domingo, 11 de dezembro de 2011

11 de dezembro - Dia do Engenheiro

Em sua rotina, os engenheiros usam e abusam de idéias, sempre aplicando métodos e técnicas economicamente viáveis, com auxílio da matemática e das ciências. Buscam aliar as melhores condições de segurança ao menor custo, sendo requisitados em todas as áreas, seja no campo, na cidade ou até no espaço sideral. Muitos produtos e serviços que revolucionaram nossas vidas saíram de suas mentes engenhosas, como automóveis, eletrodomésticos, foguetes, computadores e controle da poluição do ar, por exemplo.

A data para homenagear os engenheiros foi escolhida por ter sido neste dia, 11 de dezembro, a promulgação do decreto federal no 23.569 que regulava o exercício da profissão de engenheiro, arquiteto e agrimensor.

Parabéns a todos os Engenheiros !!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Não sabemos o que somos até nos dispormos a descobrir quem podemos ser!

“O especialista em estudos clássicos Stephen Bertman mostra como levar a paixão e a excelência para o nosso cotidiano, seguindo o exemplo dos gregos. A lição que eles transmitiram de que a vida é breve e frágil e o tempo precioso demais para ser desperdiçado; que dentro de nós está escondido um potencial ainda não realizado; que não percorremos nossa jornada sozinhos; que existirão obstáculos no caminho, mas que o maior deles está dentro de nós, levaram Bertman a elaborar os oitos princípios orientadores para se chegar à sabedoria. 

“Orgulhe-se de ser quem é: um indivíduo único”

“Vivemos numa sociedade tecnológica impulsionada pela velocidade. Por esta razão, perdemos a oportunidade de pensar e refletir sobre o significado e o objetivo de nossas vidas. A velocidade de fato freia o processo de pensamento e reflexão, e assim acabamos ficando sem perspectiva. Por outro lado, ela nos proporciona a euforia do estimulo sensorial. Apesar de os computadores estarem abarrotados de dados, eles não têm sabedoria. Mas temos todas as respostas de que possamos precisar – o que nos falta são as perguntas, que poderiam dar sentido e objetivo ao vazio que tanto nos aflige. Não sabemos o que somos até nos dispormos a descobrir quem podemos ser. O maior obstáculo, porém, não está no exterior, mas dentro de nós mesmos: o desejo de permanecer como somos em vez de nos tornarmos o que ainda podemos ser. O maior adversário é o nosso inimigo interior, pois em nosso íntimo se escondem emoções sombrias e destrutivas. Mas também é lá que reside a luz da razão que pode nos levar ao autoconhecimento. É preciso viver com paixão e ter cuidado com a sedução.”


O autor ilustra com exemplos da mitologia clássica que incluem narrativas sobre deuses e deusas, heróis e heroínas aventuras e triunfos pessoais. Se gostou do texto acima leia o Livro “ Os oito Pilares da sabedoria Grega” de Stephen Bertman



                                             Os oitos pilares da sabedoria Grega

1.       Humanismo
       Orgulhe-se de suas aptidões humanas e acredite em sua capacidade de realizar grandes coisas.
2.       Busca da excelência
       “Procure ser hoje melhor do que você foi ontem e, amanha, melhor do que foi hoje.”
3.       Pratica da moderação
      “Cuidado com os extremos, porque neles reside o perigo”
4.       Autoconhecimento
      “Identifique e compreenda suas fraquezas e seus pontos fortes”
5.       Racionalismo
     “Busque a verdade utilizando o poder de sua mente.”
6.       Curiosidade Incansável
      “Procure saber o que as coisas realmente são, não simplesmente o que parecem ser”
7.       Amor à liberdade
      “Somente quando somos livres podemos encontrar a realização”
8.       Individualismo
      “Orgulhe-se de ser quem é: um indivíduo único”

Quais são as 10 profissões mais felizes e infelizes do mundo?


Os profissionais mais  felizes do mundo, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Chicago (EUA), são os membros do clero. Faz sentido, né? Taí uma profissão em que, se o pessoal fosse infeliz, ficaria feio.

Dá uma olhada no top 10.

1 – Clérigos
2 – Bombeiros
3 – Fisioterapeutas
4 – Escritores
5 – Professores de educação especial
6 – Professores
7 – Artistas
8 – Psicólogos
9 – Vendedores de serviços financeiros
10 – Engenheiros de operação

A maioria desses trabalhos se baseia em ajudar pessoas — é a isso que os pesquisadores creditam a boa colocação no ranking. Para outros, como escritores e artistas, parece que a autonomia e a liberdade de expressão são as responsáveis pela felicidade. Os vendedores de serviços financeiros, por sua vez, ganham comissões generosas, e os engenheiros de operação talvez se divirtam com brinquedões como escavadeiras e guindastes.

É interessante comparar essa lista com a lista dos top 10 das profissões mais infelizes do mundo, feito pelo site CareerBliss — elas, curiosamente, tendem a ser mais bem pagas do que as profissões listadas acima (e mais chatas também, impossível não dizer).

1 – Diretor de tecnologia da informação
2 – Diretor de vendas e marketing
3 – Gerente de produto
4 – Desenvolvedor web sênior
5 – Especialista técnico
6 – Técnico em eletrônica
7 – Secretário judicial
8 – Analista de suporte técnico
9 – Operador de CNC
10 – Gerente de marketing

E aí, se encontrou no meio de algum desses dois rankings?

 Publicado no Forbes.

O Imparcial - Urbano - 1º Workshop de Segurança do Trabalho motiva colaboradores da área de energética

O Imparcial - Urbano - 1º Workshop de Segurança do Trabalho motiva colaboradores da área de energética
Publicação: 06/12/2011 13:55
No fim do mês de novembro a CEMAR promoveu o 1º Workshop de Segurança do Trabalho. Com o tema "O Valor Segurança na nossa Cultura Organizacional", o workshop foi realizado no auditório da Sede da Companhia, em São Luís e reuniu gestores, técnicos de segurança do trabalho e colaboradores próprios e parceiros da Companhia.

O objetivo do encontro, além de ressaltar o valor da segurança, foi reconhecer o trabalho daqueles que atuam diretamente para que a prática da segurança seja executada corretamente, dentro dos padrões exigidos pela Companhia.

Para André Vianna, Gerente de Parceiros, Segurança e Meio Ambiente da CEMAR, os técnicos de segurança em alguns momentos se sentem desmotivados porque muitas vezes são considerados os "chatos" que vigiam a todos. "A nossa intenção ao promover esse encontro foi motivá-los, lembrá-los que o trabalho deles resulta em um bem comum, na preservação da vida e que suas atividades não são apenas uma obrigação, mas algo de extrema importância para sustentar a cultura de segurança preservada pela CEMAR", afirma André Vianna.

A programação teve início com um café da manhã e, durante o evento, os colaboradores assistiram vídeos e peça teatral motivacional, discutiram questões de segurança, compartilharam experiências, melhores práticas, participaram de concurso e assistiram diferentes palestras realizadas por convidados da ICEP (Instituto de Capacitação e Ensino Profissionalizante) e ALUMAR.

"A CEMAR nos dá um grande incentivo colocando o valor segurança em primeiro lugar. O Workshop foi um exemplo de que a Companhia reconhece nossa importância, e que, ao nos valorizar, está valorizando a própria segurança", reforça Alex Castro, técnico de segurança da empresa Agrasty.

Diretora de Gente e Gestão da CEMAR, Carla Medrado, enfatizou a importância do trabalho do técnico de segurança porque é um profissional que trabalha diretamente para garantir todo o processo de segurança na CEMAR. "Ele funciona como agente que muda o comportamento das pessoas, um educador. Esse Workshop foi uma excelente oportunidade para agradecer e reconhecer o valor desses profissionais. E esse encontro foi o primeiro de muitos, pois vamos garantir que o evento esteja no calendário da Companhia como uma data oficial", afirma Carla Medrado.

No encerramento, o presidente Augusto Miranda aproveitou a oportunidade para reafirmar a importância de um trabalho seguro, principalmente em uma empresa como a CEMAR, que desenvolve atividades perigosas, e frisou a relevância do Workshop como uma excelente oportunidade para aprimorar conhecimentos e valorizar o trabalho dos colaboradores presentes.

domingo, 27 de novembro de 2011

“Nós somos uma espécie ingrata”, diz filósofo Alain de Botton

São Paulo – Sem frases altamente complexas ou raciocínios muito abstratos, o filósofo suíço Alain de Botton expõe as ideias que tem construído ao longo de quase duas décadas de carreira. Ele popularizou a filosofia com seus livros, focado nos problemas do cotidiano e sempre recorrendo a uma bagagem de diversos pensadores e artistas.

Nesta semana, de Botton veio ao Brasil para participar do ciclo de palestras Fronteiras do Pensamento e para lançar sua obra mais recente, “Religião para Ateus” (2011). No livro, ele fala sobre os ensinamentos que as religiões podem dar mesmo àqueles que não possuem uma crença. Antes, o filósofo escreveu outras nove publicações que foram best-sellers.
Uma delas é “Como Proust pode mudar sua vida” (1997), onde o autor usa os ensinamentos de Marcel Proust para ajudar o leitor em campos como o amor, o sofrimento, a felicidade, a arte e a amizade. Já na obra “Desejo de Status” (2004), Alain de Botton fala sobre a ansiedade de ter status e riqueza, e da frustração que isso causa, quando o sucesso não é alcançado.
Diferentemente da ambição, que é uma vontade de crescer para satisfação pessoal, o “desejo de status” se origina da preocupação com o que os outros vão pensar. As consequências podem ser várias, desde a riqueza até o suicídio. É exatamente sobre esse assunto que o filósofo falou a EXAME.com. Confira trechos da entrevista.


EXAME.com: De que depende a felicidade no trabalho?
Alain de Botton:
Felicidade no trabalho é muito complicada. Eu acho que ela basicamente depende de algo dentro de você. Algo precioso e importante, uma habilidade, um talento, um interesse sendo conectados com algo no mundo que gera dinheiro. Na maior parte do tempo, as coisas pelas quais a gente realmente se importa não fazem dinheiro. E as coisas que fazem dinheiro nos matam por dentro. Nós não gostamos de fazê-las. Esse é o problema do capitalismo. A maior parte do dinheiro no mundo moderno é gerada em empresas que não são tão interessantes para nosso espírito, para nossas mentes.

EXAME.com: As pessoas estão mais infelizes com suas carreiras e seu trabalho atualmente em relação às gerações de décadas atrás?
de Botton:
Esse é definitivamente o caso em que quanto mais você espera da vida, mais a vida tem que dar, do contrário, você fica infeliz. É o paradoxo do sucesso material. À medida que a sociedade fica mais bem sucedida, as expectativas das pessoas aumentam e, por isso, elas ficam ingratas sobre coisas que seus pais ou seus avós ficariam muito agradecidos. Nós somos uma espécie ingrata. Nós sempre pensamos naquilo que nós não temos. Não se trata de não tentar conseguir mais, mas, na medida em que tentamos conseguir mais, nós deveríamos sempre lembrar que isso vai entregar apenas uma pequena porcentagem da felicidade que nós imaginamos. Nós devemos estar prontos para isso.
 

EXAME.com: O senhor diz que meritocracia não é 100% eficiente. Na sua opinião, há um modo melhor de avaliar as pessoas e suas competências, que possa reduzir o “desejo de status”?
de Botton:
Nós deveríamos sempre tentar criar um mundo meritocrático, um mundo onde, se você tiver talento e energia, você deveria conseguir subir. O problema é que nós devemos sempre reconhecer que isso é um sonho do mundo perfeito. Porque todos nós somos mais talentosos, mais interessantes, mais habilidosos do que o mundo poderá saber, que nós poderemos saber um dia. O sonho é a gente poder pegar tudo que é bom em nós e fazer dinheiro com isso. Isso é uma coisa que apenas 0,001% da população pode um dia fazer. Nós precisamos reconhecer isso, falar sobre isso e nos entristecer com relação a isso, juntos, em uma sexta-feira à noite após o trabalho.

EXAME.com: As redes sociais, como Facebook e Twitter, que permitem que as pessoas se tornem webcelebridades, aumentam o “desejo de status”? O que o senhor pensa sobre esse assunto?
de Botton:
As redes sociais oferecem às pessoas uma maneira de ter status fora do sistema financeiro. Porque muita gente acessa o Twitter, por exemplo, não por dinheiro, mas simplesmente porque elas gostam de ter outras pessoas ouvindo o que elas querem falar e respondendo a elas. Isso mostra uma coisa muito interessante sobre a natureza humana, que é que, mesmo que nós gostemos de ganhar dinheiro, no final do dia, ainda mais importante do que dinheiro, depois de um momento básico, é o amor. Nós queremos o amor do mundo.

EXAME.com: No Brasil, tem havido um aumento do número de ateus e agnósticos, segundo levantamentos recentes. A falta de fé pode tornar mais difícil lidar com o “desejo de status”?
de Botton:
Eu sou um ateu, então eu não acho que a resposta seja nós nos voltarmos para a fé. Mas, sim, quando a religião declina, certas coisas realmente pioram do ponto de vista dessa ansiedade. Mesmo um rei, no Cristianismo, fica de joelhos diante de Jesus. Essa é uma ideia muito bonita e, uma vez que você se livra de Jesus, o que você tem? O que vai ser maior do que a humanidade? O perigo é: nada. O perigo é nós pensarmos “nós somos fantásticos. Nós temos Steve Jobs, que inventou o iPad”.
Nós nos adoramos e isso nos leva à loucura. Nós precisamos de momentos em que podemos fugir do narcisismo humano e olhar para outros lugares. É por isso que as pessoas hoje estão mais impressionadas com a natureza. Não é apenas uma questão ambiental, é também uma questão psicológica. Você olha para a natureza e pensa: isso é uma coisa que existe fora da humanidade. E ela é maravilhosa, porque ela não pensa em nós, assim como animais, árvores, estrelas, até mesmo crianças pequenas. Esses são exemplos de coisas que estão fora do sistema do dinheiro, fora do sistema do status, e elas são muito, muito relaxantes e necessárias para nossa alma.

EXAME.com: O senhor também diz que ninguém é independente e auto-suficiente. Onde é possível encontrar ajuda e conselhos para lidar com nossos problemas, dúvidas e ansiedade?
de Botton:
Bem, o interessante é que o mundo moderno, onde nós temos tanto de tudo, que é tão bom em dar-nos carros, roupas e todo resto, quando diz respeito à nossa vida interior, a ajuda é quase como a Rússia nos tempos comunistas. É muito, muito má. O modelo mais sistemático que existe para a vida interior é provavelmente a psicoterapia, que no Brasil e no resto é ainda uma coisa menor. Acho que precisamos de ajuda, e minha esperança é que os empreendedores do futuro não pensem apenas no corpo e suas necessidades, mas também pensem na mente e em suas necessidades.

EXAME.com: Quais são as possíveis soluções para o “desejo de status”?
de Botton:
O maior inimigo nesta situação é a solidão, paranoia, a sensação de que estamos completamente sozinhos. É muito vergonhoso sentir o “desejo de status”. Ele não é algo que você pode realmente admitir, não é fácil admitir a inveja de alguém. E, ainda assim, a inveja é enorme. Eu acredito que nós precisamos de alguns mecanismos para admitir isso, nós precisamos de amizades que são capazes de aceitar esse nosso lado, nós precisamos ser capazes de falar sobre isso.
Todo problema é reduzido ao se falar sobre ele. E nós precisamos achar grupos de status que serão tolerantes e faça-nos sentir relativamente relaxados. No mundo moderno, nós somos jogados contra pessoas que realmente destroem nossa paz interior, suas ambições nos levam à loucura e, talvez isso não seja para nós. Talvez nós precisemos apenas perder alguns amigos. Meu conselho seria fazer alguns amigos e perder outros, para nos focarmos no que nós realmente queremos.

Folha gigante vai produzir gelo no deserto do Saara

São Paulo – Uma folha gigante capaz de produzir gelo no lugar mais quente e árido do planeta, o deserto do Saara. Conceito? Sim, mas em vias de se tornar realidade graças a um projeto do artista plástico holandês Ap Verheggen e da Cofely, empresa especializada em refrigeradores.
A SunGlacier tem como objetivo, além da produção de gelo em pleno deserto, representar que muito já pode ser feito ao aplicar soluções tecnológicas no combate, ou ao menos na minimização, dos efeitos do aquecimento global. A estrutura de metal em forma de folha será de cerca de 200 metros quadrados e vai ser revestida com painéis solares. Os painéis vão gerar energia para alimentar os condensadores, responsáveis pela absorção da umidade do ar e a sua transformação em gelo.


A eficácia do projeto poderia ter sido colocada em xeque simplesmente pelo fato de que a umidade relativa do ar em regiões áridas, tal qual um deserto, é muito baixa e tornaria a absorção de vapor de água do ar uma tarefa mais difícil. Mas isso é o que o senso-comum dos cientistas amadores prevê.
Testes conduzidos pela equipe liderada pelo artista estão comprovando o contrário e trazem boas notícias. A equipe simulou as condições climáticas da cidade egípcia de Aswan, cuja umidade relativa do ar é, em média, 22%, e observou que, mesmo em um ambiente seco e quente é possível recolher vapor de água da atmosfera. O resultado positivo dos testes comprova o futuro promissor do método estudado pela equipe.
O SunGlacier é spin-off do “cool(E)motion”, a primeira ação do artista com o objetivo de conectar a questão do aquecimento global a arte. Em 2009, duas esculturas foram montadas em um na baía de Uummannaq Island, Groelândia a fim de monitorar o trajeto da massa de gelo ao redor da maior ilha do planeta. As peças de arte foram equipadas com GPS e tudo pode ser observado na internet por espectadores em todo o mundo.
Teoricamente, um iceberg “sobrevive” cerca de três anos à deriva na costa do território. Na prática, entretanto, o que se observou é que o aumento da temperatura da água dos oceanos é uma realidade: a massa de gelo monitorada derreteu por completo em apenas dois meses.

O sucesso é tão limitante para a criatividade quanto o fracasso

Isto ocorre porque, quando nos lembramos de algo que deu certo, a lembrança geralmente é boa e muito forte que nos dá uma sensação agradável. Portanto, passamos a repetir o que deu certo, sem levar em consideração outras opções. Chegamos a um ponto onde deixamos de ser criativos e ficamos empacados, porque nos vemos diante de uma nova situação na qual os antigos comportamentos não funcionam mais, e não possuímos novas escolhas.

A industria automobilística é um bom exemplo. Foi muito bem sucedida durante muitos anos, mas parece incapaz de reagir com rapidez e eficiência às novas necessidades do mercado e  à concorrência estrangeira . Alguém já disse que, se a industria automobilística tivesse involuído tanto quanto a indústria da informática, um Cadilac estaria custando menos de três dólares e faria dois milhões de quilômetros com um tanque de gasolina. A indústria de computadores mudou e ficou mais refinada para se adaptar às novas realidades e necessidades de mercado, enquanto a renovação da indústria automobilística americana tem passado por um processo lento, que se baseou apenas no seu próprio sucesso durante tempo demais.

Li sobre uma experiência que John Grinder e Richard Bandler fizeram com um grupo. Eles pediram que as pessoas do grupo escolhessem uma série de experiências vivenciadas num determinado dia (bem sucedidas ou não), e localizassem o ponto em que a decisão foi tomada. Depois, que escolhessem três comportamentos de recursos que poderíam ter tido em cada uma das experiências e que imaginassem como se fosse realidade, tornando cada escolha comportamental tão plena, radiante e emocionante, quanto às suas estratégias reais.  Assim, idenpendente do fato de o comportamento ter sido ou não bem sucedido, desenvolveríamos mais escolhas comportamentais. Se foi uma experiência negativa, descobriríamos que uma coisa simples poderia nos ter dado mais recursos.

Experimentei o exercício o resultado foi muito impressionante. Recomendo a experiência.
É simples. Reveja a experiência do início ao fim, fazendo com que tudo ocorra de maneira positiva. Da próxima vez que você se encontrar na mesma situação, em vez de ligar inconscientemente ao que você fez da última vez (e vezes anteriores), haverá um ponto de decisão que englobará novas escolhas. A reação será diferente.

by Carla Medrado



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ponto de ônibus em São Paulo fornece energia limpa e oferece wi-fi gratuito aos passageiros

Que tal um ponto de ônibus tecnológico que promete facilitar a vida dos passageiros e, ainda, ajudar o meio ambiente? Esta é a proposta do e-Ponto, instalado pela SPTrans neste mês de novembro, em São Paulo, no cruzamento da Rua da Consolação com a Avenida Paulista, que oferece wi-fi gratuito às pessoas que esperam o ônibus, além de dois computadores que permitem que os passageiros se informem a respeito das condições do transporte coletivo em toda a cidade. Nos PCs, é possível, entre outras ações, checar o horário previsto para a chegada do seu ônibus e traçar o melhor itinerário para alcançar o destino que deseja o mais rápido possível. E tudo sem gastar energia: isso porque o e-Ponto é autossustentável e produz, ele mesmo, a eletricidade que precisa para funcionar por meio de energia solar – há painéis fotovoltaicos instalados no topo do ponto – e cinética, gerada pela passagem dos ônibus na via. E a economia de energia não para por aí: o e-Ponto possui sensores de iluminação inteligentes que funcionam durante a noite, apenas, quando há passageiros no local.


 Tá bom para você? Mas ainda tem mais: o ponto de ônibus inovador ainda conta com lixeiras modernas, que aplaudem aqueles que jogam resíduos no lugar certo, e possui um sistema de filtragem e umidificação no teto, que melhora a qualidade do ar na parada. O e-Ponto ainda está em fase de testes e, sobretudo nos primeiros dias de funcionamento, os passageiros que frequentam o ponto de ônibus disseram que os equipamentos disponíveis ainda não funcionavam perfeitamente. Ainda assim, a maioria das pessoas elogiou a iniciativa e torce para que o modelo seja replicado em outras paradas da cidade de São Paulo e do Brasil.
Você também é a favor do e-Ponto?

Fonte: Superinteresante - Débora Spitzcovsky  

domingo, 13 de novembro de 2011

Pinguins são vestidos com roupas de lã para sobreviver a vazamento de óleo

Parece brincadeira de criança que gosta de vestir os bichos de estimação como gente, mas não é e aconteceu, de verdade, na Nova Zelândia: depois de um vazamento de petróleo no litoral norte do país, que atingiu, entre outras regiões, a Baía de Plenty onde está localizado o Parque Nacional de Urewera, que abriga milhares de aves –, mais de 100 pinguins tiveram que ser vestidos com casacos de lã para sobreviver ao acidente ambiental marítimo considerado o maior da história da Nova Zelândia (leia também: Vazamento de óleo é o pior acidente ambiental marítimo da Nova Zelândia.

A atitude partiu de cientistas e biólogos do país, que, para evitar que os pinguins tivessem o mesmo destino das milhares de aves que morreram durante o vazamento, recolheram os animais de seu habitat natural para limpá-los e os vestiram com casacos de lã para que não se bicassem e ingerissem petróleo, enquanto aguardavam sua vez de “tomar banho”.
Como não era tarefa fácil tricotar casaquinhos para todos os pinguins, em tempo hábil para que eles não engolissem uma quantidade de petróleo que pudesse matá-los, os biólogos e cientistas promoveram um mutirão, junto com a loja de roupas Skeinz, especializada em casacos de lã, para ensinar a população da Nova Zelândia – e quem mais estivesse interessado – a fazer os agasalhos.

A mobilização deu tão certo que os especialistas receberam mais casacos do que o necessário para proteger todos os pinguins. Agora, as roupas excedentes estão sendo vendidas pela Skeunz, junto com pinguins de pelúcia, e o dinheiro da venda é revertido para o Penguin Rescue Fund (Fundo de Resgate ao Pinguim), que promove ações de preservação a esses animais. (No Blog da Skeinz você pode acompanhar as novidades da ação). 


A boa intenção da iniciativa é indiscutível, mas a pergunta que não quer calar é: será que os pinguins curtiram o novo look?

sábado, 12 de novembro de 2011

Cinco atalhos rápidos para fugir do estresse

O conhecimento popular já atestou: socar a mesa, bater o telefone, gritar e ter dor de barriga são reações comuns em situações estressantes mas em nada aliviam os sintomas que afetam em cheio a saúde e o bem-estar.
A maior pesquisadora sobre o estresse no Brasil, a psicóloga Ana Maria Rossi, PhD em gerenciamento de estresse e professora de MBA de Recursos Humanos da Faculdade de Economia da USP, acalenta os estressados.

“Viver sem estresse é impossível e é inútil tentar eliminá-lo. Mas, sim, existem fórmulas eficazes de gerenciar esta sensação.”

Segundo Ana Maria Rossi, quem dorme quantidade de horas suficientes, pratica atividades físicas e ainda tem uma alimentação saudável lida melhor com a descarga de hormônios liberadas em momentos de dificuldade e pressão, que resultam em raiva, boca seca, descontrole mental e, em acúmulo, afetam o sistema nervoso central e digestivo.
Mas além dos mecanismos preventivos ao estresse, que vão dos hábitos de vida saudáveis à meditação, a especialista também lista alguns atalhos que – em até dez minutos – são capazes de amenizar o estresse e ajudar a controlá-lo. É só conferir:

1) Respire fundo por dez vezes
A técnica é milenar e, cientificamente, funciona. Respirar a plenos pulmões aumenta a oxigenação do corpo e por isso traz o efeito calmante ao organismo. Mas é preciso parar e respirar. Devagar e sentindo a inspiração e a expiração.

2) Imagine um lugar delicioso
Parece clichê, mas o processo é cerebral. “Por um problema neuroquímico, o nosso cérebro não consegue distinguir o que é real do imaginário”, explica Ana Maria Rossi. Por isso, quando colidimos com o estresse é indicado imaginar aquela praia paradisíaca, as montanhas que passaram as últimas férias, a casa dos avós onde passou a infância. Este processo de resgate de imagem também controla o estresse e acalma o organismo.

3) Recorra aos sons amigáveis
Pode ser uma música de que gosta, a voz de um amigo ou de um amor, seja falada pelo telefone ou apenas imaginada. Risadas de bebês, cantoria de passarinhos ou barulho do mar. Os sons também acionam o “botão” que libera substâncias positivas ao organismo, como a endorfina. Ela amplia a sensação de bem-estar e ajuda a gerenciar o estresse.

4) Pode comer alguma coisa – desde que saboreie
“As situações de estresse fazem com que as pessoas procurem uma gratificação oral”, define a especialista Ana Maria Rossi. “E para que este atalho funcione, de verdade, não adianta degustar algo que depois vai trazer mais prejuízos do que benefícios”, diz ela. Fumar, beber várias doses de álcool ou comer compulsivamente sem apreciar os sabores são atitudes que devem ser descartadas como atalhos antiestresse.
“Os momentos conflituosos também fazem com que as pessoas não prestem atenção no que estão comendo e isso atrapalha o controle do estresse.”
A dica então é saborear uma comidinha. Pode ser um chocolate ou as outras 10 opções de alimentos que melhoram o humor. Desde que consumidos com moderação e aproveitando cada pedaço.

5) Mude de ambiente
Se estiver parado no congestionamento, estacione o carro. Caso o local seja uma sala de reunião, vá ao toalete. Se for uma briga em um quarto, vá para a sala. De forma impulsiva, as pessoas já costumam sair de cena em horas de estresse. Mas não adianta bater a porta, gritar ou deixar o outro falando sozinho, atitudes que são um fósforo aceso em um barril de pólvora. Mas pedir licença e sair do ambiente por alguns minutos, dar uma volta no quarteirão, ir até a padaria, de fato, ajudam.

“Mudar o ambiente é uma excelente forma do corpo reagir de forma positiva ao estresse”, ensina Ana Maria Rossi.

Vamos aprender com os peixes?!

A Carpa Aprende a Crescer
Paulo Coelho

A carpa japonesa (koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. Assim, num pequeno tanque, ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros – mas pode atingir três vezes este tamanho, se colocada num lago.

Da mesma maneira, as pessoas têm a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca. Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas, mas de desenvolvimento emocional, espiritual, e intelectual.

Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos. Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, ao invés de nos adaptarmos a ele, devíamos buscar o oceano – mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.

PS: As pessoas se prendem em seus "tanques", e não buscam o "oceano" por medo de enfrentar os "Tubarões"!
Assim eu penso:
"Fazemos o que fazemos porque é o que realmente queremos, ou fazemos por acomodação, falta de motivação e medo de enfrentar o oceano e ser mordido pelos "tubarões"?!".

Ontem recebi a edição 151 da revista Você S/A, e na entrevista com um presidente de empresa, ele diz em curtas palavras "Quem pensa muito tem medo".

Analisando tudo isso agora, tanto o texto quanto a entrevista de um alto executivo, e as experiências que já tive, eu tiro a seguinte conclusão:
Quem pensa muito tem medo. E se você fica em seu aquário pensando como seria o mundo lá fora, você terá medo e jamais sairá do seu aquário.

Reflita e pense em suas atitudes. Pense não só no óbvio, mas também ao seu redor, não seja míope. Pense na sua empresa, como ela atua no mercado e se ela vive presa em seu aquário natural.

Recordando: Este tema também é explícito em "A Estratégia do Oceano Azul", famoso livro aplicável para os gestores de negócios.

Seja uma carpa japonesa, mas não se prenda por detalhes.

CEMAR 17a no ranking GPTW LATAM 2015

O instituto internacional Great Place to Work® (GPTW) lançou a sua 12ª lista anual das Melhores Empresas para Trabalhar da América Latina...