torna-se um pré-requisito para a ampliação cognitiva.

Segundo o professor Edmarson Bacelar, coordenador-executivo acadêmico da Fundação Getulio Vargas (FGV), o desenvolvimento humano se reflete diretamente na qualidade e no próprio modus operandi destas três grandes preocupações detectadas pela pesquisa. Quando se busca desenvolver o conhecimento e as técnicas voltadas para um crescimento interior, estimula-se o autodesenvolvimento e, com isso, cria-se um ciclo virtuoso para as realizações externas.

Experiência e aprendizado - "O principal desafio da Gestão e Desenvolvimento de Pessoas é identificar ferramentas e práticas que estabeleçam vínculos estreitos entre o desempenho humano e os resultados esperados, tanto do ponto de vista pessoal como organizacional", diz Carla Medrado, diretora de Gente e Gestão da Companhia Energética do Maranhão - CEMAR. Com 25 anos de experiência profissional e uma carreira consolidada, ela resolveu que era preciso aprimorar e desenvolver o trabalho como gestora de recursos humanos buscando um o curso de MBA em Gestão de Pessoas na FGV.

"Acredito que a prática e a experiência acumulada ao longo da vida contribuem muito para aumentar a produtividade e conquistas de novas oportunidades, mas por si só não são suficientes. Sempre pautei meu desenvolvimento em aprendizado contínuo, por isso, acredito que estudar é preciso", justifica Carla Medrado, que acredita que a atitude é essencial para se manter no mercado de trabalho.

"É regra de mercado de trabalho do século XXI, e vale para quem tem 15 como para quem tem 50 anos. O MBA em Gestão de Pessoas foi uma escolha que fiz dentro do meu planejamento de aprendizado, pois além de reforçar o conhecimento adquirido, pude ampliar e atualizar minha visão com as novas práticas e me manter preparada para lidar com os avanços. O aprendizado contínuo para quem é profissional é um dever", afirma.


Novidade - Enfatizando processos e produtos de gestão nas dimensões clássicas de conhecimentos especializados para organizações, a FGV lançou recentemente o MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores. A abordagem adotada é focada principalmente no próprio gestor e seu desenvolvimento, bucando torná-lo mais capacitado a lidar com os seus desafios "internos" e a partir daí ser capaz de lidar mais efetivamente com o ambiente organizacional, os relacionamentos envolvidos, a dimensão estratégica e a ampliação dos aspectos cognitivos, de um modo geral.

"O momento atual aponta para o desenvolvimento e integração de capacitadas variadas e tudo começa com a excelência humana, que permite a integração e sinergia de pessoas, sonhos e coisas. E este é o nosso grande objetivo com este MBA", afirma o professor Edmarson Bacelar.

Os Melhores MBAs Executivos do Brasil 2010 - Fonte: Ranking VOCÊ S/A

1 - ONEMBA - GLOBAL EXECUTIVE MBA PROGRAM - FGV/EAESP
2 - MBA EXECUTIVO INTERNACIONAL - FIA
3 - MBA EXECUTIVO - INSPER
4 - MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL - FIA
5 - EXECUTIVE MBA EMPRESARIAL - FUNDAÇÃO DOM CABRAL
6 - EXECUTIVE MBA - BSP
7 - MBA EM ADMINISTRAÇÃO - UNIFACS
8 - MBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS - IBMEC/RJ
9 - MBA EXECUTIVO - FAAP
10 - MBA UNIFEI - UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ


segunda-feira, 19 de março de 2012

Terceirização x Precarização x Especialização: uma análise do setor energético

Não se pode minar a terceirização através de um viés totalitário oriundo da precarização, até porque a precarização existe tanto em atividades meio quanto fim, em atividades próprias quanto impróprias.
“O mundo virando de cabeça para baixo e ainda se discute sobre terceirização”. Foi com esta expressão que Vantuil Abdala, ex-ministro e presidente do TST abriu o Seminário de Terceirização organizado pela revista Valor Econômico ocorrido em Brasília no dia 06/12/2011.
Em que pese o discurso inaugural do ex-ministro e presidente do TST, é fato que somente nos últimos meses cresceu consideravelmente o interesse da opinião pública nacional por este tema, mais precisamente após o marco temporal instalado pela audiência pública ocorrida no TST em outubro de 2011.
No que diz respeito à pertinência do assunto, é válido lembrar que este é um dos grandes debates do momento, ou seja, a realidade da terceirização, a sua dificuldade conceitual, o fantasma da precarização, a necessidade de especialização e de um marco legal regulatório.
De fato, dada a importância do assunto, tem-se um debate ainda incipiente quanto ao seu significado, bem como a sua situação diante de novos problemas, que a cada dia são postos diante da sociedade e do Direito, ou mesmo de antigos conflitos que ora são recolocados com uma nova "roupagem". E tais vícios apenas contribuem para que conceitos sejam cristalizados, sem a necessária problematização que acompanha a investigação científica.
Na verdade, há uma espécie de senso comum teórico que assimila conceitos e os tem como verdades óbvias, sem questionamentos em torno dessas idéias-chave que funcionam como pontos de partida para uma argumentação e, conseqüentemente sem se indagar sobre os seus fundamentos, os quais condicionam suas atividades, de forma a justificar a ordem posta, sem, no entanto, explicá-la, ou às vezes, até explicam, mas não convencem.

 

É o que acontece, por exemplo, com os inimigos ideológicos da terceirização que teimam em reduzir o seu discurso e significado como sinônimo de precarização, confundindo efeito com causa. Verifica-se, neste caso, que a questão ficou muito mais no plano ideológico e perdeu-se a razão.
De uma breve leitura, verifica-se que o debate ideológico instalado há quarenta anos em torno deste assunto foi marcado não tanto pela pureza de sentimentos, mas principalmente por interesses não confessados.
Posto isto, há uma necessidade de formular questões simples, lançando questionamentos hábeis a causar uma reflexão teórico-prática, além de desvendar outros significados para este tema, já bastante conhecido e de certa forma ainda de difícil solução.
Assim é que se lança o questionamento em torno desta problemática, respeitando-se precipuamente a pureza do discurso, a pluralidade dos sujeitos em questão e, consequentemente, a pluralidade de respostas que podem induzir a um pretenso debate, possível a partir dos diversos pontos de vista que incidem e criam o objeto, pois não há como se pretender cobrir todas as questões atinentes à complexidade deste tema, tendo em vista, a escassez de informações e de análises legais de tal realidade. E, é necessário que questionamentos se façam, na medida em que levantar questões é também interrogar-se.
Pois bem, é inconteste que a terceirização é um fenômeno irreversível e há um nítido desconforto causado pela insegurança jurídica instalada. E, como consequência, as empresas não tem como dimensionar os seus gastos e tampouco visualizar contratações futuras.
A falta de uma definição clara e legal de quais as atividades comportam a terceirização, a exemplo do conceito de atividade inerente preconizada no artigo 25, § 1º da Lei 8987/95, bem como a definição de atividade fim e meio inscrito na Súmula 331 do TST, instigam dúvidas tanto na aplicação da lei, como também dificulta os mecanismos de erradicação do problema, vez que a fragilidade dos conceitos confundem os agentes e operadores do direito, gerando um sem número de decisões conflitantes.
Fato é que no universo jurídico não existe conceito de atividade meio, o Código Civil desconhece a figura da responsabilidade subsidiária e a Lei 8987/95 que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos estabelece textualmente no artigo 25, § 1º que as atividades inerentes são plenamente terceirizáveis.
E nessa discussão legal regulatória, apesar de não existir um referencial legal objetivo é que aparece o PL 4330/04 de autoria do deputado Sandro Mabel que pretende, dentre outras coisas, eliminar o campo da subjetividade. Não há o que reverter algo irreversível, mas regulamentar.
Ademais, não podemos quedar inertes ante a uma realidade legal construída há quarenta anos que basicamente não se enquadra nos modernos conceitos e realidades instaladas. Não há, por exemplo, como se dividir atividade meio e atividade fim no setor automobilístico, pois todas as etapas são de fundamental importância.
Não se pode minar a terceirização através de um viés totalitário oriundo da precarização, até porque a precarização existe tanto em atividades meio quanto fim, em atividades próprias quanto impróprias. Se formos na gênese da precarização, deveria ser proibido importar artigos chineses, pois, sabe-se que quase tudo na China é feito por mão de obra precária. Porém, não é acabando com a terceirização que vamos conseguir acabar com precarização, na verdade, pensar desta forma é naufragar em um delírio onírico. Não se resolve um problema, criando outro.
Infelizmente, muitos persistem em olhar este problema através de óculos míopes e acinzentados com o enfadonho discurso de ceifa da terceirização, como se a alternativa para o Brasil fosse assim tão simples. Temo que se acabarmos com a terceirização, a precarização do trabalho no Brasil atingirá níveis alarmantes, pois alcançará um contingente avassalador de mão de obra formal, sem falar, é claro, na fuga do empresariado e na própria exportação desta mão de obra e de vagas nacionais - e o que é pior - para estes mercados notoriamente precários.
Nesta esteira, o que se deve acabar é com o exagero do discurso da precarização e com a eterna discussão do que seja atividade meio e fim e evoluir para o conceito de especialização, pois o que deve ocorrer é a especialização das diferentes cadeias produtivas com a busca da eficiência econômica. Isso é fato! A realidade econômica, nesse aspecto, é inexorável.
Adam Smith, em 1776 na obra intitulada a Riqueza das Nações já falava da necessidade de divisão do trabalho em tarefas atomizadas. Atualmente, convive-se com a nítida desverticalização das empresas. Em virtude das crises econômicas, há uma premente necessidade de especialização por uma evidente busca da eficiência econômica. A especialização colabora com a eficiência.
O modelo fordista de produção em massa, onde a empresa assumia todas as etapas de produção em uma verticalização agressiva, caiu em desuso desde a década de 70, pois, neste antigo modelo, não era necessária a qualificação dos trabalhadores.
No setor energético, o próprio ambiente regulado exige a necessidade de especialização, pois, o regulador captura a eficiência econômica em prol da modicidade tarifária.
A distribuição de energia atua no âmbito de um mercado fortemente regulado, trata-se de um verdadeiro monopólio geográfico na regulação tarifária, portanto, o setor energético é o mais universal de todos, trata-se, conforme dados obtidos de atualmente 67 milhões de consumidores, com aproximadamente 2 milhões de ligações novas, gerando em torno de 44 bilhões de encargos e tributos.
Para a construção de redes subterrâneas, por exemplo, é necessário profissionais especializados na obra de construção civil, para a construção de linhas de transmissão são necessários profissionais com expertise em máquinas pesadas. Ou seja, a inovação tecnológica encontra na especialização uma aliada, evoluindo ainda para tornar as atividades mais seguras, reduzindo, portanto, acidentes de trabalho. Quanto maior a eficiência, maior a tecnologia, refletindo em tarifas mais baratas. Tarifas mais baixas traduzem ainda um excelente vetor de competitividade, com o mercado se movimentando e o consumidor da ponta é quem ganha. Um mercado maduro implica maior participação no setor de serviços
É por demais óbvio que os níveis de especialização admitem escalonamento, a exemplo da alta especialização, quando se opera em máquinas pesadas e baixa especialização quando se trabalha com poda de árvores. Neste caso, a igualdade é formal já preconizada no artigo 5º da CF, deve-se comparar os iguais com iguais.
Em arremate, partindo do pressuposto de que a terceirização em sua moderna roupagem de especialização trata-se de uma realidade inconteste, é necessário criar mecanismos legais de definição e eficiência, a fim de que os direitos advindos deste fenômeno não sejam tão somente declarados, mas garantidos e assegurados, pois, enquanto os privilégios constituem proteção de interesses de um determinado grupo ou classe, os direitos se apresentam como algo que deve a todos proteger.
No mais, os direitos tendem a estabelecer relações horizontais e de reciprocidade, em contrapartida com as relações verticais e hierarquizadas, decorrentes de um universo regulado por privilégios.
Por esse motivo, é imperativo que os diferentes atores sociais, incluindo os agentes e operadores do direito, bem como os próprios jurisdicionados, consolidem o seus discursos, com vistas a suprir as lacunas existentes no ordenamento acerca deste assunto através de um instrumento regulatório eficiente e eficaz, sem perder de vista a evolução da realidade e do próprio mercado.

Fonte: texto foi publicadopela Revista Jus Navigandi /  jus.com.br
Escrito por Dra Ana Leticia da Silva Freitas Figueiredo

A Transformação da CEMAR através das PESSOAS


Tema: Pessoas Gerando Resultados Sustentáveis
Data: 22 e 23 de março de 2012
Informações: 98 8424 3736 |presidencia@abrhma.com.br
Local: Pestana Hotel















PROGRAMAÇÃODIA 22 (QUINTA FEIRA) 17:40h às18:40h
ATRANSFORMAÇÃO DA CEMAR ATRAVÉS DAS PESSOAS
Augusto falará sobre a Transformação da CEMAR através das Pessoas, temaque resgatará todo o processo de evolução da empresa e o papel fundamentaldesempenhado pelas pessoas.
Certamente esse tema despertará nos congressistas, uma visão atualizadade uma empresa que modernizou processos e serviços, com foco em gente, pensandona satisfação de seus clientes.


Palestrante
Augusto Miranda – CEO da CEMAR
Nasceu em Nova Canaã, no centro-sul baiano, próximo a Vitória daConquista. Graduou-se em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal da Bahia,fez especialização pela Eletrobrás em convênio com a PUC/RJ e a Escola Federalde Engenharia de Itajubá/MA e MBA em Gestão de Empresas de Energia Elétricapela FGV/SP.
Ocupou diversoscargos nas áreas de Gestão da Manutenção do Sistema Elétrico na Companhia deEletricidade da Bahia (Coelba). Em 2004 chegou a São Luís para ocupar aDiretoria de Engenharia da CEMAR. A partir de 2007 assumiu a Vice-Presidênciade Operações e atualmente, desde abril de 2010, é Diretor Presidente da CEMAR.

domingo, 18 de março de 2012

Programa de ESTÁGIO CEMAR 2012







Programa de ESTÁGIO CEMAR 2012

Início 19/03/2012 a 22/04/2012





CEMAR abrirá inscrições para selecionar estudantes de nível superior e técnico para o Programa de Estágio 2012. O Programa é destinado aos estudantes que desejam obter vivência profissional, desenvolver suas habilidades e competências alinhadas ao perfil de estratégias e negócios da Companhia.

As inscrições estarão abertas no período de 19/03/2012 a 22/04/2012 unicamente por meio do site da CEMAR: www.cemar116.com.br.

As inscrições para nível técnico são para Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Eletromecânica, Técnico em Eletroeletrônica, Técnico em Eletrônica e Mecatrônica. Para o nível superior, serão selecionados estudantes de Administração, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Direito, Comunicação Social, Marketing, Processamento de Dados, Ciência da Computação, Análise de Sistemas, Arquitetura, Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Biblioteconomia, Serviço Social e Engenharia da Computação. O estudante de nível superior precisa estar a, no mínimo, dois anos de conclusão do curso.
O processo seletivo da CEMAR segue seis etapas distintas até a aprovação final dos candidatos: inscrição, triagem curricular, provas presencial ou on-line, dinâmica de grupo, entrevista por competência e entrevista técnica.

sábado, 17 de março de 2012

Vídeo da Nasa mostra a história da Lua em 3 minutos

Se você sempre quis saber de onde vieram os buracos da Lua, essa é a sua oportunidade: a NASA divulgou um vídeo que conta toda a história do satélite. A animação “Evolution of the Moon” (Evolução da Lua, em português) mostra os 4,5 bilhões de anos da Lua, desde que ela se formou até chegar ao que a gente vê hoje - tudo em apenas 2 minutos e 42 segundos.
No início, a Lua era basicamente uma bola gigante de magma, formada pelo que sobrou de uma colisão entre a Terra e um corpo de tamanho próximo ao de Marte. Depois disso, o satélite passou por um processo de esfriamento e sofreu diversas batidas que acabaram por moldar sua superfície. “Enquanto a Lua parece hoje ser um mundo imutável, sua aparência é resultado de bilhões de anos de atividade violenta“, afirma a NASA.
A agência espacial fez o vídeo para comemorar os 1000 dias que a sonda espacial Lunar Reconnaissance Orbiter (Orbitador de Reconhecimento Lunar - LRO) completa na próxima segunda-feira (19). A LRO orbita a Lua desde do dia 23 de junho de 2009. Em fevereiro, a NASA já havia divulgado um vídeo que mostra imagens do lado oculto da Lua (aquele que a gente enão consegue ver).

CEMAR 17a no ranking GPTW LATAM 2015

O instituto internacional Great Place to Work® (GPTW) lançou a sua 12ª lista anual das Melhores Empresas para Trabalhar da América Latina...