sábado, 14 de abril de 2012

Facebook compra Instagram por 1 bilhão de dólares

Menos de uma semana depois de lançar seu aguardado app para Android, o aplicativo de fotos para celular mais famoso do mundo agora tem um novo dono: o Facebook. E, com mais de 30 milhões de usuários, o app de filtros retrô e compartilhamento em redes sociais não foi nada barato. De acordo com a página de notícias Newsroom, do próprio Facebook, o valor deve chegar a 1 bilhão de dólares – entre dinheiro e ações da rede social.
Antes disso, foi Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, quem contou a novidade. “Estou animado em compartilhar a notícia de que concordamos em adquirir o Instagram, e que sua talentosa equipe irá juntar-se ao Facebook”, disse. “Por anos, estivemos focados na construção da melhor experiência para o compartilhamento de fotos com seus amigos e familiares. Agora, seremos capazes de trabalhar com a equipe do Instagram para também oferecer as melhores experiências no compartilhamento de belas fotos móveis com pessoas baseadas em seus interesses”.
A reação foi bem diversa. Para além dos que apoiaram a inciativa, surgiu um medo: será que o Instagram passaria a ser vítima de um processo de – ahá! – facebookização? Quem afasta o perigo é o próprio Zuckerberg. Segundo ele, o Instagram continuará a ser um aplicativo desenvolvido à parte, sem se integrar completamente com o Facebook. É esperar pra ver.
E aí, curtiram a novidade?

Conheça Dream:ON – o aplicativo que controla seus sonhos

 

No início, o app parece funcionar como um relógio comum: o usuário seleciona o botão “start dreaming” (comece a sonhar, em tradução livre) e escolhe a hora e o alarme com que gostaria de acordar. A diferença é que, uma vez posto de lado, o aplicativo passa a medir seus movimentos e, quando você alcança o REM (estado imóvel de sono em que os sonhos se iniciam), começa a tocar uma trilha sonora que estimula seu subconsciente a produzir o tipo de sonho que você deseja ter.
Outra vantagem? O alarme só toca quando você se mexe novamente, evitando que a sua imaginação seja interrompida no meio – segundo especialistas, isso faz você acordar novinho em folha. “Ter uma boa noite de sono aumenta a produtividade das pessoas, e é essencial para seu bem estar físico e psicológico” disse ao Mashable o psicólogo britânico Richard Wiseman, responsável pela parte científica do projeto.
Parte científica que, aliás, é um componente importante da iniciativa – também interpretada como um estudo em larga escala. Gratuito, o app estimula que os participantes descrevam e enviem dados sobre o que sonharam para uma base de dados, que depois vai ser analisada por especialistas. Outra opção, mais banal, é marcar amigos que tenham participado dos sonhos com tags no Facebook.
E aí, curtiu a novidade ou acha a ideia de controlar seus sonhos esquisita demais para o seu gosto?

Hawking diz acreditar em possibilidade de viagem para o futuro

O cientista britânico Stephen Hawking enxerga a possibilidade de que o ser humano terá a capacidade de construir uma nave espacial tão veloz que permitirá viajar no tempo e avançar várias gerações no futuro.
O professor expõe esta teoria no documentário "O Universo de Stephen Hawking", que será transmitido neste domingo pelo canal "Discovery Channel", informa hoje o jornal "The Sunday Telegraph".
Segundo Hawking, viajar para o futuro seria possível com base nas teorias da relatividade de Albert Einstein, segundo as quais o ritmo do tempo dos objetos se desacelera à medida que eles próprios são acelerados no espaço.
Para automóveis e aviões, este efeito é imperceptível, mas a nave espacial idealizada por Hawking estaria totalmente exposta ao fenômeno devido a sua grande velocidade.
De acordo com o antecipado pelo jornal, Hawking explica no programa que essa nave poderia chegar, em teoria, a uma velocidade de um bilhão de quilômetros por hora. Por isso, deveria ser construída em uma escala gigantesca simplesmente para poder transportar todo o combustível necessário.
"(A nave) levaria seis anos em potência máxima para alcançar essa velocidade. Depois dos dois primeiros anos, alcançaria a metade da velocidade da luz e estaria bastante longe do sistema solar. Após outros dois anos, chegaria a 90% da velocidade da luz", afirma Hawking na série.
Dois anos após funcionar em potência máxima, a nave alcançaria sua velocidade mais alta, 98% da velocidade da luz, "e cada dia na nave seria um ano na Terra", sustenta o cientista.
"A essas velocidades, uma viagem ao final da galáxia levaria 80 anos para quem estivesse a bordo", acrescenta, segundo o jornal.
No entanto, o cientista, que reconhece ter perdido sua anterior "cautela" no momento de comentar temas considerados ''heresias'' na comunidade científica, disse não acreditar na possibilidade de viajar ao passado, nem por meio de "buracos" ou "atalhos" entre diferentes partes do universo.
A teoria indica que estes buracos ou atalhos existem, mas apenas em escala quântica - são menores que um átomo. Por isso, o desafio inicialmente seria aumentá-los para escala humana.
Hawking despreza a teoria de viajar ao passado porque criaria um paradoxo científico.
"Este tipo de máquina do tempo violaria a lei fundamental de que a causa deve existir antes do efeito. Eu acho que as coisas não podem tornar-se impossíveis para si mesmas. Por isso, não será possível viajar ao passado", argumenta o cientista.

Pesquisadores encontram um novo destino para as sacolas plásticas


No Brasil, os supermercados de São Paulo deixaram neste mês de abril de distribuir gratuitamente as sacolas plásticas, ação semelhante a que está sendo tomada em países europeus. O principal motivo está no impacto que elas causam ao meio ambiente e por não serem recicladas adequadamente. Pensando nisso, o pesquisador Amit Naskar e seus colegas do Laboratório Oak Ridge, nos Estados Unidos, desenvolveram um processo que transforma o polietileno, usado no produto, em um material muito mais valioso: as fibras de carbono.

As fibras de carbono estão entre os materiais mais high-tech, ou seja, de maior tecnologia na atualidade. Elas estão presentes em carros de corrida, equipamentos esportivos, aviões e sondas espaciais.

Segundo Naskar, o processo de reciclagem não apenas possibilita a transformação para fibras de carbono, como também torna possível ajustar o produto final em aplicações específicas. "Acreditamos que nossos resultados trarão para a indústria uma técnica flexível para fabricar fibras tecnologicamente inovadoras em inúmeras configurações, de aglomerados de fibras a não-tecidos de fibra de carbono", explicou Naskar ao portal do Laboratório Oak Ridge.

Ao falar sobre as aplicações possíveis do material reciclado, o pesquisador é bem direto. "As possibilidades são virtualmente ilimitadas", afirmou.

Como ocorre a transformação - Para o novo processo é utilizado uma técnica chamada de "sulfonação", na qual é mergulhado o aglomerado de fibras em um ácido que contém um banho químico, onde reage e forma uma fibra negra que não irá se fundir novamente. "A técnica transforma as fibras de plástico em uma forma não fundível", explicou Naskar.

O resultado final pode ter um contorno superficial e um diâmetro de cada filamento ajustado com precisão no momento do processo de fabricação. A exatidão desta manipulação pode alcançar a escala dos nanômetros (subunidade do metro).

O processo de patente pendente lhes permite ajustar a porosidade, tornando o material potencialmente útil para a catálise de filtração e a captação de energia eletroquímica.

Os pesquisadores também observaram que a descoberta representa um sucesso para o DOE (Departamento de Energia), que busca avanços em materiais leves que possam ajudar as montadoras de carros norte-americanas na criação de um design capaz de atingir mais milhas por galão, sem comprometer a segurança ou o conforto. E a matéria-prima, que pode vir a partir de sacos de plástico e restos de tapete de apoio e salvamento, é abundante e barata.

Fonte: Portal EcoD

Acesso à agua potável aumenta, mas mundo ainda sofre com falta de saneamento




No início do mês de março, a UNICEF e a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgaram o relatório “Progress on Drinking Water and Sanitation 2012” (Progresso sobre Água Potável e Saneamento 2012), onde consta que o mundo alcançou a meta do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de reduzir, pela metade, a proporção de pessoas sem acesso à agua potável segura. Mais de 2 bilhões de pessoas passaram a ter acesso a fontes de água melhoradas, como poços protegidos e abastecimento canalizado.

De acordo com o relatório, no final de 2010, 89% da população mundial (6,1 bilhões) dispunha de água potável, 1% a mais do que os 88% da meta do ODM. A UNICEF e a OMS esperam que, até 2015, 92% da população mundial terá acesso a esse recurso.

As organizações, porém, chamam a atenção para os 11% dos habitantes do planeta (783 milhões de pessoas) que ainda não dispõem de água potável e para os 37% sem acesso a serviços de saneamento básico (2,5 bilhões de pessoas). “Os números ainda são chocantes, mas os progressos anunciados demonstram que as metas dos ODM podem ser alcançadas, com vontade, esforço e fundos”, disse Anthony Lake, diretor executivo do UNICEF, durante o lançamento do relatório.

Disparidade entre regiões – Apesar dos números globais parecerem positivos, eles encobrem grandes diferenças entre regiões, além das disparidades internas encontradas em alguns países. A situação mais crítica é encontrada na África subsaariana, onde apenas 61% das pessoas tem acesso à água potável. Esse índice, na América Latina e Caribe, Norte da África e algumas regiões da Ásia, por exemplo, chega a 90%. “Alcançamos uma meta importante, mas não podemos ficar por aqui. O nosso próximo passo deve ser chegar às pessoas que são mais difíceis de alcançar, os mais pobres e mais desfavorecidos. A Assembleia-geral das Nações Unidas já reconheceu a água potável e o saneamento como direitos humanos, o que significa que temos de assegurar que todas as pessoas tenham acesso aos mesmos”, disse o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon.

No Brasil – Segundo o Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2009, publicado pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental em 2011, 81,7% da população brasileira é atendida por serviços de abastecimento de água e 44,5% dispõe de coleta de esgoto. Em comparação a 2008, o índice de abastecimento de água registrou crescimento de 0,5 ponto percentual. Já a coleta de esgoto, apesar de registrar oscilação positiva, ainda não atende a mais da metade das residências brasileiras.

As disparidades entre as regiões brasileiras são visíveis. A região sudeste, a melhor servida por serviços de água e esgoto, registra índice de atendimento de 90,6% (água) e 68,2% (esgoto), enquanto as regiões Norte e Nordeste registram, respectivamente, 58,5% (água) e 6,2% (esgoto) e 69,7 (água) e 19,7% (esgoto).

Para Albano Araújo, coordenador da estratégia de água doce da organização The Nature Conservancy, a questão do acesso à água potável e saneamento, no país, é uma questão de prioridade de investimentos. “Durante décadas as ações de captação e tratamento de esgotos, especialmente, não foram prioritárias porque elas não dão o mesmo retorno político das ações mais visíveis, como construção de estradas, pontes, monumentos, etc. Atualmente, uma parte do nosso déficit nesta área seria coberto com as ações do PAC, mas, ainda assim, não se resolveria o problema completamente”, diz Araújo.

Por Diogo Silva
http://www.ressoar.org.br/dicas_meio_ambiente_dia_mundial_agua_2012.asp

Quem promulgou a Lei de Murphy?

Um Gurú do Marketing ou um Monge Tibetano?
Stapp e Murphy - criador e criatura
Nenhum dos dois. Foi um baiano. Nós mortais apenas a endossamos e usamos para justificar nossas falhas e as de outros trapalhões mundo a fora. E chegou ao Brasil na década de 1960, junto com os então modernos sistemas de gestão de projetos trazidos pelos executivos americanos e consagrou-se como o matricida da lei. Isto mesmo. Foi um filhote que passou a assassinar a própria mãe e chamou-se primeiro double-check e posteriormente triple-check. A Lei de Murphy é um adágio (uma máxima), mas na verdade é um folclore. Pelo contexto em que surgiu, assumiu ares de coisa séria. E o que é pior: seu autor não é Murphy. E o ainda mais pior (licença poética) é que seu autor foi um brasileiro e baiano chamado John Paul Stapp.
John Paul Stapp, nascido em 1910 na Bahia e foi com a família, ainda jóvem pro EUA, onde morreu em 1999, no Novo México. Na época do nascimento da Lei de Murphy, ele era Ph.D., médico e Coronel da Força Aérea Americana. E como tal foi um pioneiro nos estudos dos efeitos das forças de aceleração e desaceleração no organismo humano, Stapp ficou conhecido como o "homem mais rápido da terra”. Stapp foi escolhido pela Força Aérea para ser "cobaia" de testes de resistência humana a grandes acelerações. Chegou a pilotar um trenó com propulsão por foguetes. Antes dele, estimava-se que um ser humano suportaria no máximo uma aceleração equivalente a 18 g. Stapp desfez essa barreira, experimentando mais picos de força “g” que qualquer outro humano. Durante os testes quebrou membros e costelas, tev descolamento de retina e outros. No decorrer de sua vida algumas lesões comprometeriam sua visão pra sempre. Em um de seus últimos testes, Stapp foi submetido ao equivalente a 46,2 vezes a força da gravidade. A contribuição para os projetos aeronáuticos que essas pesquisas trouxeram, além de fundamentalmente importantes, são largamente disseminadas e difíceis de quantificar.
E onde é que entra o Murphy na história? Chegamos em Edward A. Murphy. Era um dos engenheiros da equipe de Stapp que trabalhavam nos projetos de teste à tolerância humana à aceleração. Em 1949, o baiano-americano bateu o recorde de aceleração, mas não pôde festejar. Os acelerômetros do trenó-foguete simplesmente não funcionaram. Desolado, Stapp pediu ao engenheiro Murphy para identificar a falha. Descobriu que um técnico ligara os circuitos do veículo ao contrário. No relatório de falhas, Murphy anotou: "Se há mais de uma forma de fazer um trabalho e uma dessas formas pode redundar em desastre, então alguém fará o trabalho dessa forma". John Paul Stapp era tido como espirituoso, carismático e popular com seus colegas e com a imprensa. Também colecionava eufemismos e adágios, a ponto de conservar um caderno de anotações cheio deles - lendo aquilo, não perdeu tempo. Popularizou a expressão ao comentar em uma entrevista à imprensa o diagnóstico do engenheiro-auxiliar:"Se alguma coisa pode dar errado, dará" e estabelecendo aquela que viria a ser conhecida como a Lei de Murphy. A vida do baiano Stapp foi dedicada à segurança aeroespacial em particular e à segurança em geral. Seu legado? A popularização do cinto de segurança e da cultura de segurança automobilística.
A Lei de Murphy foi de tal forma incorporada à cultura de processos a ponto de surgirem filhotes, tipo: "O pão sempre cai com a manteiga para baixo", ou “Se há possibilidade de várias coisas darem errado, todas darão - ou a que causar mais prejuízo” ou a pérola: “Quando um trabalho é mal feito, qualquer tentativa de melhorá-lo piora.”
fonte: wikipedia
Por Luiz Souza Filho

Quem ama cuida!!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A Great Place to Work: O Que Faz Com Que Alguns Empregadores Sejam Tão Bons - E a Maioria Deles Tão Ruins?


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Em seu livro clássico de 1988, o co-fundador do Instituto Great Place to Work®, Robert Levering, utiliza entrevistas e anedotas de suas primeiras pesquisas de melhores empregadores para demonstrar porque a confiança entre os funcionários e a gerência é o ingrediente essencial para criar um local de trabalho excelente.


"Bons locais de trabalho valem a pena serem examinados simplesmente porque enriquecem as vidas das pessoas que trabalham neles. ... Tendo em vista que a maioria de nós passa a maior parte do tempo em que estamos acordados no trabalho, isso não é um assunto de pouca importância.” — Robert Levering, co-fundador, Great Place to Work®
O co-fundador do Instituto Great Place to Work, Robert Levering, decidiu se afastar da abordagem incomum - observando o que há de errado em locais de trabalho ruins e como melhorá-los. Ao invés disso, buscou descobrir o que está certo em locais de trabalho verdadeiramente excelentes. Levering entrevistou funcionários e gestores de todos os níveis dos 20 principais locais de trabalho "Melhor dos Melhores" que ele analisou em seu livro original inovador e líder de vendas, The 100 Best Companies to Work for in America.
Nesse livro novo-clássico, reimpresso a partir da sua versão original de 1988, Levering utiliza entrevistas e anedotas dos seus melhores empregadores para:
  • Demonstrar por que o ingrediente mais importante de um local de trabalho excelente é a confiança entre os funcionários e a gerência;
  • Explicar por que as práticas convencionais de gestão dificultam a criação de um bom ambiente de trabalho; e
  • Oferecer estudos de caso de transformações positivas e negativas de locais de trabalho.
A lição inspiradora é que qualquer empresa pode se tornar um local de trabalho excelente. O livro ajuda os funcionários a interpretar as experiências diárias no trabalho e determinar o que devem esperar. Também ensina aos empregadores bem-intencionados ideias e dicas sobre como melhorar a qualidade do local de trabalho.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Cientista busca 'cobaias' para testar software de controle dos sonhos


Equipe pretende desenvolver aplicativo que guie o sonho das pessoas para que elas se tornem mais produtivas

Um psicológo britânico especializado em fenômenos paranormais está em busca de milhares de voluntários para participar de uma experiência destinada a descobrir se é possível controlar os sonhos.
O professor Richard Wiseman contribuiu para o desenvolvimento de um aplicativo denominado "Dream:ON" para iPhone, que visa a guiar os dorminhocos em seus sonhos.
"Ter uma boa noite de sono e bons sonhos estimula a produtividade. É essencial para o bem estar físico e psicológico", explicou o professor da Universidade de Hertfordshire, ao norte de Londres.
Para que a experiência funcione, o 'smartphone' deve ser colocado sobre a cama a fim de detectar o momento em que a pessoa começa a sonhar, ou seja quando o corpo está mais imóvel, explicou o psicólogo.

Neste momento, o telefone toca uma música para evocar cenas prazerosas, inspirando no sonhador, por exemplo, uma caminhada no bosque ou até mesmo uma sesta em uma praia.
O telefone emite, então, um toque doce para acordar a pessoa para que ela faça uma breve descrição de seu sonho.
O professor Richard Wiseman espera que cerca de 10.000 pessoas participem da experiência por ocasião do Festival Internacional de Ciências de Edimburgo, que termina no dia 15 de abril.

O psicólogo explicou que as pessoas que sofrem de depressão sonham bem mais do que as outras e costumam ter mais pesadelos. "Talvez se seus sonhos pudessem ser melhorados, isto as ajudasse", acrescentou.


  http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/cientista-busca-cobaias-para-testar-software-de-controle-dos-son/n1597737986389.html

Por que algumas vezes choramos de tanto rir?

Rimos na alegria e choramos na tristeza, certo? Não exatamente. As duas ações e sensações podem se misturar. O motivo não é completamente compreendido por especialistas, mas nós podemos chorar de tanto rir e até rir quando estamos com vontade de chorar.
Uma das explicações é que tanto rir como chorar acontecem durante momentos de alta tensão emocional, segundo o psicólogo da Universidade de Maryland, Estados Unidos, Robert Provine, em entrevista ao site Lifes Little Misteries.

De acordo com ele, a mesma área do cérebro humano é responsável pelo choro e pelo riso. Lesões nessas partes do cérebro são relacionadas, inclusive, a uma síndrome conhecida por Risadas e Choros Patológicos (PLC, na sigla em inglês), que é caracterizada por incontroláveis acessos destas ações. Como a mesma lesão causa tanto lágrimas como risadas é possível que essas ações estejam intimamente relacionadas.
Outra explicação é que existem lágrimas resultantes de fortes movimentos corporais, como risadas vigorosas. Essas lágrimas são consideradas reflexivas porque resultam de fatores externos e não de emoção. Contudo, são lágrimas que surgem depois de rirmos.

domingo, 8 de abril de 2012

Coaching eficaz - Como orientar sua equipe para atingir resultados

"Algumas equipes trabalham com afinco, divertem-se e concluem a tarefa. Outras são amargas e ineficazes, apesar do fato de todos os seus integrantes estarem trabahando duas vezes mais do que o normal. Porque é assim?"
Toda equipe vencedora precisa estabelecer um modelo de comportamentos desejados dentro do contexto do propósito desta equipe existir, ou seja: seu significado e sua visão. Este dois elementos estão estreitamente entrelaçados.

O modelo de comportamentos de uma equipe vencedora tem que ser focado ora em acelerar a performance do grupo, ora em manter a excelência da performance ou na combinação dos dois comportamentos. Para garantir a eficácia do modelo estabelecido pela equipe é fundamental garantir que todos os comportamentos que bloqueiem o desempenho sejam identificados e minimizados.

Minha experiência mostra que a melhor maneira de minimizar um comportamento indesejado é encontrar qual deve ser o comportamento desejado focando especial atenção em como criar este novo comportamento na equipe e depois conseguir mantê-lo.
Para começar, sua equipe deve encontrar quais são os comportamentos desejados e quais são os indesejados. Podemos exemplificar alguns na tabela abaixo:



Comportamentos que aceleram o desempenho


Comportamentos que mantêm o desempenho

Comportamentos que bloqueiam o desempenho
Liderar pelo exemplo
Rastrear o desempenho
Controle intenso sobre os outros
Tomar a iniciativa
Atenção aos detalhes
Dificuldade em contestar opiniões e decisões
Gerar entusiasmo e energia
Definir e clarear objetivos
Criticar as pessoas abertamente
Fortalecer comportamentos externos e internos
Desenvolver unidade
A equipe toda se sente sob pressão
Delegar responsabilidades
Construir lealdade e suporte
Frustração e raiva abertamente disseminadas
Integrar atividades e soluções
Garantir estabilidade e consistência de processos
Evitar dar feedbacks negativos
Procurar adicionar valor agregado
Deixar a informação fluir
Evitar se comprometer firmemente
Racionalizar os processos
Fazer os sistemas trabalharem juntos
Ignorar responsabilidades
Criar comprometimento para expandir as metas
Tratar as pessoas com dignidade
Negar conflitos

 

Tanto o coaching individual como o de equipe atinge diversos interessados: cada um dos membros da equipe, a equipe como um todo, subgrupos dentro dela, a organização e outras equipes. Também atinge tanto o processo (como a equipe e os indivíduos fazem as coisas) como os resultados.

Como líder, gerente ou empresário, o que você precisa aprender para realmente se tornar um coach de equipe eficiente?


http://officinadocoach.blogspot.com.br/

CEMAR 17a no ranking GPTW LATAM 2015

O instituto internacional Great Place to Work® (GPTW) lançou a sua 12ª lista anual das Melhores Empresas para Trabalhar da América Latina...