sábado, 31 de março de 2012

Seu time está ganhando? Então, prepare-se para mexer na equipe

Loucura para alguns, sugestão pode ser significativa para quem deseja vencer no mercado e se livrar da concorrência
Ao contrário do que muitos possam imaginar, nem todo time que está ganhando deve permanecer imune em uma empresa. Aliás, é justamente quando uma equipe aparenta estar em seu melhor momento que um líder deve se preparar para mudar de tática e mexer em sua formação.
A sugestão pode até parecer loucura para alguns - estes devem se questionar como é possível mudar uma equipe de colaboradores que demorou tanto para atingir seus melhores resultados -, mas, para especialistas do mercado, tal alteração se trata da mais pura forma gestão.

Alta performance
De acordo com a consultora da Muttare, Roberta Yono Ebina, um bom líder sabe exatamente que, se quiser trabalhar com alta performance, jamais poderá se contentar com um simples resultado, devendo se empenhar sempre em superá-lo.

Imagem: ThinkStock

“Atualmente, 99% das empresas estipulam metas fixas de desempenho, quando na verdade deveriam se preocupar em estabelecer metas mais flexíveis, de alta performance”, diz.
Para ela, o ideal seria que os profissionais se questionassem se aquilo que consideram como 'excelente' é realmente tido como excelente pelo mercado.
“O gestor precisa comparar se o desempenho da própria equipe é melhor que o da concorrência, por exemplo. As especulações do mercado, nesse momento, podem servir de parâmetro para uma melhoria”, revela Roberta.

Sinais de alerta
Na visão do headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Clayton Paulino, o sinal de que uma solução imediata se faz necessária se dá quando a concorrência resolver colocar as 'manguinhas de fora' e a equipe de um líder não responder à altura.
“Se o time não supera a concorrência, apenas o desempenho esperado, essa é a hora de mexer na equipe. Contudo, a movimentação deve ser sutil, para evitar uma acomodação dos colaboradores da organização”, explica Paulino.

Aprovação da equipe
E, se uma andorinha só não faz verão, não pensem que no trabalho isso seria diferente. Afinal, até mesmo para remanejar os membros de uma equipe, um gestor precisa do consentimento geral, se quiser ser bem aceito pelo grupo.
Segundo Roberta, por exemplo, a decisão não cabe apenas ao líder, devendo ser partilhada por toda a equipe. “A real alta performance é feita com o consentimento de todos. Eles decidem quem muda de área, quem fica, quem se adapta ou sai do grupo”, explica.

Dicas
A profissional dá ainda algumas dicas para os líderes que precisam de orientação nesta área. Na opinião dela, um resultado só pode ser alcançado se tiver a colaboração de 100% da equipe.
Portanto, se você quiser saber como melhorar seu desempenho na empresa que atua, fique atento às recomendações abaixo:
  • É mito! Acreditar que em time que se ganha não se mexe é o maior mito da alta performance e a maior armadilha de gestão. Se você quer atingir o sucesso, fique de olho na concorrência e movimente sua equipe.
  • Gestão para quê? Abandonar sua equipe sem gerenciamento só porque você percebeu que ela é eficiente é o maior equívoco que um gestor pode cometer. Quando os resultados começarem a ir mal, certamente alguém se lembrará que quem deixou o navio naufragar foi você.
  • Criando seu próprio feudo – Um erro muito comum de alguns gestores é centralizar desafios e responsabilidades em alguns membros da equipe e se esquecer dos demais profissionais, por uma questão pessoal. Com isso, o líder não só passa a criar sua própria panelinha de preferidos, mas também mostra que distribui o trabalho muito mal, além de criar um feudo na própria área corporativa. “Tal atitude influencia o clima de uma organização e o responsável pelo clima é ninguém menos que o próprio líder”, diz Roberta. Por isso, evite esse tipo de comportamento.
  • Cuidado com as metas! Não assuma mais compromissos do que pode nem metas maiores do que sua equipe é capaz de cumprir. Um erro dos executivos é achar que, porque sua equipe atingiu uma meta há cinco anos atrás, ela será capaz de fazê-lo mais uma vez. Por isso, cuidado! Seja realista quanto às perspectivas de sua equipe e estabeleça metas viáveis.

Por: Eliane Quinalia
Em InfoMoney

Tags: brasil; carrerias; economia; política; emprego; empresa; proffisisonal; executivo; negócios


      Ninguém treina para ficar em segundo lugar

      Todos querem vencer, chegar lá, atingir o objetivo, conseguir a auto-realização ou talvez de maneira mais simples, ser feliz.
      Como passamos uma parte significativa de nossas vidas trabalhando, é mais do que coerente que nossas profissões estejam de alguma maneira ligadas ao alcance deste objetivo.
      E como conciliar nossa profissão e nossa rotina no trabalho com a auto-realização?
      Esqueça seu chefe, sua empresa ou os limites impostos pelas políticas da área de RH. O processo está muito mais nas suas mãos do que você imagina.
      Há uma cena do filme “Dama de Ferro” que ilustra o que quero dizer:




      O que nós pensamos, nós nos tornamos. Logicamente não é sentar-se em uma cadeira, pensar em ser rico e acordar milionário no outro dia.


      Mas, como diz Margareth Thatcher (interpretada por Meryl Streep) no vídeo, a cadeia de pensamentos, traduzidos em palavras, vivenciados em ações, repetidos em hábitos, solidificados em caráter, definirão seu destino.

      Pode parecer texto de auto-ajuda, mas não é! No link http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar  você encontrará 4 histórias reais, de pessoas não famosas (ainda), que seguiram as palavras que vimos no vídeo acima.


      Afinal de contas, você também não quer chegar em segundo lugar, qualquer que seja o primeiro lugar que você tenha definido para si: mais dinheiro, mais fama, mais tempo com a família ou mais qualidade de vida.
      Por isso, comece a vigiar seus pensamentos, o que você diz, suas ações e hábitos. O resto é consequência.
      BOA SORTE!!

      Artigo de: marcelocuellar
      Você SA

      Você sabe o que é competência?



      Uma dica importante é não ficar preso apenas àquilo em que você é bom; vá mais longe e assuma desafios....
      O termo competência, na esfera da gestão em RH, surgiu na de cada de 1970, ampliou-se nos anos oitenta e passou a fazer parte cotidiana do jargão corporativo em meados de 1990.

       


      Embora sujeito a diferentes abordagens e teorizações (o que dificulta uma definição plenamente aceita), é importante compreender que o conceito de competência (como de fato acontece com todos os conceitos) difere da palavra competência tomada em seu sentido cotidiano, fora do ambiente corporativo.
      No cotidiano, utiliza-se a palavra competência associada à capacidade de resolver problemas, aptidão e habilidade. Estas atribuições dão conta apenas de uma atitude reativa e não contemplam a característica proativa, e mais abrangente, que o conceito assume no ambiente de negócios.
      Para o sociólogo francês Philippe Zarifian, competência é "tomar a iniciativa e assumir a responsabilidade diante das situações profissionais com as quais nos deparamos. Consiste em um entendimento prático de situações, que se apoia em conhecimentos adquiridos e os transforma à medida que aumenta a diversidade de situações".

      Esta conceituação de Zarifian é fundamental na distinção entre o caráter reativo das associações feitas à palavra competência e o caráter proativo do conceito de competência tal qual é utilizado no universo corporativo.
      Assim, competência engloba habilidade, mas não se restringe a ela, ultrapassando a mera questão técnica de capacidade de operacionalização. Da mesma maneira, competência engloba atitude, mas não se restringe a ela, pois competência pressupõe ação adequada e não simplesmente ação!
      Competência pressupõe uma ação que agregue valor diante de novas situações.
      Assim, podemos compreender a composição do conceito de competência, através de critérios objetivamente mensuráveis, como o exercício proativo e simultâneo de:

      1. Saber conceitualmente (qualificação) - conhecimento
      2. Saber fazer (experiência funcional) - habilidade
      3. Saber agir (capacidade de obter resultados) – atitude

      Portanto, competência pode ser entendida como uma ação fundamentada e assertiva frente a novos desafios! Esta ação dever agregar valor econômico para a organização e social para o indivíduo. Competência é um potencial disponível para enfrentar os desafios futuros.
      Dentro do universo de negócios, o conjunto das competências desejadas deve estar alinhado com a estratégia adotada, o que explica que além de alguma competência em comum, cada segmento de negócios demandará por competências específicas, assim como cada organização, em função da sua estratégia. O conceito pressupõe produtividade e adequação a cada realidade de negócios.

      Competência é a qualidade de ser adequado e bem qualificado física e/ou intelectualmente frente a desafios. É a capacidade de tomar decisões bem informadas e coerentes. Contempla grupos de habilidades, atitudes e conhecimentos necessários para a realização eficaz de tarefas. Refere-se a ações e comportamentos identificados pelas lideranças como efetivas contribuições na implementação da mudança; estes comportamentos são necessários para um desempenho satisfatório ou excelente em qualquer desafio profissional.

      Contudo, evite as armadilhas competência. Não fique preso apenas àquilo em que você é bom; vá mais longe e assuma desafios. A atitude de ampliar continuamente suas competências será sempre a maior de todas elas.

      Por  Carlos Hilsdorf
      Em Administradores.com

      Timothy Gallwey e o Coaching


      Segundo Timothy Gallway, autor de “Jogo Interior do Tênis”, as pessoas possuem enormes potencialidades que ficam escondidas. Basta que alguém (nesse caso, o Coach) as descubra e revele ao mundo. Fez fortuna percorrendo o mundo em palestras pra grandes empresas e como consultor da Apple e da Coca-Cola. Escreveu outros livros com adaptações da prática esportiva para a vida corporativa (ski, golf e outros). 

      

      Timothy Gallway
      A chave do sucesso - ensinar sem ensinar
      Durante um período, Gallway parou de dar aulas na Universidade e foi "relaxar" dando aulas de tênis. Percebeu que, em determinadas situações, o hábito de encher o aluno com instruções atrapalhava. O rigor técnico às vezes travava o jogo. Percebeu então que os melhores jogadores enxergam a jogada e jogam. Resolveu mudar a tática – ensinar sem ensinar. Dar dicas, orientar o caminho de forma indireta, sem dar as soluções. “Ao deixá-los em paz, os alunos começaram a aprender. E aprendiam cada vez mais rápido.”, diz Gallway em uma entrevista. “Batizei o desafio que esses alunos conseguiram vencer de jogo interno – um jogo em que o medo de perder, a dúvida, a falta de concentração e o estresse são os maiores oponentes. Vi milagres nas quadras com o novo método.”
      Essa perspectiva reforça o entendimento sobre o trabalho de um Coach. Aliás a palavra Coach remonta o século XVIII, era o instrutor das crianças, mas o uso da expressão tendo como significado o treinador de atletas só apareceu no início do século XX. Muitas vezes, ao fazermos um balanço do nosso trabalho, é comum a sensação de que estamos andando em círculos. É possível canalizar atitudes de forma mais produtiva e realizadora. Isso bate diretamente na forma como nos relacionamos com projetos, chefes, colegas e todo o tipo de desafio imprevisto. O fato é que fazer mudanças na forma como nos comportamos ou reagimos ao ambiente podem ser grandes geradoras de sucesso e satisfação pessoal. Parece fácil, mas não é e nem todo mundo consegue fazer isso sem ajuda. Esse socorro pode vir do Coach, um profissional preparado para ajudar a identificar e desenvolver comportamentos que ajudem na realização dos objetivos de quem procura. O Coaching também ajuda a desmistificar a tendência que temos de assumir que uma atitude errada ou decisão mal tomada em nossa vida determina uma sucessão de desastres. É como se, após um fracasso, disséssemos a nós mesmos que dali pra frente “é ladeira abaixo, só pode dar errado”. De acordo com Gallway, colecionamos um número enorme de instruções baseadas no que pode dar errado – é o caminho mais curto para a auto-sabotagem.
      Mas atenção na hora de procurar o seu Coach. A prática do Coaching é algo relativamente novo no Brasil. E como tudo que é novo, cheira a oportunidade. Aparecem candidatos a Coach de todos os lados, mas Gallway alerta sobre a escolha do Coach sério: “Checar se o profissional integra a Federação Internacional de Coaches é uma opção, embora existam muitos coaches bons por aí que não sejam federados. Verificar as credenciais dele – onde estudou, que empresas ou pessoas já atendeu e quais cursos de especialização fez, também é um bom caminho.”


      fonte: Revista Isto É


      Vídeo da Microsoft mostra como o mundo será em 2020

      Você viu este vídeo, que foi produzido pela Microsoft e imagina como será o mundo em 2020? Assim que a protagonista chega a uma nova cidade (Joanesburgo, na África do Sul), seus óculos traduzem o que está sendo dito. Ela pega um táxi - e a janela do carro mostra quanto tempo falta para chegar ao hotel e, via realidade aumentada, destaca o prédio onde a moça fará uma reunião amanhã. No quarto, telas inteligentes se ligam automaticamente e mostram informações personalizadas quando ela acorda. É tudo bem legal.
      A questão é que, tirando uma ou outra coisa, as tecnologias necessárias para viabilizar tudo isso já existem hoje (Siri, Google Goggles, Foursquare etc). Essa realidade do futuro só não existe hoje porque ninguém teve a disposição, ou a inspiração, para escrever o software que interligue tudo - coisa que, aliás, a própria Microsoft poderia estar fazendo. Mas as interfaces da vida real nunca são tão eficientes, nem tão elegantes, quanto em vídeos assim. Pena.

      Feedback, o que faço agora com a informação?

      Os termos em inglês são práticos, encaixam-se em muitas situações.
      Todos os dias surgem palavras novas, resultado da composição de duas ou mais ou da redução de algumas.
      Falou em avaliação, verificação, teste, rapidamente alguém lhe diz: – Eu lhe dou um feedback.
      Feedback tem os seguintes significados: regeneração, realimentação, resposta, retroinformação, comentários e informações sobre algo que já foi feito com o objetivo de avaliação.

      Há um compromisso não declarado, expresso no termo, não há?
      Hum, será que é impressão minha?
      Por que alguém precisaria de uma resposta, uma realimentação, comentários sobre uma avaliação? Porque há um compromisso com o retorno, não é verdade?
      Quando lhe prometerem um feedback, certifique-se de que a pessoa entendeu o verdadeiro significado da palavra!




      Todos os dias damos feeback. A questão é se o fazemos porque somos cobrados ou como parte importante de um processo.
      Imagine que você forneça um determinado produto ao mercado, seu revendedor o informa que os consumidores estão reclamando de um pequeno defeito.
      Sempre que sua equipe de vendas e você mesmo conversam com os revendedores dizem:- Qualquer coisa me ligue. Quero me manter informado, não deixem de me dar feedack!
      Pois é, aconteceu. Eles estão ligando, dando feedback.
      E agora João, vai fazer o que com essa informação? Sabe o que eles esperam de você? -Feedback- você grita!
      Só isso? Não está esquecendo nada? Eles querem compromisso com a solução.
      Caso não se sintam satisfeitos, lhe darão mais uma porção de feedbacks e os produtos de volta neste momento, e mais tarde uma bela resposta quando quiser retomar os negócios: – Não estamos interessados, ou estamos com os estoques altos, ou não estamos vendendo nada, e mais uma série de feedbacks pouco elaborados.

      Todos os dias são criadas formas para melhorar o relacionamento fornecedor- cliente para perpetuação dos negócios, como SAC, Ombudsman, pesquisas de opinião, endomarketing, CRM, e outras tantas, mas quando nos deparamos com a informação que 70% dos clientes que trocam os fornecedores o fazem porque acreditam que estes não se importam com eles, impossível não perguntar: cadê o tal de feedback?

      Nosso SAC captou sua informação, ela já foi incluída no nosso CRM e será tratada por nossas equipes que desenvolvem um excelente trabalho de endomarketing, logo teremos a solução. Isso é um feedback? Resolve o problema do cliente, estabelece algum compromisso?

      Com frequência, vejo pessoas ligando para um conhecido prestador de serviços, cada reclamação recebe um número para que possa ser identificada e acompanhada. Ufa, até agora resisti a tentação de usar a palavra follow-up!

      O prazo para resposta é de 72 horas. Nunca vi nenhuma delas recebendo feedback.
      Quando tive que contatá-los, abri um chamado e lhes dei dois feedbacks porque o prazo para solução estava esgotado e o problema não estava resolvido.
      Estes feedbacks geraram dois novos chamados, os prazos se esgotaram e eu tive que ligar para não ficar sem feedbacks.

      Agora, simplifiquei!

      Quando faço uma reclamação e alguém me diz:- Eu lhe dou um feedback.
      Respondo: – Não precisa, só resolva a problema.
      Não resistindo à tentação diria:- Quando não tiver feedback, faça follow-up!
      Afinal, quando algo não dá certo vai terminar em “efe” mesmo…
      Não é o fim?

      Rede o Gerente
      Ivan Postigo

      Projeto ECOCEMAR


      O projeto consiste na troca de resíduos recicláveis por bônus na fatura de energia elétrica, com destinação do material à indústria de reciclagem.
      O Projeto piloto será realizado a princípio em São Luís no biênio 2011/2012, conforme a seguir:


      1º Ano: Instalação de 4 postos de coletas. O primeiro ponto será na Associação dos moradores do conjunto Cidade Operária e os demais serão instalados gradativamente até Fevereiro de 2012.
      2º Ano: Instalação de mais 5 postos de coleta fixos e 10 móveis.
      Objetivos:
      Além de organizar um programa de coleta seletiva de resíduos com valor de mercado, os objetivos do programa são:
      • Contribuir na preservação do meio ambiente.
      • Oferecer alternativas para o pagamento das faturas;

      Público-Alvo:
      Clientes de baixa tensão, residenciais, de toda a área de concessão da CEMAR. O cliente tem a opção de doar para instituições filantrópicas.

      Tipos de resíduos:
      A princípio serão: Plástico, papel, papelão, PET, metal, tetra pack, Óleo de cozinha e outras parcerias que ainda estamos buscando.

      Funcionamento:
      1. O cliente com a sua fatura de energia em mãos, deverá ir ao posto de coleta mais próximo e solicitar seu cartão ECOCEMAR e receber na hora;

      2. Este em seguida, receberá instruções sobre os tipos de resíduos recebidos no ECOCEMAR. O cliente fará na sua casa a separação dos resíduos e em seguida levará ao posto de coleta para realizar a troca por bônus na conta de energia;

      3. No posto de coleta o atendente, irá pesar, separadamente, cada resíduo, por tipo e classe, gerando-se no final um bônus a ser creditado na fatura de energia;

      4. Ao final cada cliente receberá um comprovante da transação realizada identificando o valor do bônus, a ser conferido junto a sua fatura de energia.


      Locais de Coleta

      CEMAR - SEDEEndereço: Alameda A, Quadra SQS Nº 100
      Loteamento Quitandinha
      Altos do Calhau (próximo ao Colégio Upaon Açu)
      Dia de Coleta: Toda segunda-feira


      CohatracLocal: Paróquia Nossa Senhora de Narazé
      Endereço: Avenida Leste / Oeste
      Dia de Coleta: Toda quarta-feira


      Cidade OperáriaLocal: Associação de Moradores da Cidade Operária
      Endereço: Avenida 01, Jardim das Palmeiras, Nº 34
      Dia de Coleta: Sexta-feira (de 15 em 15 dias)


      CoroadoLocal: Igreja Nossa Senhora do Perpetua Socorro
      Endereço: Rua da Minerva S/N,
      Dia de Coleta: Quinta-feira (de 15 em 15 dias)


      MaiobãoLocal: Associação de Moradores do Conjunto Maiobão
      (Entre a Rádio Cultura e a Igreja Presbiteriana)
      Dia de Coleta: Sexta-feira (de 15 em 15 dias)


      Mateus da Cohab (Posto Fixo)Local: Supermercado Mateus Cohab
      Av. Jerônimo de Albuquerque, Nº 37 - Cohab Anil
      Dia de Coleta: Segunda a Sexta das 9h às 17h e Sábado das 9h às 12h.


      Mateus da Cohab (Posto Fixo)Local: Supermercado Mateus Cohab
      Av. Jerônimo de Albuquerque, Nº 37 - Cohab Anil
      Dia de Coleta: Segunda a Sexta das 9h às 17h e Sábado das 9h às 12h.


      Anjo da GuardaLocal: Associação Comunitária Itaqui-Bacanga - "ACIB"
      Endereço: Avenida Vaticano, Quadra 57 Nº 9.
      Dia de Coleta: Terça-feira (de 15 em 15 dias).




      Não recebidos
      Cabos e Fios; CDs, Fitas K7 e de Vídeo; Cobre; Embalagens Plásticas Metalizadas; Esponjas de Aço; Espumas;Fraldas Descartáveis;Guardanapos e Lenços de Papel;Isopores;Lâmpadas em Geral;Lixos Perigosos (produzidos por indústrias e hospitais);Madeiras;Óleo brificante;
      Papel-Carbono ou Plastifi cado;Papéis Higiênicos;Pilhas;Pneus;Restos de Alimento;Restos de Construção Civil;Tecidos;Tintas;Vidros em Geral. * Consulte os postos de coleta.
      Desde o lançamento do Projeto Piloto do ECOCEMAR, no final do mês de maio/2011, já foram arrecadados mais de 60 toneladas de resíduos recicláveis entre papel, papelão, jornal, plástico, garrafa pet, metal, lata, ferro, embalagens tetra pak, alumínio, PVC, entre outros.
      Muitas pessoas de várias partes de São Luís já participaram e adotaram para seu cotidiano a seleção desses materiais, obtendo descontos na conta de energia elétrica em troca desses resíduos.
      O principal objetivo do projeto é a troca de lixo reciclável por descontos na conta de energia elétrica. Mas o projeto vai além: trabalha com a destinação do material à indústria de reciclagem e difunde a cultura da coleta seletiva e ações conscientes sobre a preservação do meio ambiente. Assim, ganham os clientes da Companhia e o meio ambiente.

      As organizações estão despertando para o poder do SAZON

       Só consigo fazer algo se realmente me der prazer. Desde criança, inclusive minha mãe que o diga, ela já se aborreceu bastante comigo por conta disso. Hoje entendo bem esse meu comportamento.
      Quando crianças e jovens  aprendemos, mas quando adultos e maduros compreendemos. Assim, consegui compreender o meu funcionamento. Realizo com facilidade qualquer atividade, das mais difíceis,   se ativar uma energia interior que hoje eu sei que se trata de "amor".

      Já contei essa história para algumas pessoas, mas registrarei aqui.
      Meu filho caçula nunca gostou de tomar café pela manhã, e isso era algo que me preocupava bastante. Fiz várias tenativas sem sucesso. Um dia conversei com ele e disse que faria uma vitamina e que se ele tomasse se sentiria com super poderes. Para minha inspiração imaginei os desenhos que ele assite. E disse ainda que, os poderes nasceriam da forma com que eu faria a vitamina, com muito amor, amor mais que verdadeiro. E que ao tomar ele sentiria todo esse amor e teria poderes. Poderes para tirar boas notas, fazer amizades, ganhar no vídeo game, etc.  E não é que deu certo. Daí em diante ele começou a se alimentar pela manhã e sempre que preparo algo pra ele comer, pergunta se eu fiz com amor.

      Assim levei esse experiência para o meu ambiente de trabalho. Afinal, passamos a maior parte do nosso tempo nas empresas. Então percebi que, ao realizar o meu trabalho faço a diferença quando realizo com amor. Como dar atenção a alguém , ouvir de verdade, saber como falar coisas dificeis, etc. Comecei a chamar esse sentimento de "Sazon" - O Tempero do Amor.

      Você  deve estar se perguntando, sim e daí ? onde você quer chegar com essa história de amor?
      A conclusão está logo abaixo. Se eu escrevo um artigo falando de "Sazon" os leitores  logo poderiam achar que isso é coisa de mãe ou cozinheira e que não tem  nada a ver com gestão e organizações, ou ainda que isso é coisa de Gente de RH. Por isso, ao ler o artigo abaixo fiquei  feliz em saber dessa tendência de um modelo de gestão, mais responsável e respeitoso.

      Vejam só o que John Hope Bryant empreendedor e Presidente da Operation Hope diz sobre o amor. 
      Faz sentido pra você ?


      John Hope Bryant é um empreendedor filantropo, e vice-versa, fundador e presidente da Operation Hope, uma ONG que busca expandir oportunidades econômicas onde isso falta, por meio da educação financeira. Ele já encerrou o Fórum Econômico Mundial em Davos, em 2009, ao lado do Klaus Schwab, para vocês terem uma ideia – e, na ocasião, disse que o que vivemos não é uma “uma recessão cíclica”, e sim um mundo radicalmente ‘ressetado’, reinstalado, reprogramado”.
      Ele não acredita que o capitalismo seja o problema por trás do “reset”, desde que o mundo (e especialmente as empresas) abrace o bom capitalismo. A HSM Management nº 79 deu um texto sobre ele, com seu conceito de liderança que consta do livro Love Leadership: The New Way to Lead in a Fear-Based World.  Diz o seguinte:

      “Há duas forças primárias que movem a psique humana: o medo é uma; o amor, a outra.


      A maioria dos que decidem escolheu o modelo do medo. Mas o mundo dos negócios começa a prestar mais atenção a uma tendência crescente de modelo de liderança, mais responsável, mais respeitoso, mais espiritual. Bryant identifica cinco princípios básicos dessa nova liderança de um capitalismo bom:
      1. Perdas criam líderes. “Não há arco-íris sem tempestade. Os grandes líderes imprimiram seus pontos fortes em momentos de crise.”

      2. O medo está em baixa. “Embora em vigor, está começando a ser visto como instrumento antiquado e destrutivo como base da liderança.”
      3. Amor dá dinheiro. “Situação que fica patente nas relações duradouras com os clientes, os empregados e a comunidade.”
      4. Vulnerabilidade é poder. “Quando o líder se abre, as pessoas também se abrem. A confiança mútua consolida o poder de maneira genuína.”
      5. Dar é obter. É uma atitude que “inspira lealdade, atrai, promove a colaboração e o apoio recíproco”.

      Artigo escrito por: Carla Medrado
      Tags: liderança, amor, responsabilidade, sentimento, organização

      Vicente Falconi: Execução já!

      Durante o segundo dia do Fórum HSM de Gestão e Liderança 2011, a frase que sintetizou a seção do talk show com Vicente Falconi foi: “Precisamos começar a executar”.

      O professor Falconi abriu o bate-papo afirmando que está convencido de que já existe nas empresas uma quantidade de conhecimento muito grande.

      “O que falta nas empresas é execução, mas principalmente, fazer o que precisa ser feito. Nós precisamos começar a executar”. Para ele, as coisas simples podem ser executadas. “A cultura da não execução é uma coisa dramática, ainda mais quando existe a cultura da procrastinação. O fato fundamental é o seguinte: se eu não executar, nada acontece”.

      Falconi explicou que o filósofo francês René Descartes escreveu o livro O Discurso do Método, por volta de 1600. Para ele, método é a busca da verdade para se atingir os resultados. “É você tomar decisões baseadas na verdade, entender e continuar”. Para ele, há as verdades mostradas na análise dos dados e fatos. E as empresas, na grande maioria, não trabalham com elas. As pessoas vivem tomando decisões, que custam milhões, baseadas em opiniões. Ele afirma que todo gestor deveria ler Descartes.

      “Afinal, o que é gestão?”, questiona. “Gestão é promover resultados, é resolver problemas, promover mudanças, buscar métodos. Você não consegue mudar uma meta, sem fazer gestão”. O professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais ensina que método é a soma das palavras de origem grega meta e hodos.

      Para ele, meta é o resultado a ser atingido e hodos, o caminho para atingi- lo. “Você gerencia para conseguir resultados e, sabendo o caminho, será uma gestão muito melhor. Muitos definem estratégia dessa maneira, mas isso acontece porque estratégia se baseia em método”. O método é único: constitui a busca e o conhecimento da verdade. É tomar decisões baseadas na verdade, executar e continuar.


      sexta-feira, 30 de março de 2012

      A árvore dos problemas

      Eu contratei um carpinteiro para me ajudar a restaurar uma velha casa de fazenda. Ele teve um dia de trabalho muito pesado. Um pneu furado fez com que ele perdesse uma hora de trabalho, sua serra elétrica pifou e, no fim do dia, o motor de sua velha camionete se recusou a funcionar. Ele permaneceu totalmente em silêncio, enquanto eu lhe dava uma carona até sua casa.

      Ao chegarmos, ele me convidou para conhecer sua família. Quando nos dirigíamos para a entrada da casa ele parou frente a uma pequena árvore e tocou as pontas de alguns galhos com ambas as mãos. Assim que a porta abriu, ele mudou seu semblante totalmente. Sorrindo ele abraçou com alegria seus dois filhos pequenos e beijou sua esposa.

      Quando ele me acompanhava até o carro, eu não resisti e perguntei qual o significado do que ele tinha feito quando passamos pela árvore antes de entrar em casa. “Oh, esta é a minha árvore dos problemas”, ele respondeu. “Eu sei que não há como evitar alguns problemas no trabalho, mas de uma coisa estou certo, problemas não devem entrar em minha casa, onde estão minha esposa e filhos. Então, eu simplesmente penduro os problemas na árvore antes de entrar em casa. De manhã eu os pego de volta” Ele sorriu e disse: “Uma coisa engraçada, quando eu os pego de manhã, eles são menos numerosos e menos graves do que eram quando eu os pendurei na noite anterior”.

      Autor Desconhecido

      domingo, 25 de março de 2012

      Internet será 5ª maior economia do mundo em 2016

      É isso mesmo que você leu. Segundo um estudo divulgado na última segunda-feira pelo Boston Consulting Group, se o ~mundo maravilhoso da internet~ fosse um país, ele seria – daqui a quatro anos – a 5ª maior economia do mundo, responsável por um PIB (Produto Interno Bruto) de 4,2 trilhões de dólares.
      De acordo com a pesquisa, os únicos países reais que continuariam à frente da Republica da Internet seriam os Estados Unidos, a China, o Japão e a Índia. Outra comparação para deixar tudo ainda mais claro: o Brasil – que vive um momento de expansão ‘nunca visto na história desse país’ – já festejou ao ser apontado recentemente, pelo jornal britânico Guardian, como a sexta maior economia do mundo.
      E olha que essa não foi a única descoberta interessante do estudo. Segundo o Boston Consulting Group, o número de usuários da web deve chegar a 3 bilhões de pessoas em 2016 – em 2010, o número estimado era de 1,9 bilhão.

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