domingo, 5 de junho de 2011

São João do Maranhão

A Cultura Popular do Maranhão é uma feliz convergência de influências. Produto da mistura de brancos, negros e índios, ela também traduz a localização geográfica do Estado, mostrando a sua ascendência nordestina e amazônica. A força deste multiculturalismo deu origem a uma das mais ricas, vivas e originais expressões culturais do País.

Sua personalidade está impressa em todas as suas manifestações: seja no trançado da palha, no trabalho das rendeiras, na tradição da pesca artesanal e da construção de barcos, quanto no sabor de sua comida, nas lendas, no som arrebatador do Bumba-meu-boi e nos seus diferentes "sotaques" e na variedade das danças, como a Dança do Coco, Dança do Caroço e Dança de São Gonçalo.

Mas as festas são um dos momentos de expressão máxima da cultura maranhense. As festas no Maranhão são um espetáculo de cores, sons, sabores, fé, magia e tradição. É festa o ano inteiro: Festa do Divino, de São Benedito, Carnaval, São João e muitas outras. Em todas elas, a mesma característica: a participação popular e a alegria.

O São João do Maranhão é uma comemoração sem igual em todo o Brasil. No mês de junho, a cidade de São Luís se transforma num grande arraial.

Compõem o folguedo as barraquinhas de palha, as bandeirolas, as fogueiras, os licores e as comidas típicas. A diferença fica por conta das muitas manifestações culturais que ocorrem durante o São João e que fazem desta festa um dos momentos mais ricos da cultura popular do País.

A Festa de São João é como um caleidoscópio da riqueza cultural, artística e folclórica do Maranhão. O Bumba-meu-boi é a mais expressiva delas. Esta fantástica mistura de teatro, dança e folclore, com traços semelhantes aos autos medievais, tem as suas origens perdidas no tempo. Mas até hoje ele empolga e arrebata a assistência. Suas cores, a beleza das suas coreografias, o brilho das fantasias, o esvoaçar das fitas e o som quente, forte e perturbador dos diferentes "sotaques" do Bumba-meu-boi, arrasta o povo todo pelas ruas para acompanhar as suas evoluções. É um espetáculo emocionante.

E tem mais cultura neste São João! Tem a sensualidade do Tambor-de-crioula, uma dança herdada dos escravos e conduzida por tambores em um ritmo frenético, onde as mulheres em movimento sensual, coroam a dança com uma "umbigada", tem a Dança do coco, o Lelê ou Pela porco, o Cacuriá, a dança de São Gonçalo, Bambaê de caixa, a dança portuguesa e a tradicional quadrilha.

A presença do povo, a alegria dos participantes e todas estas atrações culturais fazem da Festa de São João do Maranhão uma comemoração verdadeiramente diferente de tudo o que você já viu!

Fonte: Maranhão Cultura Popular

Mude o mundo


Pequenas ações individuais são a maior força transformadora que se conhece. Ter uma atitude consciente em relação aos nossos hábitos de consumo é a melhor (e talvez a única) maneira de se mudar o mundo.
Economize água, luz, recicle seu lixo, faça a sua parte e ajude a construir um futuro para todos.

O vídeo é muito conscientizador e educativo: compartilhe com seus amigos e com seus filhos

05 junho - Dia Mundial do Meio Ambiente - Que tal pensar no assunto?

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972, marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

Desde então no dia 05 de Junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, que chama a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.
Alguns dos principais esforços em relação ao Dia do Meio Ambiente são:
  • Mostrar o lado humano das questões ambientais;
  • Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável;
  • Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais;
  • Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro e mais próspero.
Este Ano o tema do Dia Mundial é: “Seu planeta precisa de você: Unidos contra as mudanças climáticas”. Ele mostra que nações atuem de maneira harmônica para fazer frente às mudanças climáticas, para manejar adequadamente suas florestas e outros recursos naturais e para erradicar a pobreza.
Este ano o México será a sede mundial das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, o que reflete o engajamento dos países da América Latina e Caribe na luta contra as mudanças climáticas e na transição para uma sociedade de baixo carbono.

7 Bilhões de habitantes

Ao longo do ano 2011 a revista National Geograf vai discutir os desafios do crescimento da populaçao mundial, que esta prestes a atingir a marca de 7 Bilhoes de habitantes. Vale a pena conferir, veja o video.

A reciclagem é umas das alternativas para o tratamento do lixo urbano


Uma das grandes preocupações atuais de empresas, organizações e da população em geral, tem sido o desenvolvimento sustentável do planeta. Fala-se muito do quanto precisamos fazer, mas as atitudes ainda são mínimas perto do que precisamos. É inacreditável, mas, em São Luís, de 1.300 a 1.400 toneladas por dia de lixo consumido, apenas 1% é reciclado. E no Brasil, somente 12% dos resíduos sólidos produzidos são reciclados.

A reciclagem é umas das alternativas para o tratamento do lixo urbano e contribui diretamente para a conservação do meio ambiente. Ela trata o lixo como matéria-prima que é reaproveitada para fazer novos produtos e traz benefícios para todos, como a diminuição da quantidade de lixo enviada para aterros sanitários, a diminuição da extração de recursos naturais, a melhoria da limpeza da cidade e o aumento da conscientização dos cidadãos a respeito do destino do lixo.
Reciclar significa transformar objetos e materiais usados em novos produtos para o consumo. Na maior parte dos processos, o produto reciclado é completamente diferente do produto inicial. A preocupação com o meio ambiente e o consumo sustentável tornam obrigatórios o gerenciamento dos resíduos sólidos.
Atualmente, São Luís conta com 17 empresas regulamentadas de reciclagem de resíduos sólidos, cada uma com aproximadamente 50 funcionários cadastrados, totalizando 850 profissionais atuando na área de reciclagem. E ainda há aqueles que atuam sem registro legal perante a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), dos quais a quantidade ainda não é estimada pela secretaria. Juntas, as recicladoras reaproveitam papel, alumínio, vidro, plástico entre outros. Porém, a quantidade de material é insuficiente para mostrar números expressivos para o meio ambiente.
Antes de tudo, é necessário que haja conscientização do descaso com o meio ambiente para que ocorra mudança em nossa cultura. Toda iniciativa deve partir do nosso espaço particular. Somente essa postura viabilizará atitudes no sentido de minimizar os impactos por nós produzidos e tentar reverter os danos já causados.

Fonte: O Imparcial e Setor Reciclagem

sábado, 4 de junho de 2011

Liderança: o longo caminho entre o planejado e o executado

Não deixa as pessoas se conformarem com os resultados caso as metas não estejam sendo atingidas e peça mais soluções do que sugestões
Caso existisse uma cidade chamada Planejado e outra Executado pode ter certeza que a estrada que ligaria uma a outra seria cheia de percalços. Qual das duas seria a maior? Com certeza a Planejado e a Executado seria em média a metade do tamanho da outra. É claro que essas cidades não existem, mas a realidade nas empresas entre o planejado e o executado não é muito diferente do que foi descrito na metáfora acima.


O que fazer para diminuir o caminho entre o planejado e o executado?

1. Elabore poucas metas, mas que sejam significativas. Nada de planos mirabolantes, cheio de fantasias e ideais dignos de um super herói. Sugiro que você ou sua empresa tenha uma meta maior, que normalmente é ligada ao faturamento ou rentabilidade do negócio, e no máximo cinco metas menores que devem estar alinhadas e ajustadas para atingir a meta principal. O problema é que a maioria dos profissionais tem medo de parecer desocupados ou pouco ambiciosos junto aos seus líderes ao declarar poucas metas. Todos insistem em parecer ocupados demais, com números demais, tarefas demais o que leva a resultados de menos. Atingiu uma das metas menores antes do tempo, substitua por outra. Pode ter certeza que sempre há algo a mais a fazer. Eu garanto!


2. Dá trabalho eu sei, mas se esforce para colocar as pessoas certas nos lugares corretos. Esse é um dos grandes dilemas de qualquer corporação. Onde estão os talentos da sua empresa? Estamos todos à procura de talentos no mercado e não olhamos para o próprio umbigo. Toda empresa tem pessoas talentosas, não importa o tamanho ou o que produz. Lembro que talento é muito diferente de um currículo acadêmico perfeito. Talento é a pessoa que sabe como fazer aliado ao prazer, disposição e interesse genuíno em ajudar. Imagine quantas pessoas hoje trabalham infelizes ou que não conseguem utilizar mais do seu potencial pela miopia do líder que acha que mudar dá trabalho e só gera confusão.

3. Faça uso dos dados e fatos. A intuição ajuda, mas deve ser pautada pela sua experiência no mercado e principalmente pelo o que aconteceu nos períodos anteriores. Nada de viajar pelo espaço sideral corporativo e criar metas difíceis de atingir. Vamos deixar claro que uma meta desafiadora precisa ter dados e fatos que a sustentem e que metas impossíveis só desmotivam a equipe. Busque informações sobre o mercado, concorrentes, clientes, mas com fontes confiáveis. Nada de achar que sabe tudo ou que dá para chegar lá pelo simples fato de que você acredita e deseja. O desejo deve ser compartilhado pela equipe, assim como a confiança de que podemos realizar o que está sendo proposto.
4. Busque o inconformismo. As metas devem ser constantemente divulgadas e o planejamento revisado e acompanhado no mínimo mensalmente, apesar de eu preferir encontros quinzenais com os responsáveis pela execução. Evite reuniões improdutivas de acompanhamento, estipule hora para começar e acabar o encontro e envie a pauta antecipadamente aos participantes. Não deixa as pessoas se conformarem com os resultados caso as metas não estejam sendo atingidas e peça mais soluções do que sugestões. Crie um stress positivo e nada de pressão desnecessária para cima das pessoas. Evite mudar as metas a todo o momento e concentre sua energia e esforço nas ações que efetivamente agreguem valor ao negócio e tenham impacto na meta maior.

5. Jamais se esqueça que quem executa as metas são as pessoas. Elas passam por bons e maus momentos na vida. Nada de paternalismo exagerado, porém não se esqueça que pessoas não são máquinas. Cuide da sua equipe, promova dentro dos limites possíveis equilíbrio entre vida pessoal e profissional, treine e desenvolva as pessoas constantemente. Acompanhe, faça-se presente e seja o maior exemplo de dedicação, ética e bons resultados.

Mostre do que você e sua equipe são capazes e assim, quem sabe, a longa estrada entre as cidades Planejado e Executado se torne uma bela rodovia duplicada, segura e com uma bela paisagem. Boa viagem!

Paulo Araújo é especialista em Inteligência em Vendas e Motivação de Talentos. Diretor da Clientar – Projetos de Inteligência em Vendas. Autor de "Paixão por Vender" - Editora EKO.

 

Como as pessoas aprendem melhor?






Discutindo os resultados de uma ação de mapeamento para um projeto de formação, um ponto me chamou muito a atenção. A pergunta que me foi feita é “para que servem esses indicadores aqui que você chama de estilos de aprendizagem?”. E isso foi muito bom para o momento daquele diálogo, porque me permitiu explorar um ponto que considero vital para qualquer programa de treinamento: entender como o público dessa ação aprende melhor.

Antes de me aprofundar mais no tema, gostaria de compartilhar um conceito que gosto muito, em que Vergnaud (1990, p. 52) afirma que “o saber se forma a partir de problemas para resolver, quer dizer, de situações para dominar. [...] Por ‘problema’ é preciso entender, no sentido amplo que lhe atribui o psicólogo, toda situação na qual é preciso descobrir relações, desenvolver atividades de exploração, de hipótese e de verificação, para produzir uma solução”.

Mas, além do conceito de “saber”, é preciso ter ferramentas que auxiliem no diagnóstico dos estilos de aprendizagem em um grupo e, assim, direcionar melhor possíveis ações mais assertivas. Temos algumas teorias e modelos que auxiliam nesse diagnóstico. Algumas se baseiam na chamada programação neurolinguística (PNL), enquadrando as pessoas em três estilos fundamentais:

- Um primeiro estilo é o visual, próprio daqueles que visualizam a informação recebida de forma global primeiro, pensando rapidamente no que está recebendo, quase sempre “saindo um pouco do ar”. Não processam grandes números de informações diferentes ao mesmo tempo e, para obter os melhores resultados com essas pessoas, é ideal trabalhar sempre com informações em forma de esquemas, gráficos, vídeos e afins, reforçando também a indicação de leituras que contenham os mesmos recursos;

- O segundo estilo é o auditivo, que é comum àqueles que constroem um cenário mental ou o conhecimento a partir das informações que ouvem e são prejudicados quando há muitos ruídos, porque precisam fixar o olhar no emissor da mensagem, já que tendem a repetir para si o que ouvem para reter a informação. Para essas pessoas, é importante, após um treinamento, por exemplo, fornecer algo que possa ser revisitado sempre como um vídeo ou disponibilizar acesso a gravações do que foi dito;

- Por fim, temos o cinestésico, que aprende melhor participando e executando atividades, construindo o conhecimento pela experiência motora. Não processam bem as informações se forem impedidos de dinamizá-las de alguma forma, seja criando ou recriando algo com aquele conhecimento. A melhor forma de envolver um cinestésico em qualquer projeto de formação é oferecendo a ele um ambiente diverso, com ação e mudança constante na forma de apresentar as informações.

Esses estilos são também classificados com outras nomenclaturas, que levam quase invariavelmente ao mesmo conceito. Existe a Conceituação Abstrata, dos indivíduos que aprendem melhor ao entender a teoria por trás do conhecimento, a Experiência Ativa, dos que aprendem melhor ao dominar os passos do processo, a Experiência Concreta, dos que aprendem melhor ao viver a situação e Observação Reflexiva, daqueles que aprendem melhor pela observação dos resultados, pensando sobre as suas próprias experiências e as de terceiros.

Para conseguir identificar os estilos predominantes nos grupos ou os estilos individuais em seus colaboradores, é possível se aplicar algumas ferramentas como questionários específicos (Exemplo: Ferder-Silverman, 1988), entrevistas e, citando um case particular, até games virtuais corporativos com base de dados específica para gerar relatórios com perfis de aprendizagem mapeados nas ações do jogador frente às situações apresentadas (Jogo da Cidade – e-Lead).

Obviamente o tema permite e requer um trabalho muito mais aprofundado do que essa síntese que apresento aqui, como forma de estimular sua discussão. O importante é reforçar que no trabalho com a educação corporativa, é preciso começar a conhecer os estilos de aprendizagem e como eles se apresentam no cenário em que se desenvolve qualquer ação de formação para um melhor direcionamento ou foco do trabalho.

Como você trabalha com essa diversidade de estilos na sua realidade? Contribua compartilhando sua experiência!


VERGNAUD, G. La théorie de champs conceptuels. Recherches en Didactique de Mathématiques, 1990, vol 10, n°2.3, pp. 133-170.
FELDER, R. M. SILVERMAN, L.K. Learning and teaching styles in engineering education. Engineering Education, V.78, Nº7, 1988.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A benção e a alegria de ser RH


A BENÇÃO E A ALEGRIA DE SER RH

Existe um país chamado RH. Nele "mora" um povo especial: legisladores, educadores, técnicos, gente que cuida do pessoal.

Gente que recruta , seleciona e contrata, também paga , desconta e aposenta. Povo que cuida da saúde, do alimento, providencia o transporte, cuida de quem bebe, de quem fuma, de quem tem problemas e pendências. Povo que treina, desenvolve e recicla, que briga pelo salário e pelo benefício, conversa com o sindicato e com a direção . Fiel da balança entre o Capital e o Trabalho . Cuida de um, pensando no outro.

Gente que apesar de tanta função, prática e burocrática, sonha e procura conectar a alma das pessoas, "reinventar" a motivação, resgatar o brilho no olhar, gente que acredita no ser humano e garimpa talentos.

Seu grande desafio é fazer o concreto e sonhar com o abstrato, receber na chegada e desligar na saída, satisfazer o empregado e o patrão, "um olho na missa e o outro no padre", tempo para educar e tempo para punir. Plural e Singular.

A sina do RH é atuar na contradição, "ser empregado esquecendo que o é, ser patrão lembrando que não o é".

Chamam este País e seu povo de Recursos Humanos , alguns dizem que chamar o homem de "recurso" não pega bem , inventaram Departamento de Gente , Setor de Pessoas , Área de Pessoal , nomenclaturas onde o que conta são as posturas

Polêmicas e contradições à parte, eu sei que para ser RH é preciso vocação, trabalhar como missão, exercer o oficio com sensibilidade e razão. Ter nervos de aço, ser a régua e o compasso.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Governo publica regras para fabricar tablets com incentivos fiscais

O governo federal publicou hoje as regras para fabricação de tablets com incentivos fiscais no Brasil. O Processo Produtivo Básico (PPB) vai permitir que as empresas paguem menos impostos com PIS/Cofins e zerem alíquotas como o imposto de importação. A expectativa do governo é de que a medida reduza o preço dos equipamentos em cerca de 36%.
De acordo com o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, 12 empresas já demonstraram interesse em fabricar o equipamento no país. Atualmente, Motorola, Samsung e STI montam seus produtos localmente. Segundo a consultoria IDC, cerca de 400 mil tablets serão vendidos no Brasil em 2011.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Como aprendemos? A “Pirâmide da Aprendizagem”

Quando você assiste a uma aula expositiva de 50 minutos (onde o professor fala e você fica ouvindo), você só vai se lembrar do que ele disse durante uns 2.5 minutos (5%). O resto você esquece completamente. Esse é o resultado da famosa pesquisa atribuida ao National Training Laboratories http://www.ntl.org/, como mostrado nesta pirâmide. Faz muito sentido.... você não acha?

A raposa e as uvas

Uma raposa faminta entrou num terreno onde havia uma parreira, cheia de uvas maduras, cujos cachos se penduravam, muito alto, em cima de sua cabeça.


A raposa não podia resistir à tentação de chupar aquelas uvas mas, por mais que pulasse, não conseguia abocanhá-las.
Cansada de pular, olhou mais uma vez os apetitosos cachos e disse:
- Estão verdes . . .







É fácil desdenhar daquilo que não se alcança.
La Fontaine

CEMAR 17a no ranking GPTW LATAM 2015

O instituto internacional Great Place to Work® (GPTW) lançou a sua 12ª lista anual das Melhores Empresas para Trabalhar da América Latina...